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Despedimento

Combatendo a evasão precoce de alunos com jornadas de SMS conversacionais no Marketing Cloud

Combatendo a evasão precoce de alunos com jornadas de SMS conversacionais no Marketing Cloud

CRM CRM, Dados, Eventos da indústria, Fidelização do cliente 2 minutos de leitura
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Escrito por
Andi Morton
Marketing Automation Consultant

A woman holds a smartphone. The screen displays a chat interface related to "Online University." Text messages indicate a conversation about needing help with a course or login issues. There are graphical elements, possibly data visualizations, floating in the background, suggesting a digital or educational context. The person's hand and part of their face are visible, but their features are not clearly defined.

Tive a excelente oportunidade de falar na MarDreamin', a conferência virtual de três dias para profissionais de marketing que usam a plataforma Salesforce. Foi um evento incrível com estratégias e percepções de especialistas da Salesforce - e tive a chance de apresentar uma palestra minha ao lado de Ghea Gizella, especialista em automação de marketing da Transurban. Você pode assistir à apresentação sob demanda gratuitamente aqui.

Nossa palestra, "Combating Early Student Drop-Off with Conversational SMS Journeys in Marketing Cloud", concentrou-se em um caso de uso bem conhecido no setor de educação: abordar as taxas de desistência de alunos que estão iniciando sua primeira experiência com o aprendizado on-line. No entanto, as ferramentas e estratégias que abordamos são igualmente relevantes para os profissionais de marketing de marcas de produtos on-line ou SAAS que buscam combater problemas semelhantes quando precisam integrar os clientes de forma abrangente para evitar a rotatividade. Ao entender como manter o engajamento e promover a fidelidade desde o início, as empresas podem gerar crescimento e sucesso significativos.

Em nossa apresentação, Ghea e eu demonstramos como as jornadas de SMS personalizadas e com vários pontos de contato podem manter os alunos - ou qualquer cliente - engajados. Utilizamos os poderosos recursos de SMS do Salesforce Marketing Cloud e usamos extensões de dados e AMPScript para criar comunicações dinâmicas e responsivas. Ao aproveitar esses recursos e a integração do Marketing Cloud com o Salesforce CRM, criamos uma estrutura que aprimora o suporte e a interação com o cliente. Essa integração também permite insights em tempo real e suporte proativo, garantindo que sua marca possa atender prontamente às necessidades do seu público.

A jornada que projetamos também destaca o uso do Salesforce Sales Cloud para manter os orientadores de alunos a par da jornada de seu grupo e para rastreamento e relatórios avançados que fornecem uma visão abrangente das interações com os clientes. Se você estiver interessado em descobrir como essas técnicas podem ajudar sua empresa a reduzir a rotatividade e criar conexões mais fortes com os clientes, convido-o a assistir à apresentação completa. Você aprenderá a implementar uma abordagem proativa e personalizada que não apenas lida com os desafios existentes, mas também antecipa as necessidades futuras. Você também obterá insights valiosos sobre a criação de uma comunicação personalizada que repercute no seu público, gerando engajamento e fidelidade duradouros.

Saiba como as jornadas de SMS personalizadas e com vários pontos de contato no Salesforce Marketing Cloud podem reduzir o abandono precoce, promovendo o envolvimento e a fidelidade. Learn how personalized, multi-touchpoint SMS journeys in Salesforce Marketing Cloud can reduce early drop-off, fostering engagement and loyalty. salesforce marketing cloud salesforce marketing conversational sms journeys mardreamin Dados CRM Fidelização do cliente Eventos da indústria
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Decisão de dados

Preencher a lacuna entre o insight e a ação.

Nós o ajudamos a liberar o valor de seus dados, promovendo a alfabetização em dados, simplificando os processos de tomada de decisão e criando uma cultura orientada por dados.

Data Decisioning

O Data Decisioning resolve os seguintes desafios:

    • Escassez de dados: Criando estratégias de aquisição de dados compatíveis

      Muitas empresas enfrentam desafios em relação à coleta de dados. Isso pode ocorrer com base em modelos de negócios herdados que ainda não adotaram a estratégia de dados primários ou que são avessos a riscos devido a uma regulamentação excessiva. Muitas vezes, as empresas coletam muitos dados, mas o valor deles não é obtido. Independentemente de sua situação ser de escassez de dados ou de insights, a Monks pode ajudá-lo a superar seus desafios.

