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Despedimento

Transforme a Gestão de suas Lojas com o Local.Monks

Transforme a Gestão de suas Lojas com o Local.Monks

Performance Performance 2 minutos de leitura
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Escrito por
Augusto Freitas
Technology Associate Director

Local.Monks transforma sua gestão de lojas

Na era digital, os varejistas e redes precisam ser ágeis em manter suas informações atualizadas online. A gestão de múltiplas lojas pode ser um desafio, especialmente para grandes players. É nesse contexto que surge o Local.Monks, uma solução que inova na forma como as empresas gerenciam suas presenças e otimizam seus perfis no Google Business Profile (GBP), ou como era chamado antes, Google My Business (GMB).

Desafios enfrentados na gestão de múltiplas lojas

Gerenciar diversas unidades pode apresentar uma série de obstáculos que impactam diretamente a eficiência operacional das empresas. As principais queixas apresentadas são:

  • Processos Ineficientes: Atualizar o Google Business Profile (GBP) exige alguns minutos para cada loja. Quando se considera um grande número de unidades, esse tempo se acumula rapidamente, resultando em perda significativa de produtividade e recursos.

     
  • Falta de Visibilidade: Muitas empresas enfrentam dificuldades em acessar dados claros sobre interações dos clientes e resultados obtidos nas plataformas digitais. Essa ausência de informações limita a capacidade de realizar análises eficazes que poderiam fundamentar decisões estratégicas.

     
  • Complexidade na Gestão: A administração de várias lojas gera uma quantidade maciça de informações a serem processadas. Essa complexidade pode dificultar a organização eficaz dos dados, fazendo com que as equipes percam foco nas prioridades estratégicas e operacionais.

O que é o Local.Monks?

Quando se trata de gerenciar várias lojas, contar com ferramentas certas é fundamental. É aí que entra o Local.Monks, uma solução que busca facilitar a vida dos negócios que têm muitas unidades. A solução não só torna mais simples a atualização das informações das lojas, mas também oferece recursos para turbinar a presença digital. Confira os benefícios:

  • Atualizações em Massa: Diga adeus ao trabalho manual! Atualize várias lojas de uma só vez e economize tempo.
  • Dashboard Intuitivo: Tenha tudo à mão em uma interface fácil de usar, com dados claros sobre desempenho e métricas.
  • Atendimento Especializado: Uma equipe dedicada sempre pronta para ajudar você a colocar as melhores práticas em ação.
  • Conexão Online-to-Offline (O2O): Maximização do impacto das ações digitais nas vendas físicas.

Com o Local.Monks, sua empresa pode otimizar operações no Google Business Profile (GBP), garantindo que cada loja esteja sempre visível e atualizada para os clientes.

Resultados comprovados

Durante a Black Friday do Magazine Luiza, a utilização do Local.Monks resultou no aumento de 256% no Número de Usuários e no crescimento da Receita em +17.117% via Google My Business. Esses números demonstram como nossa plataforma impulsiona resultados tangíveis e conecta negócios ao seu público.

Para aprofundar-se nos nossos resultados impressionantes, acesse nosso case completo . Se você está pronto para otimizar sua operação no Google Business Profile, entre em contato com nossos Monks!


 growth-br@monks.com
(16) 99730-5303

A gestão de múltiplas lojas pode ser um desafio, especialmente para grandes players. É nesse contexto que surge o Local.Monks, uma solução que inova na forma como as empresas gerenciam suas presenças e otimizam seus perfis no Google Business Profile (GBP). SEO optimization lojas físicas Google Performance

Desvendando a Google Marketing Platform

Desvendando a Google Marketing Platform

Desempenho criativo Desempenho criativo, Performance 4 minutos de leitura
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Escrito por
Monks

GMP

Na corrida do marketing digital, ter as ferramentas certas à disposição é como estar equipando um carro de corrida com pneus corretos—cada segundo conta! A Google Marketing Platform (GMP) é o pit stop que reúne tudo o que você precisa para planejar, comprar, medir e otimizar suas campanhas em um só lugar. Aqui na Monks, somos o maior reseller global da Google Marketing Platform (GMP) e contamos com centenas de pessoas certificadas, além de sermos o parceiro mais antigo do Google em relação a essa ferramenta!

Soluções Integradas para Profissionais de Marketing

A GMP oferece uma gama robusta de produtos e funções projetadas para ajudar profissionais de marketing a alcançarem resultados mais sofisticados e de maior complexidade na operação de mídia. Vamos dar uma olhada em alguns destaques:

Produtos e Funções

Compra de Publicidade:

  • Campaign Manager 360: Centralize o gerenciamento de anúncios em vários canais, maximizando insights e otimizando o desempenho da mídia e dos criativos em todas as suas campanhas digitais, mantendo tudo sob controle.
  • Display & Video 360: Controle suas campanhas de display e vídeo de maneira completa, permitindo otimização de lances, criativos e públicos-alvo para um desempenho eficaz.
  • Search Ads 360: Organize todas as suas campanhas da rede de pesquisa—Google Ads, Bing e Yahoo—em um só lugar! Maximize seu potencial e execute ações em tempo real.

