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Ativamos o Modo Torcida: em> Evento de lançamento da nova fase da pesquisa A Era dos Fandoms.

Ativamos o Modo Torcida: Evento de lançamento da nova fase da pesquisa A Era dos Fandoms.

Cultura Cultura 4 minutos de leitura
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Escrito por
Rafael Fernandes
Senior Marketing Analyst

No último dia 8 de dezembro, reunimos clientes e parceiros no Museu do Futebol para apresentar a “Era dos Fandoms: Modo Torcida”, a nova fase da nossa pesquisa proprietária que investiga como as comunidades de fãs moldam o consumo. Nosso estudo revela uma transformação na cultura nacional, em que embora o futebol continue sendo o mesmo esporte, a experiência migrou da linearidade da TV para a fragmentação do feed.

A emoção da torcida agora é descentralizada, editada e distribuída por novos protagonistas, exigindo uma nova postura do mercado. Foi para responder a esse desafio que Marina Pires, nossa Managing Director, subiu ao palco para apresentar a nossa visão por meio do modelo Real Time Brands. Desenhado para sincronizar marcas com o pulso do momento, integra dados, social listening e criatividade para transformar a comunicação em uma conversa contínua. Afinal, quando o jogo acontece 24/7 nas redes, a relevância de uma marca depende diretamente da sua capacidade de operar na mesma velocidade da cultura

Descobrimos novas identidades como a Torcida Íntima, que consome o esporte de forma privada por meio de cortes e reacts, e o Bagunça Core, um perfil que prioriza o meme e o entretenimento acima do placar final, provando que o desafio para as marcas é a criação de valor dentro dessas novas arquibancadas.

Marina Pires introducing the begining of Monks Event
marina pires presenting

O futebol ainda é o mesmo jogo que aprendemos a amar?

Antes de traçar o perfil das torcidas por futebol, é preciso primeiro entender o momento cultural do esporte. Para isso, Douglas Renosto, pesquisador, introduziu o primeiro capítulo desta nova fase da pesquisa para trazer uma fotografia das transformações da relação do brasileiro com o futebol.


O jogo continua sendo o mesmo, as mesmas regras, o mesmo campo, porém o jeito de se conectar emocionalmente com ele mudou. Hoje, a experiência do futebol se expande para além dos 90 minutos, ela está presente nos reacts, nos memes, na moda, nos bastidores e nas conversas que se espalham pelas redes. Tudo isso, faz com que mesmo quem não acompanhe o futebol conheça pelo menos um pouco da sua cultura e impacto. 


51% dos torcedores brasileiros já acreditam que podem ser grandes fãs mesmo sem ir aos jogos e entre a Geração de 18-24 anos esse número sobe para 64% 


Até pouco tempo atrás a emoção era filtrada por vozes institucionais (narradores, jornalistas e emissoras), agora a conversa não vem apenas da cabine de transmissão, ela é moldada por uma rede de creators-torcedores que interpretam o jogo com autenticidade, humor e proximidade.
 

Douglas Renosto

Identidade de torcedor em expansão

Em consonância com o primeiro capítulo, Mariana Bernardes, nossa Senior Cultural Research & Insights Strategist, também entrou em campo para falar sobre a identidade da torcida, que segue em expansão e se manifesta de várias maneiras: seja nos grupos que herdaram o time da família, na emoção vivida à mesa do bar ou na torcida em âmbito íntimo. Em nossa pesquisa, mapeamos quatro macroformas de vínculo emocional:

  • “Muito além do placar” - Vínculo emocional que não depende somente do resultado.
  • “Torcida íntima” - O torcer que não precisa ser visto para existir.
  • “Neo-fanatismo” - Transformam o torcer em um projeto de intensidade contínua.
  • “Bagunça Core” - Futebol como festa, piada interna e micro-drama compartilhado.
a era dos fandoms modo torcida
mariana bernardes monks

Onde sua marca vive no fandom do futebol?

Existe uma diferença entre estar no futebol e estar com o futebol. A primeira é comprada, a segunda, conquistada. 
2 em cada 3 torcedores acreditam que há mais marcas tentando aparecer do que marcas ajudando o esporte.
Assim como as marcas aprenderam a operar na mecânica da visibilidade (comprar espaços, ocupar telas, projetar alcance) agora precisam aprender a operar na mecânica da relevância, que segue a gramática dos fandoms: escuta, leitura cultural, participação simbólica e conexão afetiva.

Paulo Yanaguizawa, Executive Creative Director da Monks, apresentou cases em que a Monks desenvolveu projetos capazes de criar conexão com as novas arquibancadas, divididas em modos de torcer variados.
 

paulo yanaguizawa
paulo yanaguizawa presenting

Nossas ferramentas para entrar em campo

Para materializar nossa visão, Quentin Mahé, nosso Head of Strategy, apresentou três caminhos para as marcas entrarem em campo e operarem na velocidade da torcida. O primeiro passo são as sessões exclusivas da pesquisa desenhadas para desbloquear o conteúdo completo do estudo e aplicá-lo à realidade de cada marca.

Já para quem precisa de agilidade na execução, apresentamos o Faísca, nossa sprint criativa de 3 dias que reúne um time multidisciplinar e creators para resolver problemas complexos de comunicação e construir presença.

Além destes métodos, Quentin também introduziu a Listen To Your Fans, nossa plataforma proprietária que permite mapear, qualificar e nutrir fandoms por meio de módulos integrados, como o FandomFinder para descobrir nichos e o Fandômetro para medir a temperatura dessas comunidades.

quentin mahe
crowd

Depois dos 90 minutos…

Após o apito final, a nossa conversa se estendeu para a prorrogação em um happy hour no próprio Museu de Futebol para que nossos convidados pudessem debater as novas regras do jogo.

Monks happy hour

Quer escalar seu time para jogar na velocidade da cultura? Cadastre-se agora em nossa landing page para receber o conteúdo da pesquisa e entre em contato pelo e-mail aeradosfandoms@monks.com para agendar sua sessão exclusiva ou ativar a plataforma Listen to Your Fans para sua marca.

O futebol migrou da TV para o feed. Conheça a pesquisa A Era dos Fandoms: Modo Torcida e veja como conectar sua marca aos novos torcedores. advertising and culture culture marketing culture marketing brand awareness brand campaigns Cultura

A Era dos Fandoms: desvendando as comunidades de fãs brasileiros

A Era dos Fandoms: desvendando as comunidades de fãs brasileiros

Cultura Cultura 4 minutos de leitura
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Escrito por
Monks

Fandoms

Conheça nossa pesquisa e entenda como fãs dedicados, conteúdo gerado por fãs e demanda por novidades autênticas criam oportunidades para as marcas de cocriar e entregar experiências inéditas com responsabilidade — o caminho para relevância cultural e retorno financeiro.

 

Swifties, little monsters, fiéis, torcida tricolor, potterheads e lolzeiros. Se antes esses nomes representavam nichos, hoje eles ditam o rumo da cultura. Em nossa pesquisa “A Era dos Fandoms”, entramos no universo dos fãs para entender a transformação radical na forma como nos relacionamos com marcas e o com consumo, com os fandoms criando um ecossistema onde a paixão coletiva se torna uma força inegável. 

Ao longo do tempo, a jornada dos fãs passou por mudanças que os tiraram da margem e os colocaram no centro de tudo. O que antes era um comportamento quase antissocial praticado na intimidade, se tornou um traço identitário e motivo de orgulho. Em um cenário digital que favorece a consolidação de “meganichos”, qualquer pessoa pode encontrar uma comunidade para compartilhar seus interesses mais específicos. Essa paixão agora é cultivada como um ativo, onde fãs se tornam influenciadores e criadores.

Com essa nova centralidade, os fandoms se tornaram a próxima fronteira para marcas que buscam criar conexões autênticas, movimentando um mercado bilionário, com um potencial que vai muito além. Eles evoluíram para se tornar vetores de transformações econômicas e até políticas. Portanto, ignorá-los não é mais uma opção. Fazer parte da Era dos Fandoms é entender como a nova geração se organiza, engaja e consome, e o primeiro passo para qualquer marca que deseje construir algo culturalmente relevante.

Desafios e oportunidades para as marcas na Era dos Fandoms

As marcas encontram potencial de alto engajamento, mas devem trabalhar com autenticidade. No Brasil, 38% das pessoas se reconhecem como fãs e 71% vêem os fãs brasileiros como os mais dedicados da internet. Além disso, um fã brasileiro gasta em média R$ 200 por mês com itens relacionados aos ídolos.

Para elas, os desafios incluem o risco de mobilização negativa, já que 64% veem o ódio como tão potente quanto o amor pelos ídolos. Além disso, fãs são criteriosos e têm um faro aguçado para detectar o que é fake ou oferece pouco valor. É preciso tomar cuidado para não adotar a simples lógica do endosso e do puro incentivo à gastação.