    • Expansão de dados: A criação de dados amplos é um marco importante para todas as organizações

      Os dados amplos tratam com eficácia a dispersão de dados, criando uma estrutura coesa que integra conjuntos de dados diferentes em uma organização. Ao eliminar os silos e estabelecer uma governança clara, os dados amplos garantem que todos os departamentos compartilhem um entendimento consistente das principais métricas e definições. Essa harmonização reduz a fragmentação, permitindo o acesso ininterrupto a informações de várias fontes, como ferramentas de automação de marketing, sistemas de CRM e análise de produtos, o que leva a uma melhor colaboração e tomada de decisões. Com uma visão unificada dos dados, as organizações podem atenuar o caos das informações dispersas e, ao mesmo tempo, melhorar a acessibilidade e a capacidade de ação para todas as partes interessadas.

    • Ignorância de dados: A urgência do "Aha!": Minimizar o tempo para o insight é crucial na era dos dados amplos

      Nas organizações modernas, os momentos "Aha!" são cruciais para impulsionar a inovação e a vantagem competitiva. Esses insights, derivados da análise de dados, permitem que as equipes tomem decisões informadas rapidamente e se adaptem às mudanças nas condições do mercado. Ao minimizar o tempo até o insight, as empresas podem capitalizar as tendências emergentes e aumentar a eficiência operacional, melhorando a experiência do cliente. Em uma era em que os dados são abundantes, mas os insights acionáveis são escassos, promover uma cultura que priorize esses momentos transformadores é essencial para ficar à frente dos concorrentes e maximizar o potencial de crescimento. Abraçar a urgência dos momentos Aha! permite que as organizações transformem dados brutos em oportunidades estratégicas que impulsionam o sucesso no ambiente acelerado de hoje.

    • Valor diferido: Superando a inércia: iniciativas pós-exposição para ação e resultado

      As ações pós-exposição são essenciais para que as organizações percebam plenamente o valor de suas iniciativas relacionadas a dados. Depois de alcançar os momentos "Aha!", é crucial implementar estratégias estruturadas que traduzam os insights em resultados acionáveis. Ao desenvolver planos de ação claros, promover a colaboração multifuncional e garantir a comunicação eficaz dos insights sobre os dados, as empresas podem superar a inércia e combater o valor adiado. Além disso, a priorização da alocação de recursos e a adoção da experimentação permitem que as organizações reduzam os riscos e, ao mesmo tempo, impulsionem a inovação. Em última análise, essas iniciativas pós-exposição não apenas aprimoram a tomada de decisões, mas também maximizam o ROI dos investimentos em dados, transformando insights brutos em oportunidades de crescimento sustentável no atual cenário competitivo.

Pensamentos do Monks No atual mundo dos negócios em ritmo acelerado, as organizações estão nadando em dados. A tomada de decisões sobre dados é a chave para transformar esses dados em um poderoso impulsionador de crescimento, inovação e vantagem competitiva. É mais do que apenas coletar e processar dados; trata-se de fazer com que os dados trabalhem duro para gerar valor em dólares. Isso significa que os dados devem ser práticos, acessíveis e acionáveis para todos na organização

Resultados

  • Aumentar a receita em 18%
  • Economia de custos de 29%
  • Aumentar a participação de mercado em 2x
  • Redução do tempo de desenvolvimento do produto em 50%
  • De acordo com a BCG, "The Fast Track to Digital Marketing Maturity" (O caminho rápido para a maturidade do marketing digital) e McKinsey & Company, "How data and analytics can improve project performance" (Como os dados e a análise de dados podem melhorar o desempenho do projeto).

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Pare de apenas admirar seus dados - comece a agir de acordo com eles.

Dados bem orquestrados e operações digitais maduras são os principais impulsionadores do aumento da receita e da vantagem de mercado. Permita que o Data Decisioning capacite sua organização a tomar decisões mais rápidas e inteligentes e a obter resultados mensuráveis.

Deseja conversar sobre Data Decisioning? Entre em contato.

Inovação digital para vender mais no físico

Inovação digital para vender mais no físico

Performance Performance 3 minutos de leitura
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Escrito por
Luiz Fernando Ruocco
SVP, Perfomance

woman on smartphone

Imagine a seguinte situação: uma jovem vê no TikTok um anúncio de um tênis. Na sequência, entra no site da loja para conferir os preços e tamanhos. Fica com uma dúvida sobre o produto e envia uma mensagem para o atendimento do WhatsApp. Resolvida sua pergunta, vai até uma loja física para experimentar o tênis. Serviu! E é confortável! Ela então volta para casa e faz a compra pelo marketplace, no qual já planejava adquirir com desconto outros acessórios que estavam em seu carrinho há algumas semanas.