Análises:

Para entender as interações dos usuários com a sua marca:

  • Analytics 360: Um olhar aguçado sobre o comportamento dos usuários.
  • Optimize 360: Crie experiências personalizadas ao gosto do cliente.
  • Surveys 360: Ouça o que grandes populações têm a dizer.
  • Tag Manager 360: Gerencie tags facilmente na mesma interface sem complicação.
     

O que nos diferencia

Além das ferramentas estarem sob controle de nossos experts, que colecionam certificações, temos grandes conquistas! Somos campeões cinco vezes consecutivas no Google Premier Partner Awards — ganhando prêmios todos os anos desde que a premiação incluiu o Brasil. Das categorias mais inovadoras até a Geração de Leads, sabemos como fazer acontecer!

Oportunidades na Google Marketing Platform

Neste artigo especial, vamos focar nas funções voltadas para compra de publicidade — Campaign Manager (CM), Display & Video (DV) e Search Ads (SA). Veja como cada produto pode resolver problemas específicos:

Search Ads 360 (SA360)

O SA360 é como seu co-piloto durante toda a jornada digital, garantindo: 

  • Gerenciamento Centralizado: Com ele, você consegue gerenciar suas campanhas provenientes das várias contas dos mecanismos de busca em um único lugar — seja Google Ads ou Microsoft Ads, garantindo uma melhor otimização.
  • Integração Direta com GMP: Por estar dentro do ecossistema da GMP, seu SA360 se comunica diretamente com outras ferramentas como Campaign Manager 360. Isso permite análises mais abrangentes com dados que fluem sem manual adjustments—um verdadeiro passe livre nos relatórios!
  • Criação e Gestão em Massa: Precisa criar múltiplas campanhas rapidamente? Com o SA360 isso é possível! A ferramenta oferece automações capazes de maximizar sua cobertura nas palavras-chave relacionadas aos seus produtos sem sacrifícios no desempenho.
  • Personalização Inteligente dos Lances: Diminua os desperdícios ajustando lances baseados em variáveis personalizadas via Floodlight. Não tenha medo das inovações; faça ajustes baseados no método preferido pelos usuários tenderem a pagar — seja cartão ou boleto.

 

Display & Video 360 (DV360)

O DV630 é sua porta aberta para oportunidades visuais que ter o poder de elevar suas campanhas: 

  • Acesso ao Inventário Premium: Tenha acesso exclusivo ao inventário premium nas categorias display, vídeo e até áudio! Ao incluir CTV ou DOOH neste mix diversificado garante maior credibilidade às suas marcas por estarem em ambientes seguros. 
  • Centralização Eficiente da Compra: Em vez de gerenciar várias plataformas separadas, concentre-se aqui, o produto permite que todas as compras de mídia programática, incluindo display, vídeo, áudio, connected TV (CTV) e DOOH (Digital Out-of-Home), sejam gerenciadas em um único local. A centralização não só facilita processos financeiros quanto aumenta sua capacidade operacional ao atingir públicos-alvo por meio do controle efetivo da frequência nos anúncios. 
  • Ad Server Potente: Com esse "centralizador" inteligente você rastreia impressões/cliques rapidamente colocando seus anúncios bem diante do público certo — sempre no momento certo também.
     

Campaign Manager 360 (CM)

Este é, sem dúvida, o ponto central quando se trata de gerenciar suas campanhas:

  • Auditoria Centralizada:
    Gerencie as campanhas numa plataforma única; isso traz organização máxima facilitando coordenação eficaz enquanto monitora impressões/cliques garantindo precisão nos dados  pelas plataformas de mídia, garantindo a precisão dos dados e a eficácia das campanhas.
  • Mensuração Completa de Impacto: Medir os impactos reais das suas campanhas visuais nunca foi tão fácil! Ao contrário do Google Analytics, que depende apenas de cliques diretos, o CM oferece uma visão abrangente das interações visuais. Isso significa que você pode atribuir conversões a campanhas mesmo quando os usuários não clicam diretamente nos anúncios. A mensuração precisa permite entender como cada inserção contribui para a jornada do cliente.

A Google Marketing Platform é uma ferramenta fundamental para profissionais de marketing que desejam maximizar seus resultados no mundo digital. Com recursos como Search Ads 360, Display & Video 360 e Campaign Manager 360, você pode planejar, comprar e medir campanhas de forma eficiente.

Na Monks, nos dedicamos a explorar o potencial da GMP para ajudar nossos clientes a aprimorar suas estratégias. Ao compreender melhor como essas ferramentas funcionam juntas, é possível transformar dados em insights valiosos que elevam o desempenho das campanhas.