Por outro lado, aquelas que souberem se conectar com os fãs de forma genuína podem acessar oportunidades significativas: 56% dos entrevistados acham que as marcas deveriam se preocupar em oferecer algo inédito para os fãs. Além do potencial de consumo, eles são criadores de conteúdo valiosos, com 52% considerando conteúdo de fãs tão bom quanto o oficial. Se você tinha dúvidas de que cocriação é o caminho, agora não tem mais…


 

Monks Event A Era dos Fandoms

Sobre a pesquisa

Lançada em outubro de 2024, a pesquisa “A Era dos Fandoms” foi oficialmente apresentada ao público em um evento com paineis conduzidos por especialistas da Monks e da floatvibes. Marcas que estavam presente, como Kraft Heinz, Cimed, Santander, Melissa, Mondelez e O Boticário, puderam conhecer dados inéditos sobre o comportamento do fã brasileiro:

Fandoms em números

  • 38% de brasileiros se identificam como fãs.
  • 40% deles afirmam que não conseguem imaginar suas vidas sem acompanhar seus ídolos ou objetos de admiração.
  • Um fã brasileiro gasta em média R$200 por mês para alimentar essa relação.
  • 37% acreditam que a dedicação de um fã pode ser medida pelo dinheiro investido em seus objetos ídolos.
  • 55% dos fãs afirmam que a maior motivação para consumir é a felicidade de viver experiências ligadas aos seus ídolos.
  • 56% dos entrevistados acreditam que marcas deveriam se preocupar em oferecer algo inédito e exclusivo.
monks at era dos fandoms event
monks at era dos fandoms event

Números em PR

  • R$3,8M em earned media
  • +170 mil impressões orgânicas nas redes sociais
fandoms pr results

Na velocidade da cultura

A Era dos Fandoms é a prova definitiva de que o mundo se move na velocidade da cultura. As expectativas dos consumidores aceleram, a atenção diminui e a hipersonalização é o novo padrão. Para as marcas que ainda operam em ciclos de campanhas tradicionais, esse cenário é um desafio imenso. Pois os fandoms não esperam, eles criam, reagem e conversam em tempo real. É por isso que na Monks desenvolvemos o modelo real-time brands, uma abordagem que integra social media, experiência do cliente e gestão de marca para que sua mensagem participe ativamente da cultura, transformando a criatividade em uma conversa contínua.

Na prática, como colocamos isso em ação? Nós tomamos o pulso da cultura, utilizando ferramentas de listening para entender o que está acontecendo agora e ciclos criativos ultra rápidos, como nosso modelo de sprint proprietário, Faísca, para transformar insights em campanhas prontas para rodar em questão de dias. Ser uma real-time brand é ter a agilidade necessária para engajar fandoms em seus próprios termos.

Entendemos que cada marca possuí um desafio único ao se conectar com essas comunidades apaixonadas. Por isso, se você se interessou por este conteúdo e quer levar sua estratégia para o próximo nível, desenvolvemos dois pacotes de imersão para transformar a teoria em prática:

 

  • Strategic Deep Dive: Tenha acesso a pesquisa completa “A Era dos Fandoms”, com um capítulo customizado para o seu segmento, e descubra caminhos estratégicos para sua marca em uma sessão de até 3 horas com o time de especialistas da Monks.
  • Faísca: Nosso modelo de sprint proprietário que promove uma imersão criativa de 5 dias com nossa metodologia exclusiva para solucionar um desafio de marca. Colaborando com especialistas, convidados e creators, transformamos seu problema em uma solução criativa e acionável.

 

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Os DJs são as principais atrações da atualidade, e a Internet sabe disso

Os DJs são as principais atrações da atualidade, e a Internet sabe disso

Ativações de marca Ativações de marca, Cultura 10 minutos de leitura
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Escrito por
A.Jay Johnson
Associate Culture Strategy Director

A DJ in a dark suit plays music at a brightly lit event, while another individual in a patterned shirt and sunglasses stands to his left at the DJ booth. Several people are visible behind them, dancing and holding up their phones.

Vamos ser claros: os DJs não estão mais apenas misturando músicas, eles estão fazendo a curadoria da cultura. De festivais lotados a salas de estar discretas, os DJs estão moldando a forma como nos reunimos, o que ouvimos e como nos conectamos. Plataformas de streaming como YouTube, Twitch e TikTok se tornaram pistas de dança digitais, e os DJs estão criando ecossistemas de som, identidade e vibração em tempo real. Deixe este artigo nos seus favoritos, pois já temos uma lista de reprodução para o verão.

Seja propondo acordos, colocação de produtos ou eventos colaborativos, chegou o momento de as marcas que valorizam a cultura se envolverem enquanto a energia está no auge. Os DJs vão além da música: são curadores confiáveis, âncoras culturais e novos influenciadores. Eles criam ambientes envolventes e inspiram a vibração ideal, conquistando a confiança de comunidades que muitas marcas encontram dificuldade em alcançar. Por isso, são parceiros ideais — não apenas para definir o tom de uma campanha, mas para gerar conexões reais e significativas. Antes de avançar, é importante entender o que está impulsionando essa transformação na maneira como os DJs movimentam a cultura.

Como as pessoas estão se conectando com os DJs de novas maneiras?

A experiência típica das baladas não está totalmente morta, mas não é mais o único lugar onde a cultura está sendo construída. Desde pop-ups com DJ Sets em cafeterias e pizzarias, à sets ao nascer do sol ou sonorizando uma sessão de exercícios em uma área de lazer com vista para a cidade. DJs não estão apenas nas tradicionais festas - eles estão arquitetando momentos. Do outro lado, nós como ouvintes, criamos os nossos.

Vimos uma mudança cultural: em vez de bares e clubes, as pessoas estão se voltando para a mídia social na forma de sets do YouTube, transmissões do Twitch e mixagens selecionadas para criar um ambiente em espaços mais íntimos e cotidianos. E, embora as empresas há muito tempo reproduzam mixagens do Spotify e listas de reprodução personalizadas para criar um ambiente, agora estamos vendo barbearias transmitirem um set de um coletivo como o Black House Radio, ou estúdios criativos fazendo looping das mixagens do Sunday Cleaning para manter o fluxo.

E com o surgimento da "Era da Hospedagem", Millenials e Gen Z estão preferindo salas de estar a locais barulhentos, ouvindo sets por meio de alto-falantes e TVs, transformando a curadoria sonora em parte de uma experiência mais aconchegante (inclusive eu; acendo um incenso, coloco um set e deixo o som se fundir à minha noite.)  Essa mudança reflete uma transição da vida noturna para um estilo de vida onde os DJs oferecem mais do que entretenimento; transmitem energia. E é exatamente essa transformação que as marcas precisam observar.

O que está sinalizando essa mudança?

Assistir aos sets de DJs já foi um nicho, mas essa mudança no consumo é um importante sinal cultural impulsionado, em parte, pelas plataformas de streaming. No ano passado, as assinaturas pagas do YouTube aumentaram em 20 milhões, atingindo 100 milhões em todo o mundo - e, de acordo com nosso social listening, muitos usuários fizeram o upgrade apenas para desfrutar de sets de forma ininterrupta. Serviços como o YouTube Premium tornaram-se essenciais para o streaming contínuo, permitindo que a música continue sendo reproduzida mesmo com a tela bloqueada ou o aplicativo fechado.

O setor global de dance music também está crescendo, com um aumento de 34% nas transmissões em 2022. Grandes festivais como o Coachella refletem essa mudança, com artistas de dance, & DJ e EDM representando 40% de sua programação de 2025. Mas não se trata apenas de dance music. Sons regionais como Afrobeat, Cumbia e Amapiano estão no topo das paradas do Shazam, graças aos DJs que apresentaram esses gêneros a novos públicos.

Do Brooklyn a Joanesburgo, os coletivos de DJs estão construindo comunidades por meio do som, servindo como cola em espaços digitais e físicos onde as pessoas se reúnem para vibrar, descomprimir e se reconectar. Embora os algoritmos sugiram músicas, são os DJs que trazem à tona joias esquecidas, criam novos sons e dão vida aos momentos cotidianos. Eles não são mais apenas ruído de fundo - eles estão moldando a cultura em tempo real.

Quando se trata de entrar no mix, quais marcas estão acertando?

As marcas com visão de futuro já estão reconhecendo o poder da cultura DJ, aparecendo de forma autêntica, não oportunista.

Antes do fim de semana do Coachella, a H&M organizou um mini festival de música gratuito que colocou as coletivas de DJs na frente e no centro do evento principal - e não apenas na trilha sonora. Ao criar uma experiência imersiva de moda e música em torno desses coletivos, a H&M demonstrou o que é se envolver autenticamente com a comunidade e permitir que os DJs sejam a atração principal da cultura.

Outras marcas também estão encontrando maneiras criativas de participar. A Sprite Chill fez uma parceria com a Black House Radio para co-criar um conjunto de DJs de marca que misturou produto e vibração. Em vez de um patrocínio forçado, a colaboração pareceu um kiki comunitário descontraído (trocadilho intencional). É um modelo de como as marcas podem explorar a cultura dos DJs de uma forma que repercuta.

Pronto para explorar como sua marca pode se conectar com os DJs e as comunidades que eles atendem? A seguir, apresentamos uma lista de alguns dos maiores coletivos e plataformas de DJs a serem observados - sem nenhuma ordem específica - desde nomes estabelecidos até novos talentos promissores. Há tanto talento nesse espaço que essas listas não são exaustivas, mas devem ser ótimos pontos de partida para você mergulhar na cultura atual de DJs.

Coletivos e plataformas fundamentais para DJs

Esses coletivos e plataformas de DJs estabeleceram as bases para a cena atual, unindo o online e o IRL com sets que inovam gêneros e públicos globais.

  • The Lot Radio - Uma estação de rádio on-line independente e sem fins lucrativos que transmite 24 horas por dia, 7 dias por semana, a partir de um contêiner de transporte recuperado em Nova York. Ela oferece um fluxo contínuo de música diversificada e serve como um centro comunitário com um quiosque no local que oferece café, cerveja, vinho e lanches.
  • Soulection Radio - Soulection é uma plataforma multifacetada e uma comunidade centrada na descoberta de música, curadoria e expressão cultural, frequentemente descrita como "The Sound of Tomorrow"
  • NTS - A NTS é uma plataforma de rádio global que transmite música de mais de 50 cidades em todo o mundo, ao vivo 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Boiler Room - Uma das principais plataformas de streaming de DJs, a Boiler Room já realizou shows em mais de 100 cidades em todo o mundo, acumulando mais de 3,5 bilhões de minutos de música transmitida em 2015. Com picos de audiência que chegam a 400.000 espectadores por apresentação, tornou-se um palco global onde artistas como Kaytranada exibiram seus cortes de DJ, expandindo a produção para a curadoria ao vivo.
  • The Lab by Mix Mag - A série de streaming de DJs Mixmag Lab começou em 2013. É uma série emblemática em que os DJs tocam sets íntimos para fãs locais que são transmitidos para um público global.