 

Em um caso desses, qual canal da varejista foi responsável pela venda? É uma pergunta difícil de responder, principalmente sob a lógica antiga que ainda impera dentro de muitas empresas. Infelizmente, ainda é comum o pensamento segmentado, que trata cada uma das frentes como uma coisa isolada.

Mas os tempos mudaram. O consumidor pode passar por praticamente todos os canais de vendas antes de efetivamente realizar a compra, como mostra o exemplo acima. Callcenter, e-commerce, plataformas, chats, lojas… Todas essas são formas pelas quais as empresas conseguem atender seus clientes e vender seus produtos. E, no fim das contas, o objetivo é sempre o mesmo: uma venda é uma venda, independentemente da forma como ela acontece.

É aí que entra o pensamento omnichannel, ou seja, enxergar a empresa como uma unidade, em que todas as partes precisam trabalhar juntas, sem obstáculos ou constrangimentos entre si. E na qual cada um dos canais tem seu papel para que o cliente tenha a melhor jornada.

 

A importância contínua das lojas físicas

Dentro desse mundo de múltiplas ferramentas para o varejo, pode ser tentador minimizar o papel dos estabelecimentos físicos, dado o crescimento vertiginoso de novas tecnologias que multiplicam as possibilidades nos meios digitais. Mas se há algo que os últimos anos provaram é que as lojas físicas não vão acabar tão cedo. Afinal, mesmo depois da pandemia de Covid que virou o varejo de cabeça para baixo e forçou lojistas e clientes a migrar para os ambientes digitais, o ponto de venda com endereço e CEP não perdeu relevância, e continua representando uma fatia importante de vendas.

O papel da loja física vai além do share de receitas. Trata-se de um local fundamental para testar e experimentar o produto, além de servir como uma espécie de âncora de segurança para o consumidor – ele sabe que, se surgir alguma questão, poderá ir a um balcão físico para tentar resolvê-la. Mas o principal diferencial da loja física é, acima de tudo, a experiência.

Ou seja, o estabelecimento físico não pode ser visto apenas como um conjunto de prateleiras de produtos, e sim como o braço imersivo de um complexo sistema integrado chamado “setor de vendas”. Por isso, o offline não deve ser escanteado, e sim integrado aos outros canais para criar uma jornada completa e eficiente para o consumidor.

Um exemplo de integração é uma ação nas redes que, com ajuda de algoritmos do Google e das plataformas, ajuda a atrair os clientes para a loja física – sobretudo o consumidor que prefere a compra offline. Há casos bem-sucedidos de ações desse tipo sendo adotadas por grandes varejistas no Brasil, e com resultados expressivos de conversão e de receita.

 

Desafios e estratégias para uma integração eficaz

Logicamente, a integração entre os meios online e offline de vendas traz desafios. O primeiro é entender qual a maneira mais eficiente de mensurar a participação de cada canal em uma venda e de promover de forma harmônica a integração entre as diferentes partes do sistema. Isso passa por dilemas práticos – por exemplo, repensar o modelo de remuneração de vendedores por comissão – que desafiam a lógica tradicional do varejo.

É preciso também promover essa compatibilização em termos tecnológicos, o que significa incorporar e explorar diferentes plataformas que otimizem a experiência do cliente. Por exemplo, é possível ter uma interface que cruze os dados de pesquisa do cliente com a disponibilidade dos estoques nas lojas físicas e que, na sequência, sugira uma visita à loja mais próxima.

Por fim, operar na lógica omnichannel requer estratégia. Não basta “simplesmente” mensurar as ações de cada canal e adotar tecnologias diferentes. É preciso entender o quanto cada área contribui e como potencializar essa atuação, maximizando os resultados do todo.

É preciso, portanto, lembrar a lição fundamental do omnichannel: quem escolhe como comprar é o cliente, e não cabe ao varejista impor barreiras. O papel das empresas é fornecer o melhor atendimento, garantir que os diferentes canais estejam alinhados e fazer o máximo para que o consumidor saia satisfeito, com seu produto em mãos.