Na corrida do marketing digital, ter as ferramentas certas à disposição é como estar equipando um carro de corrida com pneus corretos—cada segundo conta! A Google Marketing Platform (GMP) é o pit stop que reúne tudo o que você precisa para planejar, comprar, medir e otimizar suas campanhas em um só lugar. Google Google Marketing Platform Google Cloud Platform Performance Desempenho criativo

Do consumo à conexão íntima: Redefinindo o engajamento digital para 2025

Do consumo à conexão íntima: Redefinindo o engajamento digital para 2025

AOR social AOR social, Estratégia Go-To-Market, Momentos nas Redes Sociais, Social 4 minutos de leitura
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Escrito por
Asahi Ruiz Jimenez
SVP, Global Brand Strategy & Product

A close-up image of a smartphone mounted on a tripod, capturing a cheerful woman with curly hair wearing a striped shirt during a video recording. A hand is visible in the foreground, about to tap a button on the phone screen.

Durante anos, a evolução do comportamento do usuário foi moldada pelo lançamento de novas tecnologias e plataformas digitais, que introduziram novas formas de comunicação, conexão e expressão. O WhatsApp possibilitou conversas em tempo real, o Zoom e o Microsoft Teams tornaram as reuniões virtuais comuns e o Netflix e o Spotify mudaram os hábitos dos usuários da programação programada para o consumo sob demanda.

Hoje, no entanto, o público está assumindo um papel mais ativo na formação de suas experiências digitais, inspirando Branding e plataformas a se adaptarem ao seu comportamento, e não o contrário. Veja o Discord, por exemplo, que começou como uma plataforma para que os jogadores se conectassem e fizessem streaming de forma colaborativa, mas depois viu sua base de usuários transformá-lo em um espaço para a construção de comunidades em uma ampla gama de tópicos. Em reconhecimento a essa evolução, o Discord reformulou e expandiu sua plataforma para acomodar terapeutas, consultores financeiros, criadores e muitos outros que já a utilizavam de maneiras diferentes.

Um dos principais motivadores dessa mudança é o fato de que o público está desejando interações significativas - algo que não pode ser realizado simplesmente como consumidores passivos. Como diz meu colega David Iñiguez Spinola, nosso Diretor de Estratégia: "Estamos nos afogando em informações, mas famintos por sabedoria. Estamos constantemente nos expressando para todos os nossos seguidores nas mídias sociais, mas buscamos momentos de introspecção. E à medida que nossas redes se ampliam, ansiamos por espaços menores e mais íntimos onde as conexões genuínas possam prosperar."

Isso marca uma mudança fundamental na forma como o público pensa - mas o que isso significa para as Branding? Em primeiro lugar, sua abordagem ao envolvimento digital precisa ser mais significativa e centrada no ser humano. Vamos explorar o que isso significa.

Passar da sobrecarga de informações para a sabedoria acionável.

Se pensarmos no grande volume de informações disponíveis on-line, é fácil entender por que as pessoas valorizam as fontes que oferecem clareza e profundidade. A constante inundação de conteúdo - grande parte dele irrelevante - fez com que os usuários se sentissem desconectados e sobrecarregados. Como resultado, há uma demanda significativa por insights com curadoria, significativos e personalizados que eliminem esse ruído.

Considere a crescente popularidade do TikTok para decisões cotidianas, como escolher um restaurante ou um café. Enquanto um aplicativo de mapas pode apresentar uma lista exaustiva de opções disponíveis, o TikTok simplifica o processo destacando apenas algumas das principais recomendações, muitas vezes acompanhadas de insights em primeira mão que mostram exatamente o que esperar. Isso transforma uma pesquisa rotineira em sabedoria acionável e digerível, aprimorando a experiência geral. Como as marcas podem adotar essa abordagem? Fazendo a curadoria de conteúdo - inclusive conteúdo gerado pelo usuário - que destaca os principais insights adaptados às necessidades do público e simplifica o processo de tomada de decisão.

compilation of screenshots from different TikTok videos

A reflexão pessoal é a nova norma.

Historicamente, grande parte de nossas vidas digitais tem sido gasta na busca de validação externa. No entanto, há uma observação a ser feita sobre como essa cultura de busca de aprovação muitas vezes resultou em interações superficiais e superficiais. Agora, estamos testemunhando uma mudança em direção à introspecção, com as pessoas procurando espaços que incentivem o envolvimento emocional, o crescimento pessoal e a autorreflexão.

Para as Branding, isso significa ir além das táticas tradicionais de marketing que priorizam curtidas e compartilhamentos. Em vez disso, elas se beneficiarão da promoção da autenticidade, do incentivo ao diálogo com seu público e da criação de espaços que ressoem profundamente com o público. Incentive os consumidores a compartilharem suas histórias, adapte sua mensagem às preferências individuais e crie narrativas que ressoem com experiências humanas compartilhadas.

As comunidades íntimas estão em ascensão.

Outro lado da mesma moeda: depois de anos acumulando seguidores e criando grandes redes, os públicos estão mudando para a contração. "Por muito tempo, priorizamos a quantidade em detrimento da qualidade, resultando em ambientes fragmentados e sem significado", diz Iñiguez Spinola. "Um grande público ou número de seguidores, para o bem ou para o mal, não garante um senso de pertencimento."

Pensamentos do Monks À medida que cresce o desejo de conexões autênticas, as pessoas estão se voltando para comunidades menores e mais unidas, construídas em torno de valores e interesses compartilhados.