A Nova Guarda

Estes são os coletivos de DJs e as plataformas a serem observados. Várias delas começaram como séries do YouTube e depois cresceram para organizar noites especiais em clubes e eventos IRL.

 

 

  • Black House Radio - Homenageia DJs e sons negros, unindo eras do house. Também homenageia o fato de o house ter começado em espaços muito queer.
  • Papi Juice - Um coletivo de DJs de Nova York que celebra a vida de pessoas queer e trans de cor por meio de música e arte visual
  • Apartment Life - Uma série íntima de sets de DJs que levam a festa para ambientes caseiros
  • Elevator Music Live - Este espaço exclusivo para artistas mostrarem seu talento e estilo musical em um ambiente não convencional, como um elevador onde convidados surpresa frequentes entram entre os andares. O comediante Zack Fox mostrou suas habilidades de DJ nessa plataforma, com 1,4 milhão de transmissões somente no YouTube
  • The Living Room / socialSupplyVA - A Social Supply é uma equipe com sede em Virginia Beach que transforma espaços cotidianos em centros culturais, de salas de estar a áreas de lazer. Eles se dedicam à música, ao design e à comunidade, abrindo espaço para que os criativos locais brilhem com força e orgulho.
  • Major League DJz - Uma dupla de irmãos gêmeos sul-africanos, Bandile e Zinhle Mbere são conhecidos por sua mistura eclética de hip-hop americano e música sul-africana.

20 DJs para seguir agora mesmo

Uma mistura de produtores musicais que atuam como DJs, além de vários seletores, curadores de vibrações e condutores culturais que estão moldando o som do momento.

 

 

  • Fred Again - DJ, cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor musical britânico. Ele é conhecido por suas batidas emocionais e já colaborou com artistas como Ed Sheeran, BTS e Stormzy.
  • Andre Power - Cofundador e diretor criativo da Soulection, conhecido por suas misturas suaves e com infusão de soul. Seus eventos globais "LINK UP" promovem a comunidade por meio de som e estilo.
  • Zee Muffin - DJ em ascensão que traz personalidade e diversão a cada apresentação, Zainab Hasnain, também conhecida como ZEEMUFFIN, é uma DJ e produtora nascida no Paquistão e criada em Nova York. Seu treinamento clássico e sua formação multicultural dão a seus sets uma energia diversificada e agradável ao público.
  • Jamie xx - DJ, produtor musical, remixer e membro da banda de indie-pop the xx.
  • Eli Escobar - Um DJ por excelência da cidade de Nova York, Eli Escobar mistura as raízes do hip-hop com a house music, criando sets que ressoam com a cultura de dança diversificada da cidade.
  • Uncle Waffles -  Nascida Lungelihle Zwane, em Eswatini, Uncle Waffles é uma DJ sul-africana que está causando sensação em todo o mundo com seus sets dinâmicos de Amapiano e seu talento multifacetado.
  • David Victor - Artista que mistura as linhas entre house e hip-hop, é viral e conhecido por suas transições interessantes e por incorporar momentos culturais, como referências a desenhos animados ou jingles.
  • Zack Fox - Comediante e agente do caos, apresentando sets de DJ surpreendentemente atraentes
  • 454 - Um inovador sônico que canaliza o calor do sul e a estética alternativa da rave
  • Yaeji - Yaeji é uma produtora, DJ e vocalista de Nova York, via Seul, cujas faixas introspectivas e prontas para a pista de dança a tornaram um ícone global, ocupando um espaço próprio. Ela mistura o coreano e o inglês como uma vibração, misturando house, hip-hop e lo-fi em algo totalmente seu.
  • Arty Furtado - Oriundo de Genebra, Suíça, Arty Furtado é um criativo multidisciplinar e fundador da Furtado Global, conhecido por seus vibrantes sets de DJ e eventos culturais.
  • BNYX - Benjamin Saint Fort, também conhecido como BNYX, é um produtor de ascendência haitiana nascido na Filadélfia, reconhecido por seu som que desafia gêneros e colaborações com artistas como Drake e Lil Uzi Vert.
  • Mike O'Leary - Mike é um DJ baseado em Syracuse que chamou a atenção pela primeira vez no YouTube com sua série Sunday Cleaning - uma série do R&B mais groove dos anos 80 e 90 e hip-hop suave e melódico do início dos anos 2000. Atualmente, ele está se apresentando em cafeterias e locais aconchegantes em diferentes cidades, trazendo essas vibrações nostálgicas para espaços íntimos que parecem pessoais e acolhedores.
  • Honey Djion - Honey Dijon, nascida em Chicago, é uma renomada DJ e produtora trans, famosa por seu profundo conhecimento de house music e pela defesa dos direitos trans no cenário da dance music.
  • DJ Miss Milan - Conhecida como a "Fairy Vibemother", a DJ Miss Milan é a DJ oficial da artista Doechii, vencedora do Grammy, levando energia eletrizante aos palcos do mundo todo
  • Bobby Nsenga - Bobby Nsenga ganhou popularidade com suas mixagens de "sala de estar" no YouTube, criando sessões de DJ íntimas que se conectam profundamente com seu público. Ele é considerado um dos primeiros nesse gênero vibrante de sets do YouTube.
  • Kaytranada - Popular produtor musical e DJ haitiano-canadense conhecido por sua mistura única de dance music, hip-hop, R&B e funk. Trabalha com muitos artistas como Freddie Gibbs, Kali Uchis, Donald Glover, Anderson .Paak e Kendrick Lamar.
  • INVT - A dupla INVT, nascida em Miami, mistura dança eletrônica e gêneros latinos, autoproduzindo e masterizando suas músicas e ganhando reconhecimento como estrelas em ascensão na cena eletrônica
  • Shaun Ross - Um dos primeiros modelos profissionais do sexo masculino com albinismo, Shaun expandiu suas atividades criativas para a música, mostrando sua versatilidade como artista.
  • Odalys - Odalys Peña, nativa do Harlem, é uma DJ e formadora de opinião conhecida por seu estilo de Nova York e por sua influência em várias plataformas criativas.

 

Confira alguns dos DJs mencionados acima neste mix com curadoria:

Cenário Brasileiro 

Por fim, unimos esforços e construímos uma lista direcionada ao cenário brasileiro, acompanhe as dicas de coletivos e DJs:

1. Veneno Live: Plataforma de rádio independente que pulsa no coração da cena eletrônica brasileira. Transmitindo 24h por dia, conecta DJs, coletivos e ouvintes por meio de uma curadoria local viva — com sets, conversas e lives que documentam a ebulição cultural de São Paulo. Ao arquivar performances e criar redes criativas, a Veneno se consolida como um hub da música eletrônica brasileira no Brasil e no mundo.

2. Na Manteiga Rádio: Criada em São Paulo em 2015, a Na Manteiga Radio se tornou uma das principais rádios independentes do Brasil. Com curadoria livre e sets ao vivo, o coletivo promove encontros sonoros entre artistas locais e internacionais, conectando a cena underground brasileira ao mundo.

3. Rinse FM: Fundada como rádio pirata em Londres nos anos 90, a Rinse FM foi crucial para o grime e a cena club britânica. Hoje com filiais como a Rinse France, a plataforma abriga o programa BAÏLE, do brasileiro Felipe Maia, que apresenta o baile funk como som global e periférico, conectando o Brasil às pistas e debates internacionais.

4. Function FM: Uma web rádio independente sediada em Minas Gerais que desde 2020 funciona como laboratório de experimentação sonora. Com uma programação autoral e eclética, reúne DJs e seleções que transitam entre eletrônica, experimental, percussão e música de coletivos, conectando cenas locais a audiências globais por meio de plataformas como SoundCloud e transmissões ao vivo 24/7 

 

"A renascença da vida noturna não é meramente uma mudança de local, é uma redefinição de como nos reunimos, ouvimos e nos movemos com a música. Do 'soft clubbing' às experiências sonoras curadas, o essencial permanece o mesmo: um anseio por conexão coletiva onde o som transcende o entretenimento e se torna um ritual compartilhado, sinestésico e transformador." Mariana Bernardes, Senior Cultural Insights na Monks Brasil
 

DJs brasileiros que moldam o som atual, combinando produtores, seletores e curadores culturais:

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Cinco chaves para desbloquear a cultura por meio de parcerias

Cinco chaves para desbloquear a cultura por meio de parcerias

Cultura Cultura, Marketing de influência 6 minutos de leitura
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Escrito por
Aki Spicer
EVP, Strategy (NAMER)

Picture collage of employees at ANA Conference

No início deste mês, tive a oportunidade de falar na Conferência Brand Masters da ANA, uma reunião das mentes mais afiadas do marketing, onde marcas antigas e inovadores emergentes convergem para moldar o futuro do nosso setor. Lá, subi ao palco ao lado de Danielle Spikener, diretora de impacto da Kraft Heinz, para compartilhar a história por trás de uma de nossas colaborações culturais mais ousadas e gratificantes.

Juntamente com a Kraft Heinz, nossa equipe se propôs a responder a uma pergunta simples, mas poderosa: O que acontece quando você une uma marca construída com base no sabor (Heinz) com um criador que tornou seu nome sinônimo de sabor (DJ Mustard)? A resposta surgiu durante a maior noite da música, o Grammy, onde transformamos um meme e um momento do hip-hop em um movimento que repercutiu muito além da tela. Mais do que uma brincadeira inteligente com nomes, a campanha Heinz x DJ Mustard foi um testemunho do que é possível fazer quando marcas e criadores se conectam por meio de valores compartilhados, respeito mútuo e uma adoção destemida da cultura.