Artigo originalmente publicado no E-commerce Brasil 

Descubra como a estratégia omnichannel transforma a experiência de compra, integrando lojas físicas e digitais para aumentar vendas e satisfação do cliente. performance performance marketing Black Friday Performance

A Black Friday está chegando e o palco é todo seu: tendências e uso de IA

A Black Friday está chegando e o palco é todo seu: tendências e uso de IA

IA IA, Performance 4 minutos de leitura
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Escrito por
Gustavo Smidt Oliveira
Account Head

BF 2024

A Black Friday se consolidou como um marco no planejamento de compras do brasileiro na última década. Como uma data comercial focada em preços e benefícios, ela atrai a atenção dos consumidores para as ofertas e exige que os varejistas comecem a se preparar já no início do segundo semestre. Para entender o cenário deste ano, que tal relembrarmos os anos anteriores juntos?

A Black Friday de 2022 foi marcada por um cenário complexo, já que se sobrepôs a Copa do Mundo e as eleições presidenciais no Brasil. Esses fatores externos impactaram diretamente o desempenho do e-commerce, gerando uma retração nas vendas. Apesar das expectativas de crescimento, muitos varejistas enfrentaram desafios para atrair consumidores em meio a um ambiente tão competitivo.

Em 2023, as expectativas eram mais cautelosas, com um crescimento projetado de 12%. No entanto, a realidade se mostrou diferente: segundo a Neotrust, houve uma queda de 15,1% no faturamento e uma redução de 17,6% na quantidade de pedidos em comparação ao ano anterior. O desempenho foi abaixo das projeções já conservadoras e refletiu um desafio contínuo para o varejo. O impacto dos anos anteriores ainda ressoava, com os consumidores mostrando hesitação nas compras.

Vindo de cenários complexos, a Black Friday de 2024 é promissora. Dados recentes do IBGE indicam uma inflação menor nos últimos 12 meses em relação ao ano passado. Além disso, o Valor Econômico destacou que o crédito deve estimular as atividades no segundo semestre deste ano; agosto registrou o primeiro mês de deflação do ano. Com esses indicadores positivos em vista, espera-se um novembro agitado no varejo.

Diante desse panorama otimista, comunicar claramente as ofertas será essencial para os varejistas que buscam conectar-se com suas audiências durante esta sazonalidade.

 

Fique por dentro das tendências para este ano! 

Com a primeira parcela do 13º salário sendo liberada logo antes da Black Friday, 39% dos consumidores estão planejando suas compras para a própria sexta-feira. Um estudo da Globo revela que os consumidores já começam a se organizar com três meses de antecedência, buscando produtos, condições de pagamento, modalidades de entrega e referências de preço. E você, varejista, já está se preparando?

Algo que vem sido falado ao longo de todo ano é sobre como a jornada de compra tem se tornado cada vez mais complexa, integrando o ambiente online e físico através da omnicanalidade. Os consumidores estão transitando entre canais — da pesquisa online à experiência na loja física, finalizando a compra pelo aplicativo. Nesse contexto, o Magazine Luiza se destacou como um exemplo de sucesso multicanal. Durante a última Black Friday, enquanto concorrentes enfrentavam dificuldades no setor, o Magalu aproveitou essa oportunidade para expandir sua presença física. O resultado foi a Black Friday mais rentável da história da empresa, com um crescimento de 4% nas vendas brutas nas lojas físicas em relação ao ano anterior e uma margem EBITDA alcançando seu maior patamar em três anos. Uma baita inspiração para este ano!

Um outro aspecto crucial para as grandes sazonalidades é a personalização da comunicação, fundamentada em dados dos usuários, que se tornou essencial para as marcas atenderem às expectativas dos consumidores. Além disso, garantir agilidade na entrega e flexibilidade nos pagamentos é fundamental; os clientes valorizam conveniência e rapidez.

Além disso, é inegável que as redes sociais tornaram-se vitrines digitais onde marcas interagem em tempo real com seus públicos. Influenciadores digitais desempenham um papel significativo nesse cenário; suas recomendações impactam as decisões de compra dos seguidores. Promoções relâmpago e conteúdos criativos ajudam a impulsionar as vendas durante essa época. Como está sua estratégia de Social Media, está preparado?

 

Explore a excelência da IA em sua estratégia de sucesso!

E é claro que não podemos deixar de fora o uso da inteligência artificial em uma data tão importante. Acelerar o volume e a precisão das operações é uma jogada inteligente nas campanhas de mídias e a IA é a grande parceira para isso. Essas ferramentas ajudam as marcas a tomar decisões que atendem aos objetivos do negócio durante essa época, seja para atrair novos clientes, aumentar as vendas ou gerenciar estoques.

Ferramentas de planejamento como o Reach Planner e Audience Insights  são super úteis na hora de prever os impactos das suas ações. Aproveite esse momento de planejamento para se conectar com clientes que estão fazendo suas listas de compras. Invista em iniciativas que chamem atenção e aumentem a conscientização sobre sua marca.