Essa mudança sugere que as comunidades de nicho provavelmente moldarão o futuro das interações digitais. Para as Branding, essa é uma chance de deixar de se concentrar apenas no aumento do número de seguidores e passar a pensar em como cultivar comunidades que se alinham com seus valores e missão.

Um futuro guiado por profundidade e conexão.

Essa mudança em direção à sabedoria, à introspecção e à contração sinaliza não apenas um conjunto de tendências, mas um novo paradigma para o envolvimento digital. Chamamos isso de intimidade social, que permite uma ressonância emocional mais profunda e um entendimento compartilhado. Tanto as Brandings quanto as plataformas precisarão se adaptar projetando experiências que priorizem a autenticidade, o crescimento pessoal e as interações significativas em detrimento do volume de conteúdo ou das métricas superficiais.

Para as marcas que adotarem essa evolução, as recompensas serão duradouras, pois permanecerão relevantes em um mundo cada vez mais orientado por conexões e propósitos. Após anos de interações superficiais, o futuro do envolvimento digital está na criação de profundidade e no estabelecimento de relacionamentos que realmente importam.

Descubra por que o público anseia por conexões significativas, introspecção e comunidades de nicho, e como as marcas podem se adaptar para atender a essas expectativas. brand engagement social media AOR social Social Estratégia Go-To-Market Momentos nas Redes Sociais

Depois do hype, a operacionalização: as reflexões para o pós-NRF

Depois do hype, a operacionalização: as reflexões para o pós-NRF

Eventos da indústria Eventos da indústria, IA 3 minutos de leitura
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Escrito por
Monks

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Após dias de debates focados em inteligência artificial, empresas precisam olhar menos para as ferramentas em si e mais para as melhores formas de transformar as novidades em resultados

A NRF 2025 chegou ao fim. Foram três dias intensos que, como um todo, giraram em torno de um tema hegemônico: a inteligência artificial. Vale lembrar que, em 2024, a feira já havia dado bastante atenção a este tema. Mas, este ano, o teor, a qualidade e a intensidade das discussões puderam dar um passo além dos debates anteriores.

Um dos principais avanços é o fato de que, em 2025, a feira e os painéis tentaram aterrissar e tangibilizar as novidades tecnológicas. Mesmo que nem tantos casos consolidados de uso dessas inovações tenham sido apresentados, foi possível constatar que há um grande número de empresas e startups se dedicando quase exclusivamente à criação de soluções práticas usando IA. Ou seja, o caminho está traçado para que venham as aplicações dessas ferramentas – parece ser só uma questão de tempo até que elas se tornem viáveis financeiramente e em termos de escala.

Para quem participou da NRF, a viagem de volta para casa marca o início daquele que deveria ser um momento de reflexão profunda. O evento foi inspirador, mas é hora de pensar em como aproveitar todas as novidades sem esquecer que, no fim das contas, o que as pessoas (e os negócios) querem é gerar valor. É preciso olhar “para dentro de casa” e entender, de fato, quais as oportunidades para sair do superhype de IA e aplicar essas novidades de forma a melhorar o seu negócio e a experiência do cliente. Quais ferramentas têm maior potencial de aumentar a minha receita, melhorar minhas margens e deixar o meu cliente mais satisfeito?

Essa reflexão apareceu em uma fala de Keith Mercier, VP de retail e consumer goods da Microsoft. Ele pontuou (muito bem, aliás) que as empresas precisam definir com alguma agilidade os campos em que a IA pode alavancar o negócio. Também devem ser precisas nas escolhas e prioridades, para evitar ficarem presas no “purgatório dos pilotos”. Ou seja, sem uma compreensão sóbria dos seus gargalos e deficiências, e sem uma estratégia clara de adoção das novas ferramentas, as empresas podem ser sugadas pela empolgação em torno de IA, desperdiçando recursos em testes e mais testes de novidades que podem não ser as mais adequadas para o negócio.

Ao passo que é obviamente importante testar e adotar novas tecnologias, deve existir um processo estratégico de decisão para realmente extrairmos valor dessas ferramentas. É hora de sermos mais práticos, porque, no fim das contas, quem vai guiar toda essa tecnologia da era das máquinas serão as pessoas. Sua empresa precisa estar pronta para isso. Mas o que significa “estar pronta”?

Minha atenção se volta para dois fatores: o design organizacional e o desenvolvimento de habilidades e capacidades ligadas à IA. É preciso perguntar: temos hoje as pessoas certas para planejar e guiar essa jornada de transformação? A alta liderança da empresa está engajada e pronta para criar planejamentos estratégicos – e também orçamentos – que comportem e envolvam essas novas tecnologias, colocando os devidos incentivos nos pontos necessários? Todo esse direcionamento de mudança deve vir de cima para baixo, criando uma cultura na qual a mudança constante seja abraçada, e na qual os trabalhadores da empresa se sintam motivados e incentivados a seguir esse caminho.