Juntos, Danielle e eu analisamos como essa parceria surgiu, o que a fez funcionar e por que ela está estabelecendo um novo padrão para o marketing voltado para a cultura. Nesta recapitulação, estou compartilhando cinco conclusões importantes de nossa conversa - lições que qualquer marca ou profissional de marketing pode usar para transformar o insight cultural em impacto no mundo real.

Comece com autenticidade.

Sejamos honestos; quando você ouve "DJ Mustard x Heinz Mustard", a vitória fácil é o jogo de palavras. Mas as grandes parcerias são mais profundas do que um meme ou um trocadilho momentâneo. Desde as primeiras conversas com Danielle e a equipe da Kraft Heinz, estávamos alinhados: isso não poderia ser apenas uma piscadela inteligente para a Internet. "Seu nome verdadeiro, nome de nascimento, é Dijon. Funciona. Mas o porquê tinha que ser mais profundo do que isso", como Danielle disse no palco.

Começamos com uma forte ancoragem no valor da marca "amor irracional" e "fazer o que é comum de forma incomum", além de permanecermos imersos nos objetivos do negócio: levar a Heinz para as gerações mais jovens e para os diversos públicos em crescimento, reforçar as vendas durante a temporada de grelhados no verão e aumentar a visibilidade.

Quando nos propusemos a descobrir essas conexões mais profundas, descobrimos que DJ Mustard não é apenas um produtor com um apelido atraente - ele é um verdadeiro amante da comida e um grelhador apaixonado. Este é um cara com um frasco de mostarda incrustado de diamantes em homenagem ao seu amor pelo produto. Ele é um fã da Heinz que vive a marca, tanto na cozinha quanto na cultura. Ambos são mestres em seus ofícios e formadores de opinião em suas áreas.

Em outras palavras, essa parceria nunca foi uma sinergia superficial. Ambas as partes compartilhavam o respeito mútuo pela arte, pelo sabor e pela influência, transformando um momento crítico em algo com real poder de permanência.

Liderar ouvindo a cultura.

Uma das habilidades mais subestimadas no marketing moderno é ouvir o seu público, realmente ouvir. Antes que a colaboração Heinz x DJ Mustard se tornasse uma manchete, ela começou como uma dança lenta e divertida. Nossa abordagem foi simples: não entre na festa, espere pelo convite.

Assim, em vez de fazer um grande anúncio do nada, nós provocamos, demos dicas e nos envolvemos com os fãs nas plataformas sociais. Observamos as conversas, ouvimos o que as pessoas estavam esperando e respondemos de forma orgânica. Danielle acertou em cheio quando disse: "A palavra-chave é ouvir. Não aparecemos apenas para lançar uma bomba sobre a cultura, mas para nos envolver, sentar e ouvir"

Pense nisso como identificar alguém em uma sala lotada - é muito mais significativo chamar a atenção da pessoa e trocar um olhar de conhecimento do que gritar suas intenções desde o início. "É muito mais atraente ver a pessoa notando você do outro lado da sala. Por isso, tivemos que começar por aí. Dizer: estamos vendo você. E, além disso, vemos você nos vendo", como disse Danielle.

Esse período de escuta social e envolvimento gentil foi nosso campo de testes. A validação que recebemos dos fãs transformou o que poderia ter sido uma ação arriscada em algo que todos queriam ver acontecer. Quando a campanha foi lançada oficialmente, parecia inevitável, como se o próprio público tivesse desejado que ela existisse. Esse é o poder do fandom quando você respeita a cultura e dedica tempo para ouvir.

DJ Mustard holds a bedazzled Heinz Mustard bottle

Perceba que a cultura não vive em uma sala de conferências.

A inovação cultural não acontece em um vácuo. Para realizar uma parceria tão ambiciosa quanto a Heinz x DJ Mustard, foi necessária uma verdadeira colaboração em todos os limites: marca, agência, criador e partes interessadas internas.

Estabelecemos um ciclo de feedback que reuniu as equipes da Kraft Heinz, nossos parceiros de agência e a própria equipe do DJ Mustard. O objetivo era uma visão compartilhada, um entendimento compartilhado e a disposição de deixar a hierarquia de lado.

Na verdade, fizemos questão de levar a cultura diretamente para essas salas - às vezes, literalmente. Nunca me esquecerei do momento em que o DJ Mustard participou virtualmente de uma das reuniões da nossa equipe de marca, fazendo zoom no banco de trás do seu Maybach. Além de trazer o poder das estrelas, Mustard trouxe ideias reais e práticas para a inovação de produtos, embalagens e histórias. Ele também trouxe um pouco de humanidade ao compartilhar sua história pessoal, suas perspectivas e seu propósito (família, fé, cozinhar como uma saída criativa).

Esse momento revelou a importância de diminuir os graus de separação entre a cultura e a marca. Quando os criadores são convidados como verdadeiros parceiros, e não apenas como porta-vozes, a inspiração flui para os dois lados. É nessas sessões francas e multifuncionais - em que os títulos ficam em segundo plano e a paixão lidera - que nascem as ideias mais poderosas. Foi isso que fez com que essa parceria parecesse não apenas relevante, mas inevitável.

O risco e a coragem são o motor da inovação cultural.

Se você quer mudar a cultura, não pode jogar pelo seguro. As campanhas mais memoráveis nascem de uma disposição para assumir riscos e abraçar o desconhecido. Na Kraft Heinz, trabalhamos muito para cultivar o que Danielle chama de "espaços seguros para a coragem estratégica cultural"

Sabíamos que sempre haveria riscos ao entrar em uma nova conversa cultural, mas é exatamente aí que está a oportunidade. Quando você cria espaço para ideias ousadas e discussões honestas, você capacita suas equipes a dar os tipos de saltos que levam a um impacto real.

Colocamos isso em prática por meio de iniciativas como a nossa série "State of the Culture", um currículo contínuo que mantém os profissionais de marketing em sintonia com o que está acontecendo, o que está por vir e, principalmente, por que isso é importante. Como disse Danielle, "Nós nos mantemos prontos para não precisarmos nos preparar" Essa mentalidade nos permitiu reconhecer o momento, agir rapidamente e lançar uma campanha realmente corajosa. Em um mundo em que a relevância é passageira, é esse espírito de aprendizado contínuo e de assumir riscos que mantém nosso trabalho à frente da curva.

DJ Mustard stands beside two chefs for a taste test.

Não se esqueça: o burburinho tem pouco significado sem resultados comerciais.

No final das contas, o impacto cultural deve se traduzir em impacto comercial. As impressões e as manchetes são importantes, mas o verdadeiro sucesso é medido pela forma como uma campanha movimenta a agulha da marca. Com a Heinz x DJ Mustard, vimos em primeira mão como a relevância cultural gera resultados comerciais - e até mesmo a evolução da própria marca.

Os primeiros sinais de sucesso são positivos: aumentos na intenção de compra (e o produto ainda nem foi lançado), aumentos no tráfego do site, mais de um bilhão de impressões ganhas com algumas das mais altas pontuações de sentimento para a marca e uma energia renovada entre os relacionamentos de varejo e QSR da marca. Mas o efeito foi muito além de apenas uma única queda de produto. Como Danielle nos desafiou: "Como usamos esse momento para explorar algo real que pode se transformar em algo maior? "

Espere mais do esforço à medida que entramos na grande temporada de grelhados de verão e lançamentos de produtos - com mais desenvolvimentos a serem revelados em breve.

Estamos provando que a inovação cultural, quando bem feita, gera uma nova relevância no varejo, desperta um novo interesse e cria o que chamo de "amor irracional" - o tipo de paixão e lealdade que transforma consumidores casuais em fãs para toda a vida.

Esse é o verdadeiro poder do marketing voltado para a cultura. Ele não se limita a seguir tendências. Ele cria um novo impulso, um novo significado e novas oportunidades de negócios, transformando o que poderia ter sido apenas um momento em um valor de marca duradouro.

Saiba como a Kraft Heinz e o DJ Mustard transformaram uma campanha viral do Grammy em resultados comerciais reais e duradouros por meio de um marketing inovador voltado para a cultura. brand masters culture marketing kraft heinz cultural innovation Marketing de influência Cultura

Lollapalooza 2025 reúne fãs de duas gerações distintas e reforça contrastes

Lollapalooza 2025 reúne fãs de duas gerações distintas e reforça contrastes

Cultura Cultura 3 minutos de leitura
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Monks

shawn mendes, olivia rodrigo, alanis morrisete and justin timberlake

Shawn Mendes, Olivia Rodrigo, Alanis Morissette e Justin Timberlake são algumas das atrações principais do Lollapalooza Brasil 2025 • Montagem CNN

 

Duplas Alanis Morissete-Justin Timberlake e Shawn Mendes-Olivia Rodrigo tendem a atrair públicos de faixas etárias distintas

A edição deste ano do Lollapalooza Brasil deve evidenciar as diferenças entre o jeito de ser fãs de duas gerações diferentes. O festival começa nesta sexta-feira (28), vai até domingo (30) e contará com shows de nomes como Shawn Mendes, Alanis Morissette, Olivia Rodrigo e Justin Timberlake

Segundo Fabiano Carvalho, diretor de pesquisa cultural e insights da Monks, as atrações principais do Lolla 2025 reúnem fãs que se agrupam em duas faixas etárias, que expressam seu carinho pelos ídolos de maneiras diferentes e também cobram e esperam coisas distintas. Ele explica que os fãs de Olivia Rodrigo/Shawn Mendes e Alanis Morissette/Justin Timberlake têm sua relação com os ídolos influenciadas pela forma como o mundo era quando eles formaram suas visões de mundo.

Para chegar a essa conclusão, Carvalho teve como base os aprendizados colhidos na pesquisa “A Era Dos Fandoms”, divulgada pela Monks em 2025. Segundo ele, Olivia e Shawn Mendes tendem a possuir admiradores mais jovens, que cresceram com a internet e estão agora desbravando o mundo cheios de crenças e ideais.