Lembre-se: o digital não só gera vendas online, mas também pode impulsionar visitas às lojas físicas. Considere integrar seu inventário físico ao virtual; isso torna a experiência de compra muito mais fluida. Utilize estudos como Brand Lifts e Conversion Lifts para entender melhor o impacto das suas campanhas.

Para conquistar novos clientes, explore as ferramentas que melhor se adequem ao seu público-alvo e ajuste suas configurações para focar na atração de novos compradores. Já para reter seus clientes fiéis, considere oferecer benefícios especiais — todo mundo gosta de ser reconhecido!

Quando tudo estiver rodando, mantenha um olho nos KPIs tanto internos quanto do mercado. Afinal, “siga sempre o plano”, mas lembre-se: os ajustes de rota e readaptação são sempre bem vindos! E quem disse que trabalhar durante a Black Friday não pode ter seu lado divertido? Conte com a Monks e tenha uma ótima Black Friday!

 

A Black Friday se consolidou como um marco no planejamento de compras do brasileiro na última década. Como uma data comercial focada em preços e benefícios, atrai a atenção dos consumidores para as ofertas e exige que os varejistas comecem a se preparar já no início do segundo semestre. Faltam 10 dias para a Black Friday! Você está preparado?
Black Friday AI tendências performance Performance IA

Dê um POP • Pringles destaca originalidade e conquista o São João

  • Cliente

    Pringles

  • Soluções

    Campanhas de Social

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Apesar de ser um snack globalmente reconhecido, conquistar o coração, e o paladar, do Nordeste era um grande desafio para Pringles. A presença da marca na região, o segundo maior mercado de salgadinhos do Brasil, ainda era tímida, ocupando apenas a nona posição no ranking de consumo.

Esse cenário era um reflexo da ausência de comunicação direcionada até 2023, o que permitiu que a percepção do público fosse moldada apenas pelo trade, criando a imagem de um produto caro e difícil de encontrar. Diante disso, a marca contou com a gente para aumentar a presença e o consumo no Nordeste. Queriamos reafirmar o posicionamento premium da Pringles, e a conectar de forma mais genuína com o público nordestino e incentivando o consumo por preferência, não por acaso, mostrando a eles que a qualidade e a experiência que a marca oferece valem cada centavo.

E para isso tínhamos uma carta na manga, a originalidade incontestável de Pringles, que oferece uma experiência única com batatas intactas, empilhadas em uma lata clássica. Assim, mostraríamos ao Nordeste que, quando se trata de snacks, Pringles é a única opção realmente original, porque o resto, bem, o resto é um saco.

Criando a conexão com o Nordeste

Para conquistar o Nordeste, mergulhamos na essência da região e decidimos abraçar o São João, a festa mais importante do calendário local. Mas sabíamos que estar presente não era o suficiente, nós precisávamos de algo original, que se destacasse em meio à profusão de campanhas típicas da data. Então, identificamos dois elementos presentes em toda boa festa junina: música e comida boa. E como de comida boa a gente entende, faltava apenas a música.

A partir daí, surgiu a ideia de criar um forró para Pringles, em parceria com o ícone da música nordestina, Xand Avião. Com milhões de seguidores no TikTok, o Xand era a escolha perfeita para amplificar a mensagem e se conectar com o público. Para completar, reunimos um time de influenciadores locais que ajudaram a espalhar a mensagem e convidar o público a participar também.

O objetivo da campanha era triplo. Primeiro, aumentar o awareness da marca por meio do conteúdo, iniciando uma conversa direta com o público nordestino. Segundo, gerar engajamento incentivando as pessoas a não só ouvirem a música, mas também a criarem seus próprios vídeos. Terceiro, construir lembrança de marca, buscando superar a antiga percepção de produto caro e raro.

A estratégia se baseou no modelo de lançamento de grandes artistas, com a música do Xand Avião como principal ativo. Disponibilizamos a faixa nas principais plataformas de streaming e, claro, no TikTok. Criamos também um Branded Mission na plataforma, incentivando as pessoas a mostrarem seus jeitos originais de consumir Pringles durante o São João, as tornando protagonistas da campanha.

É hit que fala?

Primeiramente, em relação ao awareness, a Branded Mission no TikTok alcançou a marca de 67 milhões de visualizações, sendo 34 milhões de em vídeos com a música da campanha. Um dos vídeos especificamente viralizou e sozinho conquistou mais de 9 milhões de visualizações e 900 mil likes.
 