Ou seja, é preciso imprimir a transformação de IA na empresa inteira. E isso passa também por treinar seus funcionários e colocar condições que favoreçam um desenvolvimento conjunto de habilidades individuais e coletivas. Nesse ponto, aliás, ainda se discute muito se a inteligência artificial vai acabar com alguns trabalhos. Na NRF, ficou claro que isso não é tão verdade – alguns postos sumirão, outros surgirão, mas quem não souber usar IA ficará para trás e correrá riscos. Se a empresa se planejar e guiar o caminho para as pessoas se desenvolverem e aprenderem, essa fórmula favorece transformar o hype em sucesso.

A principal lição que fica da NRF, portanto, é que o mundo está passando por mudanças significativas. Se você não for rápido ao abraçar essas transformações, corre risco de ficar para trás. Mas o desafio para as empresas agora é saber achar o equilíbrio entre a agilidade e a estratégia. Não adianta ser mais rápido que seu concorrente se seus próximos passos não levarem à evolução da proposta de valor e à melhora na experiência do cliente. É hora de abraçar a nova era tecnológica e, acima de tudo, ser certeiro para trazer retorno.

Artigo originalmente publicado no Meio&Mensagem

Entenda como as empresas podem aproveitar inovações em IA vistas na NRF 2025 para criar valor e construir estratégias eficazes. nrf artificial intelligence future of retail Eventos da indústria IA

NRF 2025: Tendências que transformam o Varejo

NRF 2025: Tendências que transformam o Varejo

Eventos da indústria Eventos da indústria, Inteligência Artifical, Performance 3 minutos de leitura
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Escrito por
Larissa Ferreira
Senior Inbound Marketing Analyst

NRF event floor action shots

O ano começou com tudo, e já cruzamos o hemisfério norte para trazer as novidades mais relevantes da NRF 2025, o maior evento de varejo do mundo. Realizado de 12 a 14 de janeiro, o evento reuniu mais de 40 mil participantes, e o time Monks esteve presente  com Rodolfo Tourinho e Pedro Milanezi, nossos Diretores de Mídias e Operações, e Lucas Palhares, Diretor de Growth. Reconhecendo a importância do evento como referência em tendências e inovação compartilhamos os principais destaques que prometem impactar o varejo.

Pensamentos do Monks É preciso olhar “para dentro de casa” e entender, de fato, quais as oportunidades para sair do superhype de IA e aplicar as novidades de forma a melhorar o negócio e a experiência de nossos clientes

Inteligência Artificial e Avanços Tecnológicos

O protagonismo nesta edição ficou por conta da inteligência artificial (IA), que deixou de ser apenas uma visão de futuro para se tornar uma realidade no setor varejista.

Entre as inovações que chamaram atenção, destacam-se:

  • Computer Vision: Tecnologia que permite análise visual para aprimorar experiências de compra.
  • Agentes Digitais: Assistentes virtuais capazes de compreender e atender às necessidades dos consumidores.
  • Digital Twins: Simulações digitais que ajudam varejistas a otimizar operações e melhorar interações.

Essas soluções não só aprimoram a jornada do cliente como redefinem a relação entre consumidores e marcas. Para aprofundar o tema, Pedro Milanezi compartilhou insights em um artigo para o Meio & Mensagem.

Conexões emocionais: o impacto dos fandoms

Outro tema de destaque foi a importância das conexões emocionais, ilustrada por cases de gigantes como Disney e Mattel. Essas marcas demonstraram como transformar paixões em negócios por meio de experiências imersivas.

Essa abordagem tem tudo a ver com nossa pesquisa, "A Era dos Fandoms", que explora o impacto das comunidades de fãs no mercado, na publicidade e nos hábitos de consumo. Quando o consumo é movido por sonhos e vínculos emocionais com as marcas, ele se torna ainda mais atrativo e memorável.

Novos modelos de lojas

Os espaços físicos estão evoluindo para destinos interativos que integram tecnologia, personalização e conexão emocional. Para conquistar os consumidores, as empresas precisam alinhar sua imagem às expectativas do público, garantindo que produtos e serviços cumpram o que prometem.

Em tempos de desafios econômicos e busca por eficiência, a criação de lojas que surpreendam e encantem é mais crucial do que nunca.

Experiência Integrada: O Futuro do Comércio sem Interrupções

O varejo de 2025 caminha para um modelo integrado, onde todas as interações do cliente com a marca fluem de maneira consistente e personalizada.

Principais tendências:

  • A meta será oferecer experiências homogêneas onde cada interação reflita preferências únicas.
  • Tecnologias como inteligência artificial serão cruciais para antecipar comportamentos dos clientes, criando ofertas personalizadas em tempo real.

Essas estratégias não apenas melhoram a satisfação do cliente mas também aumentam sua lealdade à marca.

A NRF 2025 trouxe insights sobre como a tecnologia está redesenhando o varejo global. Em um cenário onde experiências personalizadas são cada vez mais exigidas, é essencial que as empresas estejam prontas para abraçar e aplicar essas inovações. O futuro já começou, e o desafio é transformar tendências em ações que encantem e fidelizam consumidores.