“Estamos nos referindo principalmente a fãs jovens que se conectaram com seus hinos sobre desgostos adolescentes, insegurança e amadurecimento — uma geração que cresceu com a internet. Esses fãs estão em uma fase de expansão de seus universos e ideais, indo além da influência da família e da escola”, explica.

“Vejo nesses fãs a skin Devoto, que representa 29% dos entrevistados. Esse fã busca a celebração contínua do seu objeto-ídolo, independentemente das circunstâncias. São movidos por paixão e têm um hiperfoco intenso no artista que admiram. Ele investe tempo na manutenção do fandom e, acima de tudo, dinheiro para consumir tudo relacionado ao universo que ama.”

Por outro lado, Alanis Morissette e Justin reúnem fãs que, em sua maioria, fazem parte de outra época e baseiam seu afeto por eles na nostalgia trazida pelas músicas. Eles não costumam focar sua idolatria em um artista só e sentem falta de quando a vida era mais simples.

“Uma skin de fãs que se conecta com artistas como Alanis Morissette e Justin Timberlake é o Fã Poli. Esse perfil representa 17% dos brasileiros entrevistados, com uma média de idade entre 25 e 35 anos. O Fã Poli tem interesses múltiplos e não acredita que precisa alimentar rivalidades entre seus objetos-ídolos — vários artistas e referências têm espaço em seu coração, tornando-o um fã mais desapegado”, contrapõe Carvalho.

“Algo interessante que vem acontecendo são os festivais e turnês revival tendo principalmente o público millenial e boomer como audiência. Esse fenômeno reflete a nostalgia como um forte motor do entretenimento, trazendo de volta artistas e bandas que marcaram época, principalmente de estilos como rock, indie e pop.”

Brasileiros são mais fanáticos?

A pesquisa da Monks também mostra que 71% dos entrevistados acreditam que os brasileiros são os fãs mais dedicados da internet, o que comprova a crença interna de que o Brasil tem um jeito diferente de se relacionar com seus ídolos.

“Em 2024, vimos fãs orando juntos em um space do antigo Twitter (X) para que o álbum de Katy Perry não flopasse. Sem contar os inúmeros artistas internacionais que recorrem a feats com artistas brasileiros para alcançar o topo dos charts”, lembra Carvalho.

Ele defende que isso é ainda mais especial quando a pessoa admirada também é brasileira. “O fã brasileiro tem um orgulho especial pelos artistas, atletas e produtos culturais do país, defendendo-os e celebrando-os com unhas e dentes.Um exemplo marcante foi o caso de Fernanda Torres, em que fãs brasileiros invadiram a página da Academia para reivindicar reconhecimento”, disse.

Lollapalooza começa nesta sexta (28)

A 12ª edição do festival Lollapalooza ocorre nos dias 28, 29 e 30 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Os headliners deste ano são Olivia Rodrigo e Rüfüs du Sol, que se apresentaram na sexta-feira (28); Shawn Mendes e Alanis Morissette, que cantam neste sábado (29); e Justin Timberlake e Tool, que sobem aos palcos principais no domingo (30).

lista completa de atrações do line-up foi divulgada em setembro de 2024 e também conta com nomes como Benson Boone, Foster The People, Zedd e Tate McRae, além dos brasileiros Jão, Sepultura, Marina Lima, Drik Barbosa, Jovem Dionisio e Tropkillaz.

 

Artigo originalmente publicado na CNN Brasil

Gerações em contraste! Shows de Olivia Rodrigo e Timberlake revelam diferenças entre os fãs no festival. advertising and culture culture Cultura

Fãs de Alanis são 'poli'; os de Olivia Rodrigo, 'devotos': Lolla mostra a mudança nas gerações de público

Fãs de Alanis são 'poli'; os de Olivia Rodrigo, 'devotos': Lolla mostra a mudança nas gerações de público

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Monks

olivia rodrigo, justin timberlake, alanis morrisete & shawn mendes

Olivia Rodrigo, Justin Timberlake, Shawn Mendes e Alanis Morissette estarão no Lollapalooza Brasil 2025 — Foto: Reprodução/Instagram

 

Estudo aponta os comportamentos de cada faixa etária de fãs. Festival deste ano mostra, na prática, como millenials e geração Z tendem a ver seus ídolos de forma diferente; entenda.

A edição deste ano do Lollapalooza mistura gerações de fãs e une um grupo nostálgico dos trintões, que vai matar a saudade de Alanis Morissette e Justin Timberlake, com os jovens entre 16 e 24 anos, que vão poder se emocionar com Olivia Rodrigo e de Shawn Mendes.

Um estudo feito pela consultoria de marketing Monks em parceria com o instituto de pesquisa comportamental Floatvibes explica algumas características que definem cada tipo de fã do Brasil. Para começar, a pesquisa categorizou os fãs da seguinte maneira:

  • Poli
  • Devoto
  • Emocionado
  • Influenciados

E no Lollapalooza, quem é quem? Para entender os comportamentos dos fãs que vão prestigiar o festival, o g1 conversou com Fabiano Carvalho, diretor de pesquisa cultural e insights da Monks.

 

Fãs de Alanis Morissette e Justin Timberlake

O perfil de fãs que se conecta com artistas como Alanis Morissette e Justin Timberlake é o Fã Poli. Fabiano explica que esse perfil representa 17% dos brasileiros entrevistados, com uma média de idade entre 25 e 35 anos.

"O fã Poli tem interesses múltiplos e não acredita que precisa alimentar rivalidades entre seus objetos-ídolos — vários artistas e referências têm espaço em seu coração, tornando-o um fã mais desapegado", analisa.

Entre as características dos fãs Poli, estão:

  • têm menos preconceito;
  • possuem grandes expectativas por lançamentos;
  • e podem gostar de artistas que a mídia gosta de rivalizar.

Outro perfil que entra para o time Alanis-Justin é o de fã Emocionado, aquele que é movido pela nostalgia e pelo valor simbólico, que se encontra em um estado de paixão, identificação e envolvimento com as emoções individuais e coletivas, diz Fabiano. E resume o fã Emocionado em:

"Seu objeto-ídolo está sempre associado aos momentos mais felizes de sua vida, tanto no passado quanto no presente, criando um traço inseparável com sua identidade. A nostalgia idealizada enquanto um recurso de segurança, conforto e consumo para quem está exausto diante de um mundo vivendo uma policrise".

 

Fãs de Olivia Rodrigo e Shawn Mendes

Para o diretor de pesquisa cultural, os fãs Devotos são, nesta edição do Lollapalooza, os que mais se identificam com Olivia Rodrigo ou Shawn Mendes. No estudo, os Devotos representam 29% dos entrevistados.

"Estamos nos referindo principalmente a fãs jovens que se conectaram com seus hinos sobre desgostos adolescentes, insegurança e amadurecimento — uma geração que cresceu com a internet. Eles se identificam tanto com seus ídolos que podem desenvolver um apego parassocial, que é a ilusão de uma conexão íntima com quem não nos conhece", comenta.

A categoria Devotos, pondera Fabiano, representa a pessoa que está em fase de expansão de seus universos e ideais, indo além da influência da família e da escola.

"Para eles, é sobre autoconhecimento e identificação, o sentimento de 'Me representa!'".

Fabiano ainda elenca outras características dos fãs Devotos:

  • buscam a celebração contínua do seu objeto-ídolo, independentemente das circunstâncias;
  • são movidos por paixão;
  • têm um hiperfoco intenso no artista que admiram;
  • investem tempo na manutenção do fandom e, acima de tudo, dinheiro para consumir tudo relacionado ao universo que ama.

 

Fãs Devotos de Jão

"O cantor Jão tem uma legião muito fiel", ele exemplifica.

Fabiano conta que, recentemente, o artista fez uma parceria com uma marca de roupas esportivas que esgotou em poucas horas.

"É o fã em busca da celebração contínua do seu objeto-ídolo, não importa a circunstância. Ele investe tempo na manutenção do fandom e, sobretudo, dinheiro para consumir tudo do universo que ama".

Na pesquisa, 56% dos fãs que se encaixam nesse perfil acreditam que o dinheiro que gastam com produtos ou experiências relacionadas aos seus objetos-ídolos é um investimento em si.

 

Influenciados

Todos os artistas têm muitos fãs que se encaixam no perfil Influenciado, que é aquele que gosta muito de um objeto-ídolo, mas transita no fandom de forma mais passiva.

"São fãs que se deixam levar muito pela influência de seus círculos sociais e pela força da indústria cultural do que está fazendo sucesso no momento", entende.

Fabiano conclui que, de maneira geral, o público do Lollapalooza "se baseia muito nesse perfil, que é mais solto e livre, que é mais mainstream e pode mudar de fandom com mais facilidade a depender das suas influências externas".

A pesquisa "A Era dos Fandom" entrevistou mais de 600 pessoas de todas as regiões do país para traçar o perfil dos brasileiros que, em diferentes níveis de dedicação, fazem parte de fandoms ligados à música, audiovisual (séries e filmes), games e esportes (veja, no gráfico abaixo, a porcentagem de fãs por idade, gênero e região do Brasil).

 

Raio-x dos fandom: fã brasileiro gasta R$ 200 por mês para alimentar relação com os ídolos

 

Artigo originalmente publicado no g1

Fãs do Lollapalooza 2025 revelam diferentes perfis: nostálgicos amam Alanis e Timberlake, enquanto a geração Z idolatra Olivia Rodrigo e Shawn Mendes. advertising and culture culture Cultura

História da raça negra / Nossa história: Honrando Legados, Inspirando Futuros

História da raça negra / Nossa história: Honrando Legados, Inspirando Futuros

Cultura Cultura, DE&I 6 minutos de leitura
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Monks

A design of nine circles, arranged in a 3 by 3 square. Four of them include headshots of the employees featured in the blog post.