O engajamento também foi excepcional, com nossa hashtag recebendo 1.400 vídeos, superando em 56% a meta inicial, baseada no benchmark da plataforma. Desse total, 876 foram criados por influenciadores, uma participação 43% maior que a média observada em outras campanhas.

Além disso, os vídeos impulsionados tiveram uma taxa de engajamento de 11%, que é 44% maior que a média das demais Branded Missions no TikTok. Por fim, a campanha também se mostrou eficaz na construção da lembrança da marca. Observamos um aumento de 4 p.p no add recall, de acordo com a pesquisa de Brand Lift da plataforma. 

O sucesso da nossa campanha comprova que quando combinamos criatividade, estratégia e um profundo entendimento da cultura local, os resultados podem ser extraordinários. Afinal, para nós, originalidade não é apenas um atributo, é a nossa forma de trabalhar, para criar conteúdos e experiências irresistíveis, que valham o tempo das pessoas.

Quer falar mais sobre social media? Entre em contato.

Olá

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Monks & Google: New Media Frontiers

Monks & Google: New Media Frontiers

Mídia Mídia 3 minutos de leitura
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Escrito por
Monks

monks evento google

No dia 08 de novembro, nos unimos ao Google para um evento exclusivo que abordou as últimas tendências em mídia e futuro do digital no estudo "New Media Frontiers", produzido pelo Google. Esse trabalho revela um ecossistema de mídia dinâmico, cada vez mais alinhado ao comportamento do consumidor. A partir disso discutimos a evolução da mídia, seu impacto nos consumidores e a crescente importância da publicidade programática. Para enriquecer a conversa, a Natura e o KaBuM! estiveram presentes no palco para representar cases de sucesso nos quais já utilizamos essa nova geração de produtos Google.

A Evolução da Mídia: Um Reflexo do comportamento do Consumidor

Nos últimos anos, vivenciamos uma transformação impressionante no ecossistema de mídia, refletindo mudanças significativas no comportamento dos consumidores. É essencial que pensemos nos conteúdos sempre orientados ao consumidor.. Esta premissa é imprescindível no uso das tecnologias emergentes, que estão moldando essa nova realidade.
 

1. Cenário Atual: Mídia digital em ascensão

O vídeo digital despontou como a principal forma de consumo online nos últimos cinco anos. Cerca de 80% do tráfego na internet é gerado por conteúdo em vídeo, impulsionado pela democratização dos smartphones — já são mais de 250 milhões deles no Brasil! Essa revolução traz não apenas novas tecnologias, mas experiências personalizadas que elevam interatividade e engajamento ao próximo nível.

2. Compreendendo Mudanças no comportamento do consumidor

Como os consumidores estão navegando por essas transformações? Em um mundo repleto de opções, é crucial manter um diálogo ativo entre marcas e seus públicos-alvo. Um exemplo notável é como o futebol se consolidou como terreno fértil para marketing moderno. Patrocínios estáticos deram lugar a plataformas que retransmitem jogos ao vivo via YouTube ou streaming, permitindo interações digitais enquanto preservam suas raízes locais.

3. Programática: Estruturando soluções para o Agora!

Diante desse cenário multifacetado, a programática surge como essencial; ela permite às marcas otimizar suas interações com os consumidores por meio da análise meticulosa oferecida pelos dados coletados pelas telas — sejam nas ruas ou nos lares. As soluções do mercado programático vão além da simples exibição; trata-se de conectar momentos certos com mensagens certeiras.


 

Histórias que estão fazendo sucesso!

Para ilustrar as inúmeras possibilidades e novos desafios, contamos com a Thais Barreto, Gerente de mídia performance da Natura&Co e com o Bruno Chamas, Head de Marketing da KaBuM! apresentando cases estratégicos.

monks evento google
monks evento google

A Natura, líder no mercado brasileiro de cosméticos, buscava expandir sua base de clientes de forma estratégica e optou por uma campanha focada em instalação de aplicativos (ACi) utilizando bidding tROAS otimizado via IA do Google. A mudança estratégica gerou um aumento de 3x na receita, um ROAS 5x melhor e uma redução de 5% no custo por instalação. 

“A parceria entre o Google, Monks e o time de mídia de performance da Natura foi movida pelo inconformismo e pela busca constante por oportunidades. Juntos, trabalhamos de forma ágil para explorar todo o potencial da audiência e da plataforma. O resultado? Superamos o desafio de equilibrar custo e receita com a IA do Google, e alcançamos excelente resultado para a Natura.” Thais Barreto - Gerente de mídia performance, Natura&Co.