O ano começou com tudo, e já cruzamos o hemisfério norte para trazer as novidades mais relevantes da NRF 2025, o maior evento de varejo do mundo e o time Monks esteve presente. performance AI Performance Inteligência Artifical Eventos da indústria

Dados: a peça-chave por trás das discussões de IA da NRF 2025

Dados: a peça-chave por trás das discussões de IA da NRF 2025

Maturidade de dados Maturidade de dados 3 minutos de leitura

Escrito por
Pedro Milanezi
Media Director

A computer screen showing code

Debates no maior evento do varejo do mundo se concentram em torno das novidades tecnológicas. Mas é preciso estabelecer uma boa estrutura para poder entrar de maneira certeira nesse universo

Passados os primeiros dias da NRF 2025, pude observar que o tema dominante nesta edição é, conforme esperado, inteligência artificial. Muitas novidades empolgantes têm sido apresentadas, permitindo vislumbrar um pouco do que o futuro reserva para o varejo nos próximos anos. Alguns dos avanços e tópicos tecnológicos que mais me chamaram a atenção foram:

Computer vision, ou visão computacional. Trata-se da tecnologia na qual robôs e computadores capturam imagens e processam dados a partir delas. Um exemplo prático é o checkout feito apenas colocando o produto num carrinho, em que um computador compreende quais itens estão sendo levados e permitindo pagar apenas aproximando o cartão.

Agentes digitais, que são sistemas autônomos inteligentes que não exigem comandos humanos para executar funções. É um dos tópicos mais quentes e importantes da feira. Há muitos casos sendo explorados de maneiras diferentes, mas os principais são de assistentes de compra, seja por chat ou por vídeo, que utilizam avatares muito parecidos com pessoas.

Digital twins, ou gêmeos digitais. Aqui a ideia é replicar um objeto físico num ambiente digital, permitindo que a IA proponha melhorias e ganhos de eficiência. Um exemplo que me chamou a atenção foi o case de uma varejista de materiais de construção. Utilizando gêmeos digitais de centros de distribuição, espaços de armazenamento e lojas – e câmeras em real time que atualizam constantemente o que está acontecendo em cada local –, a IA faz propostas de melhoria de volume de estoque, posicionamento dos itens e até contenção de danos no caso de algum acidente.

Muitas das novas tecnologias apresentadas na NRF ainda têm poucos casos consolidados de uso, que já tenham gerado resultados reais para os negócios. Algumas são ainda provas de conceitos, outras já estão em estágios mais avançados de adoção. De todo modo, já podemos entender, com alguma nitidez, para onde o mundo está indo e quais são as possibilidades futuras.

Na NRF, outros temas entram de forma mais indireta na conversa sobre IA, como, por exemplo, a hiper personalização – seja da jornada de compra ou dos produtos que as pessoas podem consumir. O termo “hiper personalização” pode ser até mais antigo que algumas ferramentas de IA, mas a coleta e processamento de dados via inteligência artificial ajudam muito a gerar insights mais rápidos e recomendar conteúdo durante a jornada de compra. O processo de compra se torna também uma troca rica, em que as partes aprendem, conversam e criam emoções e experiências.

E, aqui, chegamos àquele que, na minha avaliação, é o ponto mais crítico que está por trás de praticamente todas as discussões da NRF 2025: a utilização de dados. É impossível falarmos de uso de IA sem uma base sólida de dados que serão responsáveis por treinar e evoluir os modelos utilizados. Essa é uma conclusão especialmente relevante para o mercado brasileiro. Vemos poucas empresas no país, hoje, com maturidade de coleta e utilização de dados em patamares aceitáveis para fazer o mínimo uso de ferramentas como essas.

Na média da maturidade digital e de dados dos players brasileiros, casos que poderiam ser considerados simples – em que o treinamento do modelo é feito com dados em teoria já disponíveis, como, por exemplo, informações de catálogos de produto e sortimento loja a loja – acabam ficando complexos e de difícil implementação, levando a investimentos longos ou resultados frustrados. Tudo isso por causa da falta de uma boa estrutura de dados.

Ou seja, fica uma provocação para as empresas: é necessário priorizar o estabelecimento de uma estratégia de coleta e tratamento de dados. A partir disso, e colocando a experiência do cliente no centro, será possível redesenhar discussões estratégicas, aproveitando os insumos e caminhos valiosos apontados pelos times de dados e tecnologia.

É claro que nada disso é fácil. Há dois desafios principais que se impõem para as empresas que desejam adentrar nesse universo. O primeiro é que tudo isso exige investimento, capacidade técnica e uma cultura empresarial que abrace a mudança e dê a devida atenção para a coleta e estruturação de dados. O segundo diz respeito à privacidade e uso desses dados – existe uma grande discussão e preocupação em como captar e utilizar esses números respeitando as preferências e os limites impostos pelos consumidores.

Os primeiros dias de NRF, portanto, nos mostram que os avanços tecnológicos trazidos pela IA são empolgantes, mas exigem uma sólida base de dados – e cultura corporativa – que poucas empresas no Brasil têm. Somente a partir dessa estruturação é que será possível mergulhar de cabeça na nova era tecnológica do varejo.