Acreditamos na importância de celebrar as histórias e contribuições de todas as comunidades que moldam o nosso mundo. O Mês da História Negra é uma oportunidade de refletir sobre o rico legado e o impacto duradouro dos indivíduos negros - não apenas na história, mas em como eles continuam a influenciar o nosso presente e a moldar o nosso futuro.

O Mês da História Negra começou nos Estados Unidos em 1926 como a Semana da História Negra, fundada por Carter G. Woodson para homenagear as conquistas dos negros americanos. Com o passar dos anos, tornou-se uma comemoração global, com países como o Reino Unido e a Irlanda realizando suas próprias celebrações em diferentes épocas do ano. Independentemente da época em que é celebrado, o objetivo é reconhecer e elevar a criatividade, a resiliência e a influência das comunidades negras.

A história negra transcende fronteiras e continua a moldar setores, comunidades e culturas em todos os lugares. Neste mês, celebramos as vozes e contribuições dos membros negros de nossa equipe global, cujas perspectivas nos fortalecem, estimulam a inovação e nos ajudam a nos conectar melhor com as pessoas que atendemos.

Embora o Mês da História Negra seja um momento para refletir e comemorar, nosso compromisso com a diversidade e a inclusão dura o ano todo. Em toda a nossa empresa, testemunhamos em primeira mão como a diversidade impulsiona nosso sucesso interno e nossa capacidade de nos conectarmos e influenciarmos o mundo ao nosso redor. Não se trata apenas de um valor; é essencial para quem somos e como crescemos.

Então, quem somos nós? Conheça algumas das vozes negras da nossa equipe, que compartilham como a história negra moldou quem elas são - e como continuam a fazer a diferença hoje.

Headshot of Amira Battle. Text says: "One tradition within the Black community that I really cherish is storytelling. Whether through conversations, music, or literature, storytelling has always been a way for us to pass down our history."

Amira Battle

O que o Mês da História Negra significa para você?

O Mês da História Negra é um momento para homenagear a resiliência, o brilhantismo e as contribuições dos negros ao longo da história. Como mulher negra, isso é profundamente pessoal - trata-se de celebrar as conquistas daqueles que vieram antes de nós e reconhecer as lutas que eles enfrentaram para abrir o caminho.

O título dessa peça é "Black History / Our History" (História Negra / Nossa História) Descreva o significado desse título.

O título "Black History / Our History" (História dos Negros / Nossa História) é poderoso porque nos lembra que a história dos negros não é apenas uma história para os negros - é uma parte fundamental da história mundial.

Como sua compreensão da história dos negros evoluiu ao longo do tempo e quais experiências contribuíram para esse crescimento?

Enquanto crescia, aprendi sobre a história dos negros de uma forma muito limitada - principalmente por meio de aulas escolares sobre escravidão e o Movimento dos Direitos Civis. Com o tempo, percebi que nossa história é muito mais ampla.

Qual é uma tradição ou prática cultural da comunidade negra que você valoriza e como a incorpora em sua vida?

Uma tradição que eu realmente valorizo é contar histórias - seja por meio de conversas com a família, música ou literatura. Contar histórias sempre foi uma forma de transmitirmos nossa história, lições e valores.

Que mensagem ou lição da história negra você acredita ser particularmente relevante para a sociedade atual?

A mensagem a que sempre volto é que conhecimento é poder. A história negra nos mostra que buscar informações, ler e ir além das manchetes são formas de libertação.

Como você comemora ou homenageia a história negra em sua vida cotidiana, além do Mês da História Negra?

Eu honro a história dos negros todos os dias vivendo com intenção e orgulho de minha identidade. Apoio empresas de propriedade de negros, oriento jovens profissionais negros e me certifico de estar sempre retribuindo à comunidade.

Headshot of Nyle Paul. Text reads: "When I was younger, I viewed Black history as a celebration of prominent figures from the past. It took time for me to recognize that I, too, am part of the story."

Nyle Paul

O que o Mês da História Negra significa para você?

Para mim, o Mês da História Negra significa a valorização do negro. Apreciação de nossa história e de nosso povo.

O título dessa peça é "Black History / Our History" Descreva o significado desse título.

Esse título enfatiza que fazemos parte da história dos negros.

Como sua compreensão da história negra evoluiu ao longo do tempo e quais experiências contribuíram para esse crescimento?

Quando eu era mais jovem, pensava na história dos negros apenas como uma celebração de figuras proeminentes do passado. Naquela época, não percebi que eu também fazia parte da história negra.

Qual é uma tradição ou prática cultural da comunidade negra que você aprecia e como a incorpora em sua vida?

Eu realmente valorizo as reuniões familiares que incluem narração de histórias, comida e música que honram nossa herança.

Que mensagem ou lição da história negra você acredita ser particularmente relevante para a sociedade atual?

O Movimento dos Direitos Civis ensinou o poder de nos unirmos para desafiar o racismo sistêmico.

Como você comemora ou homenageia a história negra em sua vida cotidiana, além do Mês da História Negra?

Eu apoio empresas de propriedade de negros, leio livros sobre a história dos negros em meu tempo livre e cozinho alimentos que fazem parte da diáspora negra. A cada dia do Mês da História Negra, pesquiso duas ou três pessoas que não conheço e estudo o impacto delas na História Negra.

Headshot of Billy Lemorin. Text reads: "To me, the title of this blog emphasizes the impact of Black contributions and acknowledges that Black history is integral to understanding the full history of society.

Billy Lemorin

O que o Mês da História Negra significa para você?

O Mês da História Negra é um momento para homenagear a resiliência, a criatividade e as contribuições dos negros ao longo da história. É também um momento para celebrar e refletir sobre as histórias e os legados que moldam nossa cultura.

O título dessa peça é "Black History / Our History" Descreva o significado desse título.

O título "Black History / Our History" significa que a história dos negros não é apenas uma narrativa separada, mas uma parte essencial da história coletiva. Para mim, ele enfatiza o impacto das contribuições dos negros e reconhece que a história dos negros é essencial para a compreensão da história completa da sociedade.

Como sua compreensão da história dos negros evoluiu ao longo do tempo e quais experiências contribuíram para esse crescimento?

Minha compreensão da história dos negros evoluiu, desde que eu a via como apenas lições na escola até crescer e realmente vê-la como uma história viva e contínua. Experiências como aprender sobre a história revolucionária do Haiti e conectar-me com minha própria herança aprofundaram meu apreço pela complexidade e amplitude da história negra.

Qual é uma tradição ou prática cultural da comunidade negra que você valoriza e como a incorpora em sua vida?

Uma prática cultural que valorizo é a narração de histórias. Para mim, a narração de histórias é uma das melhores maneiras de preservar a história, transmitir tradições e celebrar o patrimônio cultural. Incorporo isso em minha vida por meio do meu trabalho como artista, usando minha criatividade para mostrar narrativas e experiências negras.

Que mensagem ou lição da história negra você acredita ser particularmente relevante para a sociedade atual?

Uma mensagem da história negra que ressoa hoje em dia é a citação do Dr. Martin Luther King, "O momento é sempre propício para fazer o certo" É um lembrete de que a justiça e a integridade nunca devem ser adiadas, especialmente em face da injustiça.

Como você comemora ou homenageia a história negra em sua vida cotidiana, além do Mês da História Negra?

Eu honro a história negra diariamente, garantindo que meu trabalho retrate temas negros com precisão, apoiando empresas de propriedade de negros e continuando a aprender sobre nossa história. Também a trago comigo por meio de minhas tatuagens - uma de "1804" para representar o ano em que o Haiti conquistou sua independência e outra de Kobe Bryant para homenagear a grande lenda já falecida e seu legado de excelência.

Headshot of Rebecca Beyene. Text reads: "My understanding of Black history has evolved from viewing it as isolated stories of struggle and chievement to recognizing it as the foundation of global culture, innovation and resistance."

Rebecca Beyene

O que o Mês da História Negra significa para você?

Para mim, o Mês da História Negra significa a celebração e a preservação de nossas conquistas no passado, no presente e no futuro.

O título dessa peça é "Black History / Our History" (História Negra / Nossa História) Descreva o significado desse título.

O título "Black History / Our History" (História Negra / Nossa História) é uma declaração que destaca a interconexão da história negra com a história coletiva mais ampla da humanidade.

Como sua compreensão da história dos negros evoluiu ao longo do tempo e quais experiências contribuíram para esse crescimento?

Minha compreensão da história negra evoluiu, deixando de vê-la como histórias isoladas de luta e conquista para reconhecê-la como a base da cultura global, da inovação, da comunidade e da resistência.

Qual é a tradição ou prática cultural da comunidade negra que você valoriza e como você a incorpora em sua vida?

Não tenho certeza se isso é considerado uma prática tradicional ou cultural, mas adoro a camaradagem tácita que temos uns com os outros.

Que mensagem ou lição da história negra você acredita ser particularmente relevante para a sociedade atual?

Uma mensagem da história negra que acredito ser particularmente relevante é que a alegria é uma forma de resistência.

Como você comemora ou homenageia a história dos negros em sua vida cotidiana, além do Mês da História Negra?

Meu orgulho vai além do mês de fevereiro e eu celebro minha negritude 365 dias por ano. Comemoro o Mês da História Negra de várias maneiras, inclusive compartilhando histórias ou fatos históricos interessantes nas mídias sociais.

Em homenagem ao Mês da História Negra, nossa equipe celebra o profundo impacto da história negra em nosso passado, presente e futuro. culture understanding black history black history month Cultura DE&I

Olhe além dos logotipos para criar o ecossistema vivo de sua Branding

Olhe além dos logotipos para criar o ecossistema vivo de sua Branding

Cultura Cultura, Identidade de marca, Marca 5 minutos de leitura
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Escrito por
Jonny Singh
VP, Brand Design

An advertising screen in a transit hub or mall; it is flanked by escalators on each side. The screen reads "Enter new dimensions - Cenomi" and depicts a fashionably dressed man and woman walking in a desert.