Já a KaBuM!, ao enfrentar o desafio crescente durante Black Friday, lançou mão da inovação com o formato Demand Gen para atrair públicos qualificados das propriedades do Google. A campanha atraiu um público qualificado para a sazonalidade, alcançou um CPC 17% mais barato que as redes sociais e um CPM 50% mais barato. 

"Nós somos um e-commerce de nicho que entende que os clientes buscam, cada vez mais, personalização e diversidade em múltiplos canais. O segredo do nosso sucesso reside nas comunidades que cultivamos e na linguagem que usamos para nos conectar com elas. Estamos determinados a nos afastar da guerra de preços e o case de Demand Gen mostra como podemos explorar novas oportunidades para atrair uma audiência qualificada que valoriza os diferenciais da KaBuM!" Bruno Chamas - Head de Marketing, KaBuM!

Foi uma manhã de muito conteúdo e networking, destacando as imensas oportunidades da mídia conectada.E que reforça nosso compromisso de criar conteúdo, experiências e conexões irresistíveis que valham o tempo das pessoas.

 

Monks e Google se uniram para um evento exclusivo que abordou as últimas tendências em mídia e futuro do digital no estudo "New Media Frontiers"! full-funnel media Google events media buying Mídia

O que a geração de IA significa para a função de um planejador de mídia

O que a geração de IA significa para a função de um planejador de mídia

IA IA, Mídia 5 minutos de leitura
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Escrito por
Victoria Milo
SVP Global Media, Solutions & Emerging Technologies

two photos of the AI Deciphered event

Quando você ouve falar em IA generativa, provavelmente imagina LLMs gerando imagens, textos, músicas e outros tipos de conteúdo que imitam a criatividade humana - ferramentas para profissionais criativos. Sua função no planejamento e na compra de mídia não costuma ser a primeira coisa que as pessoas consideram, mas eu vi em primeira mão como a IA generativa está remodelando o processo de planejamento de mídia.

Trabalhando com marcas como a Chime, que têm programas sofisticados de publicidade multicanal, meus colegas obtiveram benefícios que vão desde a automação aprimorada até a personalização escalonável, tudo isso ao mesmo tempo em que aumentam a eficiência de custos. Esse tópico foi o centro das atenções durante um painel de discussão no Campaign's AI Deciphered 2024, com a participação de Brayden Varr, ACD da Chime; Ashwini Karandikar, EVP de mídia, tecnologia e dados da The 4A's; Jesse Waldele, SVP de operações digitais e sucesso do cliente da Dow Jones; e eu.

Steve Barrett, nosso moderador e vice-presidente e diretor editorial da PRWeek & Campaign US, abriu o painel de discussão com uma pergunta fundamental: O que as novas ferramentas baseadas em IA significam para a função de um planejador de mídia? Veja abaixo alguns dos principais insights de nossa sessão.

A criação e a mídia estão cada vez mais próximas.

Historicamente, as funções de criação e mídia operavam em silos, cada uma aderindo ao seu próprio conjunto de responsabilidades. Essa configuração está longe de ser ideal, pois a interseção da criatividade e da análise de desempenho é crucial para o sucesso das marcas. Como disse Karandikar, "o braço criativo precisa falar a linguagem do desempenho e, ao mesmo tempo, capturar a mensagem da marca" No entanto, chegar a um ponto em que os membros da equipe pudessem deixar de lado suas tarefas de produção para colaborar com os outros era, no mínimo, desafiador.

Agora, com a IA gerenciando tarefas repetitivas e vários aspectos da geração de conteúdo, os criativos podem se concentrar no pensamento estratégico e na inovação de nível superior. Como resultado, eles podem colaborar de forma mais eficaz com os planejadores de mídia - e vice-versa - obtendo insights mais profundos sobre a demografia alvo e aprimorando a otimização da campanha. Além disso, isso abre novas possibilidades para os planejadores de mídia que talvez não tenham o apoio de criativos em suas equipes.

Varr, abordando o tópico pelo lado criativo e do design, destacou como os profissionais de marketing de desempenho estão aproveitando as ferramentas de IA para aprimorar a criatividade com orçamentos limitados. "Se você trabalha no espaço de desempenho, provavelmente não tem orçamento para produção criativa", disse ele. "Mas temos que ser notados. Com ferramentas como Adobe e Midjourney, podemos criar conteúdo que nos ajuda a nos destacar nesses feeds mais do que nunca, e isso está impactando positivamente nossas principais métricas que avaliamos todos os dias."