 

Artigo publicado originalmente no Meio&Mensagem

Descubra como a NRF 2025 enfatiza a importância dos dados na revolução da inteligência artificial no varejo. consumer data data data analytics nrf Maturidade de dados

A infinita jornada de adaptação e as tendências do ano que começa

A infinita jornada de adaptação e as tendências do ano que começa

Eventos da indústria Eventos da indústria 3 minutos de leitura

Escrito por
Pedro Milanezi
Media Director

A view looking down a mall stairwell

Em um mercado que está em constante transformação, temas como tecnologia, inovação e personalização devem pautar debates em um dos eventos mais importantes do varejo

O ano de 2025 chegou e é tempo de reflexão sobre o que vem pela frente. E que espaço é melhor para isso do que a NRF, um dos eventos anuais mais importantes do varejo? Grandes líderes, inovadores e especialistas do setor estarão reunidos em Nova York para compartilhar análises, perspectivas, experiências e melhores práticas. As ideias que circularão por lá irão influenciar as estratégias em todo o mercado.

Ao discutir o futuro – seja no curto, médio ou longo prazo –, é importante lembrar que o varejo está em uma infinita jornada de adaptação. Ou seja, tudo está sempre em processo de mudança, trazendo novos desafios e reflexões. Então, quais devem ser as principais pautas transformativas discutidas na NRF deste ano?

Os primeiros temas que vêm à mente são, evidentemente, tecnologia e inovação. No último ano, tivemos muitas novidades nessas frentes, saindo do frenesi e aterrissando em casos concretos e replicáveis de uso de inteligência artificial. Já passamos do discurso de apenas otimizar o dia a dia para começar a focar em disrupções ou simplesmente em soluções que não eram desenvolvidas por conta de seu alto custo intelectual e financeiro. Nesse sentido, 2025 deve ser um ano de ainda mais materialização e de novas transformações práticas.

Na mesma toada, a personalização impulsionada por insights baseados em dados também deve estar muito presente em várias palestras da NRF. É um tema que dialoga intimamente com a inteligência artificial, porque essas ferramentas serão parceiras estratégicas e fundamentais para que a customização avance ainda mais, e permita alcançar os consumidores num nível pessoal. Também é um tópico que conversa com a grande diferença de padrão de consumo e comportamento das novas gerações, que estão ingressando com força e com maior poder aquisitivo no mercado.

Por isso, espero ver na NRF cases que mostrem como executar melhor – e escalar – a tão falada hiper personalização de conteúdo, seja pela integração de dados do consumidor omnichannel ou num provador virtual que sugere roupas com base no seu histórico de compra e provas. Aqui, o céu é o limite.

É importante manter em mente que quem movimenta o varejo são as pessoas e seus comportamentos, que estão estreitamente ligados às comunidades onde estão inseridas. O setor evolui em resposta às dores (e mudanças) no comportamento de consumo das pessoas. Isso só é possível se todas as partes estiverem de braços abertos para colaborar. A hiper personalização significa chegar nas pessoas certas com as mensagens certas e de modo mais eficiente, mas nada disso é estático – novamente aqui aparece a infinita adaptação.

Deste ponto, decorrem outros tópicos importantes que devem ser discutidos na NRF em 2025. Um deles é a priorização cada vez maior dada por consumidores à sustentabilidade no processo de decisão de compra. Essa tendência deve alimentar discussões centradas em como os varejistas podem alinhar suas práticas com os valores dos consumidores. Aliás, espero ver conteúdos que discutam como a IA é catalisadora desse processo, seja em insights ou melhorias em cadeias de suprimento, design de processos e produtos.

Por fim, estamos falando de tendências do setor, mas o varejo não está blindado dos fenômenos globais que afetam todos os mercados, como as condições macroeconômicas mundiais, ainda instáveis após a pandemia. O contexto de juros altos e inflação ainda sob mira dos Bancos Centrais poderá afetar em primeira mão o consumo e o desempenho da indústria, que está diretamente ligado ao patamar de investimento e, consequentemente, à evolução das experiências no varejo.

Ou seja, o varejo está sujeito às várias condições e novidades que afetam o mundo e os diferentes mercados. Mas tenho certeza que a NRF será uma excelente oportunidade para discutir de maneira aprofundada as novas tendências e inovações, em um momento de muito aprendizado e colaboração.

Artigo originalmente publicado no Meio&Mensagem

Descubra as tendências que moldarão o varejo em 2025 na NRF, com foco em tecnologia, inovação e personalização. nrf digital in retail experiential retail Retail Eventos da indústria

Perspectivas para a Inteligência Artificial em 2025

Perspectivas para a Inteligência Artificial em 2025

Consultoria em IA e tecnologias emergentes Consultoria em IA e tecnologias emergentes, IA 4 minutos de leitura
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Escrito por
Luiz Fernando Ruocco
SVP, Perfomance

A glass pill showing a message

Não é apenas uma questão de adotar as novas tecnologias só porque sim – ou, ainda, só para acelerar processos

Você, leitor ou leitora deste Meio & Mensagem, deve ter se deparado inúmeras vezes com análises dizendo que a inteligência artificial é a bola da vez. E, de fato, não há como negar que as novas tecnologias de LLM (Large Language Model) e ML (Machine Learning) já estão transformando nossa indústria de maneira significativa.