O Branding percorreu um longo caminho para deixar de ser apenas símbolos estáticos e logotipos corporativos. As marcas atuais são ecossistemas vivos que existem em plataformas digitais, espaços físicos e cultura.

Neste mundo hiperconectado, não se pode permitir que seu público seja um receptor passivo da mensagem de sua marca; ele quer se envolver e encontrar um propósito. Os consumidores modernos gravitam em torno de Branding que espelham seus valores e se adaptam perfeitamente às suas necessidades. Mas aqui está o problema: à medida que as Branding se esforçam para atingir a perfeição, elas correm o risco de se tornarem indistintas. Ao suavizar todos os cantos e dobras, as marcas estão perdendo sua vantagem e o que as torna únicas.

Destacar-se exige mais do que apenas otimização. Exige incorporação, profundidade e uma pitada de coragem - do tipo que capta a atenção. Para liberar a criatividade nesse nível, precisamos aceitar o risco e vê-lo como um trampolim, não como um retrocesso. Hoje em dia, uma reformulação de marca bem-sucedida não é medida pelo consenso universal, mas por sua capacidade de estimular conversas e impulsionar a transformação. Não acredita em mim? Basta dar uma olhada nas marcas que ajudamos a construir em nosso novo carretel:

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Aqui está nossa perspectiva sobre o que é necessário para criar Branding que ressoe, se adapte e prospere em um mundo em rápida mudança.

Consistência: Crie identidades de dentro para fora.

Em sua essência, a identidade tem a ver com consistência - permanecer fiel ao seu propósito e aos seus princípios, mas manter a flexibilidade para evoluir com o tempo. A tecnologia ampliou essa necessidade de equilibrar consistência e adaptabilidade. No mundo acelerado de hoje, consistência não significa mais ser estático; trata-se de manter-se fiel ao seu objetivo principal e, ao mesmo tempo, evoluir para atender às demandas de diversas plataformas e contextos em constante mudança, um princípio fundamental de nossa abordagem para a criação de Branding em tempo real.

Nosso objetivo é criar marcas de dentro para fora, que se sintam mais humanas e estejam profundamente enraizadas na vida de seus públicos. Isso requer a criação de sistemas interconectados baseados em princípios orientadores que incorporam a alma da Branding. Esses sistemas garantem a coerência entre os pontos de contato e, ao mesmo tempo, permitem a criatividade e a evolução.

A capacidade de uma marca de permanecer relevante depende do equilíbrio entre familiaridade e inovação. As marcas que adotam essa consistência adaptativa criam conexões emocionais duradouras com seus públicos e se estabelecem como presenças significativas na vida de seus consumidores.

Criatividade: Projetar ecossistemas inteligentes.

A consistência é a espinha dorsal, mas a criatividade é o que torna seu Branding inesquecível. Em um mercado cada vez mais saturado, diretrizes rígidas de marca são relíquias do passado. As marcas que vencem hoje dependem de um conjunto de ferramentas flexíveis de símbolos, sons e histórias - um sistema que dá poder à criatividade e, ao mesmo tempo, mantém o alinhamento estratégico.

Pense em cada interação, seja uma postagem social que interrompe a rolagem, uma exibição de varejo atraente ou uma experiência digital imersiva. Cada uma delas deve parecer uma nova reviravolta em algo familiar. Esse ponto ideal entre criatividade e consistência é onde sua marca se torna mais do que apenas um logotipo - ela se torna um ecossistema inteligente e vivo. Ao combinar tecnologia de ponta com design centrado no ser humano, você pode transformar momentos cotidianos em experiências inesquecíveis. Sua marca não apenas chamará a atenção, mas também deixará uma impressão duradoura - construindo lealdade, estimulando a defesa e criando fãs para a vida toda.

Conversação: Envolva-se em várias dimensões.

O Branding costumava ser uma via de mão única - uma mensagem polida transmitida para as massas. Não é mais assim. Hoje, o Branding é uma conversa de mão dupla. E, graças à IA, ela está mais pessoal, interativa e imediata do que nunca. Com a IA, você tem o poder de entender seu público como nunca antes. Ao analisar as preferências e os comportamentos individuais, seu Branding pode fornecer mensagens e experiências que parecem feitas sob medida. Mas aqui está o ponto alto: não se trata apenas de dados. Em um mundo dominado por algoritmos, o ingrediente secreto e a estratégia de Branding mais eficaz podem ser apenas a autenticidade bruta. As marcas que abandonarem a fachada polida e abraçarem a vulnerabilidade terão uma ressonância mais profunda, transformando os consumidores em defensores leais. Bem-vindo à era em que o "perfeito" está ultrapassado, e a realeza domina.

Ao promover conversas significativas em todas as dimensões - seja por meio de um chatbot, de uma experiência de realidade virtual ou de um envolvimento com a mídia social - as Brandings podem criar momentos que importam. Essas interações vão além das trocas transacionais. São oportunidades para criar confiança, despertar emoções e conquistar um lugar duradouro no mundo de seu público.

Conexão: A personalização traz participação.

Este é o verdadeiro desafio do Branding atualmente: manter-se autêntico e, ao mesmo tempo, atender ao indivíduo. Não se trata de bombardear as pessoas com anúncios personalizados - trata-se de convidá-las a participar. Os consumidores de hoje querem mais do que uma transação; eles anseiam por um lugar à mesa. Eles estão procurando experiências que lhes permitam participar da história da sua marca, criando conexões tão reais que se sintam co-proprietários da sua narrativa. Esse é o futuro do Branding: conexão em vez de venda, contar histórias em vez de barulho.

Essa convergência de criatividade e tecnologia permite que as marcas criem experiências verdadeiramente multidimensionais. Os sistemas alimentados por IA e outras tecnologias emergentes permitem a adaptabilidade em tempo real, mantendo a identidade central da Branding. No entanto, a base para isso sempre será uma identidade clara e consistente, o que é fundamental.

As Brandings que se mantêm fiéis ao seu propósito enquanto se adaptam às mudanças evoluem para ecossistemas que excedem as expectativas dos consumidores. Elas se tornam mais do que fornecedoras de produtos - elas se tornam parte integrante da vida dos consumidores, promovendo a lealdade por meio de uma participação significativa e personalizada.

A construção de marcas modernas é uma interação dos quatro C's.

Branding para o futuro e facilitar a transformação da marca em um mundo complexo e conectado requer um equilíbrio delicado de consistência, criatividade, conversação e conexão. O futuro pertence às marcas que podem se moldar aos avanços tecnológicos e às mudanças culturais, ao mesmo tempo em que permanecem enraizadas em sua essência.

Para as agências de Branding, essa evolução representa tanto um desafio quanto uma oportunidade. Ao orientar as marcas por meio dessa transformação, as agências têm o poder de moldar o futuro da cultura, do comércio e da comunidade, apoiando-se nos comportamentos emergentes dos consumidores de hoje. Quando bem integradas, essas atividades geram valor exponencial, resolvendo problemas e aprimorando experiências mais rápido do que nunca.

Se sua marca estiver pronta para adotar essa abordagem multidimensional, não apenas sobreviverá, mas prosperará. Você se tornará uma força poderosa e duradoura no mercado global. Mas lembre-se: a função por si só não é suficiente. Trata-se de antecipar necessidades, inspirar ações e promover conexões que vão além do produto em si. Afinal de contas, as grandes marcas vivem na interseção da lógica e da magia - e quem não gosta de um pouco de magia em sua estratégia?

Saiba como transformamos o Branding tradicional em ecossistemas dinâmicos que envolvem os consumidores, promovem relacionamentos autênticos e impulsionam a evolução da marca. branding brand transformation brand identity Marca Identidade de marca Cultura

A Era dos Fandoms: Além do hype, como as marcas podem conquistar o universo dos fãs?

A Era dos Fandoms: Além do hype, como as marcas podem conquistar o universo dos fãs?

Cultura Cultura 3 minutos de leitura
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Escrito por
Rafael Fernandes
Senior Marketing Analyst

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Nos dias 24 de outubro e 5 de novembro, realizamos os eventos de lançamento da pesquisa "A Era dos Fandoms", onde adentramos o universo fascinante das comunidades de fãs em uma parceria entre Monks com a floatvibes. Nessa pesquisa, revelamos dados inéditos sobre o comportamento do fã brasileiro e como as marcas podem se conectar com esse público.

Nos eventos, discutimos como os fandoms se tornaram uma força cultural dominante, impulsionando tendências, criando narrativas e movimentando a economia.  Exploramos a mudança da cultura de massa, antes monolítica e sólida, para um cenário fragmentado e fluido, onde os nichos ganham força e se tornam mainstream. Também apresentamos exemplos concretos dessa influência, desde o impacto do filme "Challengers" nas buscas por tênis até a apropriação do termo "BRAT" - cunhado pela cantora pop Charli XCX em seu último álbum - por personalidades como Kamala Harris e Lu da Magalu. Os movimentos culturais demonstram como os fandoms transcendem fronteiras e impactam diferentes esferas da sociedade.

Durante os paineis, trouxemos insights aos convidados presentes, discutindo como as empresas podem se conectar com essas comunidades, criando estratégias eficazes que vão além do marketing tradicional. 

Afinal, na Era dos Fandoms, entender as nuances desse universo é fundamental. 

monks at era dos fandoms event
a era dos fandoms event
a era dos fandoms
monks at era dos fandoms event

Os fandoms em foco
 

A programação, que teve início às 9h com um welcome coffee e networking, contou com paineis conduzidos por especialistas da Monks e da floatvibes, além de uma atração especial que personifica a energia dos fandoms: o influenciador @joow.j, também conhecido como “Porquinho da Paulista” que possui mais de 500k seguidores nas redes sociais. Sua performance "foi um hit" no evento.

porquinho da paulista

O primeiro painel, "Sinapses do Fandom", conduzido por Marina Pires, Managing Director da Monks, apresentou nossa empresa, nossa expertise e a importância da pesquisa sobre os fandoms. Marina traçou conexões entre a atuação da Monks e o universo dos fãs, demonstrando como a compreensão desse cenário é fundamental neste momento para o sucesso das marcas atualmente.

 

person watching a era dos fandoms event
marina pires on the stage

Em seguida, o painel "A Era dos Fandoms" trouxe à tona alguns dos principais resultados do estudo.  André Alves e Lucas Liedke, pesquisadores da floatvibes,  juntamente com Fabiano Carvalho, nosso Diretor de Cultural Research & Insights,  iniciaram a discussão, revelando o comportamento do fã brasileiro, seus hábitos de consumo e a forma como se relacionam com suas paixões.  Essa conversa foi aprofundada na segunda edição do evento, com a participação de André Alves e Nina Grado, Head de Estratégia da floatvibes, e  a contribuição de Mariana Bernardes, Cultural Researcher & Insights da Monks, ao lado de Fabiano Carvalho.

fabiano carvalho
nina floatvibes
lucas liedke floatvibes
mariana bernardes monks

O último painel "So What - Is your brand enough?", conduzido por Quentin Mahé, nosso Head of Strategy & Connections, e Marina Pires, provocou a plateia com a pergunta: "Sua marca é suficiente?" Nele, os dois se aprofundaram nos desafios e oportunidades para as marcas na Era dos Fandoms, explorando como as empresas podem se conectar com esses públicos apaixonados e exigentes.

a era dos fandoms
quentin mahe

Acendemos a Faísca

Nossos eventos deixaram clara a importância de entender o comportamento, as motivações e os hábitos de consumo dos fãs. É por meio da nossa pesquisa que as marcas poderão acessar insights sobre como se conectar com essas comunidades, desenvolvendo estratégias de engajamento eficazes que promovem awareness, fidelização e consumo.

monks at era dos fandoms event
monks at era dos fandoms event
monks at era dos fandoms event
monks at era dos fandoms event

Compreendemos a relevância dos fandoms atualmente e conduzimos essa pesquisa com o objetivo de aprofundar nosso conhecimento sobre o tema, oferecendo soluções estratégicas para nossos clientes. Além disso, acreditamos que, em uma era de atenção fragmentada, os fãs, com sua combinação de consumo e devoção, representam uma oportunidade ímpar para as marcas que buscam se conectar com eles.

Os eventos foram apenas o primeiro passo de uma jornada neste universo, acesse o site da pesquisa e se inscreva para saber mais.

Descubra como as marcas podem conquistar este universo na Era dos Fandoms. Conheça nossa pesquisa e acesse insights sobre o comportamento desse público apaixonado. culture advertising and culture behavioral research Cultura

Fã brasileiro gasta R$ 200 por mês com ídolos e marcas, mostra pesquisa inédita. Valor representa cinco vezes o gasto médio da população com cultura

Fã brasileiro gasta R$ 200 por mês com ídolos e marcas, mostra pesquisa inédita. Valor representa cinco vezes o gasto médio da população com cultura

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Monks

a era dos fandoms

38% dos brasileiros se enxergam como fãs. Levantamento da Monks e da floatvibes ouviu mais de 600 pessoas para entender o funcionamento de comunidades de fãs.

 

São Paulo, outubro de 2024 – O brasileiro é um fã dedicado. E põe a mão no bolso para provar o sentimento que tem por um ídolo ou uma marca. A cada mês, um fã nacional gasta quase R$ 200 para alimentar a relação que tem com seus ídolos. O número representa cinco vezes o gasto médio mensal dos brasileiros com cultura, que fica em R$ 40, segundo o IBGE. Os dados sobre o universo dos fandoms – comunidades de fãs com culturas e comportamentos coletivos próprios, complexos e multidimensionais – estão em uma pesquisa inédita feita pela Monks – marca operacional do grupo internacional de comunicação S4 Capital – em parceria com o instituto de estudos culturais e comportamentais floatvibes.



 

A pesquisa A Era dos Fandoms entrevistou 622 pessoas no Brasil sobre suas relações com os fandoms e produziu números que permitem uma compreensão mais ampla desses universos. Ao adentrar no mundo dos fandoms, o levantamento busca ajudar as empresas a entenderem melhor os potenciais positivos – e negativos – que essas comunidades trazem.

“A pesquisa mais profunda feita no país sobre fandoms desmistifica os fãs e mostra como o novo padrão de comportamento deles, impulsionado pelas redes sociais, representa grandes oportunidades para as marcas, com um público que combina consumo e devoção”, diz Marina Pires, managing director da Monks Brasil. “Na era dos fandoms em que vivemos, as marcas precisam ter estratégias para como interagir com essas comunidades”.

Os fandoms são, em boa medida, norteados para e pelo consumo. Os próprios números da pesquisa reforçam isso: 53% dos entrevistados entendem que o consumo é fundamental na manutenção da dedicação como fã.



“As lógicas e mecânicas dos fandoms forjaram a internet que a gente conhece hoje, o que faz com que eles tenham um impacto enorme na forma como todos nós nos identificamos, nos relacionamos e consumimos. Nesse sentido, toda marca precisa de uma estratégia de fandoms, seja por engajamento ou pelas tantas oportunidades de criar junto com os fãs.”- André Alves, psicanalista, pesquisador e co-fundador da floatvibes.

A pesquisa entra no detalhe de como os fandoms muitas vezes funcionam quase como religiões, com comportamentos próximos de seitas – o que implica diferentes recomendações para marcas que querem se conectar com esse público. Além de exigentes, os fãs podem também se mobilizar negativamente, como mostra o levantamento: 64% acham que o ódio de um fã pode ser tão potente quanto seu amor. Sem uma estratégia certeira, os fãs rapidamente podem se transformar em haters, causando potenciais danos às marcas.

A pesquisa também se aprofunda especificamente nos hábitos dos fãs nacionais, e revela que 38% dos brasileiros se enxergam como fãs. Além disso, 71% dos entrevistados entendem os fãs no Brasil como os mais dedicados da internet. Esse engajamento leva muitas pessoas a se sujeitar frequentemente a fatores como filas longas, preços exorbitantes, noites acampadas em frente a estádios e cancelamentos em cima da hora.

“O fã brasileiro está acostumado com o perrengue, o que nos revela duas coisas. A primeira é que as pessoas estão dispostas a ir muito longe para demonstrar sua paixão. A segunda é que há uma oportunidade para as marcas conquistarem esse público com gestos de minimização do perrengue”, diz Fabiano Carvalho, diretor de Pesquisa Cultural & Insights da Monks. De acordo com a pesquisa, 64% dos fãs brasileiros acham que as marcas deveriam promover uma experiência livre de perrengues.

Segundo o levantamento, há quatro principais eixos de mobilização de fãs: esporte, música, audiovisual (filmes e séries) e games. Outros números que se destacam sobre os fãs brasileiros são:

  • 30% dos fãs compram produtos oficiais de edição limitada pelo menos 1 vez por ano
  • 37% acham que a dedicação do fã pode ser medida por quanto dinheiro gasta no objeto/ídolo
  • 35% dos brasileiros entrevistados dizem que as comunidades de fãs são quase como religiões
  • 52% acham que o conteúdo feito por fãs é tão ou mais interessante que o oficial
  • 43% dos entrevistados gostam de consumir produtos e conteúdos feitos por outros fãs
  • 56% dos entrevistados acham que as marcas deveriam se preocupar em oferecer algo inédito para os fãs
  • 36% dos entrevistados acham que marcas deveriam focar em detalhes que só os fãs reconhecem
  • 55% dos entrevistados afirmam que a maior motivação para consumir conteúdos e produtos ligados a seus ídolos é a felicidade de viver experiências relacionadas a eles

O acesso a uma prévia da pesquisa está disponível no site https://hello.monks.com/pesquisa-era-dos-fandoms. O levantamento completo poderá ser adquirido por empresas, que também poderão participar de sprints criativos da Monks, nos quais especialistas indicarão oportunidades a serem destravadas dentro do universo dos fandoms.



Sobre a Monks

Monks é a marca operacional global, data-driven e nativa digital da S4 Capital plc. Em todo o mundo, a empresa concentra mais de 7,550 mil profissionais, sendo 1,4 mil no Brasil, sempre orientados a soluções digital-first. A companhia oferece um portfólio completo de soluções criativas, de conteúdo, mídia, redes sociais e baseadas em dados, aproveitando capabilities da Monks em contar histórias, engajamento de público e marketing de performance para fornecer resultados que ressoam com os consumidores e impulsionam resultado. Entre seus clientes no Brasil figuram Netflix, Magazine Luiza, Google, Vans, Pringles e Domino's.

Sobre floatvibes

floatvibes é um instituto de estudos culturais e pesquisa comportamental fundado por dois psicanalistas, pesquisadores e escritores: André Alves e Lucas Liedke. A float investiga temas como saúde mental, trabalho, consumo, relacionamento, sexualidade, entretenimento, bem-estar, mídias sociais, entre outros. André e Lucas apresentam o podcast Vibes em Análise e, em 2023, publicaram o livro "Vibes em Análise: Psicanálise para escutar as vibrações da cultura contemporânea".



A notícia do lançamento da Pesquisa A Era dos Fandoms gerou repercussão em mais de 40 veículos, dentre eles CNN OnlineFast CompanyG1Meio&MensagemRádio 89FMTV CulturaUOL e Valor Econômico

 

 

38% dos brasileiros se enxergam como fãs. Levantamento da Monks e da floatvibes ouviu mais de 600 pessoas para entender o funcionamento de comunidades de fãs. cultural marketing strategy advertising and culture behavioral research consumer research Cultura

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