O impacto vai muito além das projeções futuristas. Ele já é palpável, e não se restringe ao que acontece das portas das agências para dentro. Inicialmente, as ferramentas de IA eram usadas de modo discreto, quase como instrumentos auxiliares para automação de funções cotidianas, como disparo de mensagens e elaboração de e-mails internos.

É difícil encontrar alguém que, a esta altura do campeonato, ainda enxergue a inteligência artificial desta forma. Isso porque as potencialidades estão cada vez mais latentes – e são discutidas publicamente por praticamente todos os players do mercado. Ainda assim, minha visão é que há uma espécie de interpretação equivocada sobre o real poder de transformação que as inteligências artificiais colocam sobre a mesa.

Antes de explicar em mais detalhes o meu raciocínio, vamos voltar um pouco no tempo. Até a popularização dos meios digitais, as agências tinham um modus operandi consolidado e que girava, evidentemente, em torno de operações físicas. Para ilustrar com um exemplo simples: durante décadas, as peças publicitárias eram feitas uma a uma por artistas que trabalhavam com instrumentos como lápis e pincel.

A digitalização promoveu uma revolução. As possibilidades se multiplicaram no mesmo ritmo das novas ferramentas, que surgiam e se popularizavam aos montes a cada ano. De um ponto de vista simbólico e até mesmo literal, o número de botões passíveis de serem clicados nas plataformas foi crescendo em ritmo alucinado. Pense num aplicativo de edição de imagem: novas ferramentas foram sendo incorporadas ao longo do tempo, desbloqueando novas funcionalidades e modalidades de uso.

Ao mesmo tempo, as agências também se transformaram para refletir todos esses movimentos. Cada uma das novas plataformas e cada um dos novos botões exigia um certo grau de expertise. Por isso, o que ocorreu foi uma segmentação das agências em silos, refletindo a necessidade cada vez maior de especialização dos profissionais.

É nesse contexto de ultra especialização que a inteligência artificial apareceu, a partir de 2017. E a evolução das próprias ferramentas de IA – cujo marco simbólico é, evidentemente, o lançamento do ChatGPT em novembro de 2022 – foi responsável por expandir os horizontes de forma bastante rápida. Em 2025, o ambiente está mais do que propício para inovações.

Ouço muitas pessoas do setor dizendo que IA vai deixar todos os processos mais rápidos. E que essa velocidade mais alta será a principal novidade desta nova era tecnológica. Esse pensamento traz uma limitação importante. Não que os ganhos de rapidez possam ser desprezados – afinal, são uma das faces do ganho de eficiência que a IA traz.

Mas a visão que temos na Monks é que a IA não é uma mera ferramenta, e sim um parceiro a ser incorporado ao nosso trabalho de forma integrada e estratégica. E que pode (e deve) ser usado para aprimorar o processo de tomada de decisão e aguçar o nosso senso de inovação.

Isso implica, em última instância, que precisamos pensar a implementação de IA fora da “caixinha” dos silos construídos nas últimas décadas. Não é que cada área dentro de uma agência deva investigar individualmente como pode usar as novas tecnologias. Essa reflexão precisa ser feita de forma macro, envolvendo todo o negócio.

Até porque a inteligência artificial está reduzindo o número de botões de cada plataforma. Atividades que antes requeriam grandes expertises e domínio de várias ferramentas agora podem ser feitas em um único comando, via inteligência artificial. Ou seja, a própria base do sistema de silos que definiu as agências até aqui está se transformando (para não dizer ruindo). Ao mesmo tempo, ter um domínio das ferramentas de inteligência artificial – em todas as suas variedades e empresas de origem – se prova um diferencial cada vez mais relevante.

A quebra dos silos significa que a inteligência artificial não vai ser usada apenas para produzir peças mais rapidamente e acelerar processos de comunicação interna. Ela vai ser usada para potencializar, de forma integrada, os conhecimentos de mídia, redes sociais, dados e criatividade para adaptar as mensagens em tempo real e garantir que os conteúdos certos cheguem às pessoas certas, no canal certo. E, é claro, com maior rapidez e menor preço. É aí que entram temas como personalização, análise preditiva de dados e automação de processos.

2025 será um ano de continuidade desses movimentos. Mas, mais importante, será um momento crucial para entender quais empresas estão prontas para encarar essas transformações e abraçar o pensamento disruptivo que a nova era de inteligência artificial exige.

Não é apenas uma questão de adotar as novas tecnologias só porque sim – ou, ainda, só para acelerar processos. O momento exige reflexão estratégica e capacidade para entender que a revolução de IA não é “para inglês ver”, mas sim para obter ganhos de eficiência em todas as frentes.

 

Artigo publicado originalmente no Meio&Mensagem.

Além da velocidade, entenda como a inteligência artificial transformará agências e a tomada de decisão em 2025. Personalização, análise preditiva e automação. artificial intelligence creative tech emerging tech Consultoria em IA e tecnologias emergentes IA

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