Além disso, em mercados altamente regulamentados, as marcas geralmente enfrentam restrições que as impedem de usar dados demográficos, como idade, gênero ou localização, para atingir os consumidores. Em vez disso, elas podem se basear no conteúdo criativo como um insumo importante. Isso significa explorar vários atributos - como interesses, comportamentos ou gatilhos emocionais - dentro do próprio criativo para se conectar com os consumidores. Os compradores de mídia estão cada vez mais colaborando com equipes criativas, estrategistas de marca e estrategistas de mídia para criar campanhas que repercutam no público-alvo.

Não se trata apenas de automação; trata-se de inteligência.

Conforme mencionado anteriormente, a automação permite que os criativos e planejadores de mídia se concentrem em tarefas de alto valor em vez de análises de rotina. Mas isso não termina aí. A IA de geração é excelente no processamento de vastos conjuntos de dados para revelar padrões e tendências que os analistas humanos podem não perceber. Ao gerar insights acionáveis, a IA generativa ajuda a informar as estratégias de mídia, permitindo que os planejadores otimizem suas abordagens com base em dados em tempo real, em vez de confiar apenas em experiências históricas.

Waldele disse: "O que realmente vemos como uma grande oportunidade não é apenas a automação do plano de mídia, mas a inteligência do plano de mídia. Podemos criar planos de mídia com desempenho e infundidos com essa inteligência." Para dar um exemplo, trabalhando com clientes corporativos com programas de mídia complexos, podemos marcar automaticamente milhares de atributos potenciais em nossos criativos. Isso costumava ser uma tarefa complicada que exigia a criação de taxonomias complexas para capturar vários elementos de um anúncio. Os profissionais de marketing precisavam criar tags detalhadas para atributos simples como "fundo vermelho" ou "fundo azul" e, ao mesmo tempo, especificar o contexto do produto. Esse método impunha limites ao número de caracteres permitidos no nome de um anúncio e, muitas vezes, deixava as equipes com dificuldades para registrar todos os atributos do criativo que poderiam afetar o desempenho.

Agora, o recurso de marcação automática simplifica o processo e aumenta a profundidade da análise. A IA pode captar detalhes sutis que antes eram imperceptíveis ao olho humano - por exemplo, se um cartão está posicionado na parte superior de um telefone ou ao lado dele - e entender como esses elementos repercutem no público. Além disso, muitas plataformas de anúncios integram a IA generativa para alterar dinamicamente os criativos em resposta ao feedback imediato do público. É um avanço significativo - não apenas em termos de eficiência, mas na profundidade da inteligência que impulsiona o planejamento de mídia atualmente.

Há valor em assumir riscos.

Do conteúdo criativo altamente personalizado aos insights em tempo real, as marcas têm muito a ganhar ao incorporar a IA generativa em suas estratégias de mídia. Ainda assim, muitas se veem presas aos desafios, riscos e considerações. Como disse Varr, é fácil dizer não a essas ferramentas, mas isso pode custar caro. Quando seus concorrentes começarem a aproveitar com eficiência o potencial inexplorado da IA generativa, recuperar o atraso se tornará um desafio formidável.

Embora as marcas menores tendam a ser mais ágeis e dispostas a assumir riscos, as empresas estabelecidas têm tanto ou mais a ganhar com a adoção da inovação. Para garantir a adesão da sua equipe, Varr sugere: "Encontre alguém que acredite nisso e demonstre o impacto. Se você conseguir fazer isso, terá sucesso"

Estamos entrando em uma nova era de colaboração, agilidade e inteligência. Ao eliminar os silos tradicionais e promover a colaboração entre as equipes criativas, de mídia e estratégicas, as organizações podem aproveitar todo o potencial de seus insights e automatizar as tarefas de rotina. Essa capacitação não apenas melhora a qualidade criativa e a eficácia da campanha, mas também posiciona as marcas para responder rapidamente à dinâmica do mercado. Em uma época em que a agilidade e a tomada de decisões informadas são cruciais, aqueles que adotarem a IA generativa não apenas ficarão à frente da concorrência, mas também redefinirão o que é possível no planejamento e na execução de mídia.

Explore como a IA generativa está reformulando o planejamento de mídia ao aprimorar a automação, a colaboração e os insights, preenchendo a lacuna entre a criatividade e as estratégias orientadas por dados. Discover how generative AI transforms media planning with automation, data-driven insights and enhanced collaboration for smarter campaigns. media buying Generative AI customer data automation AI workflows Mídia IA

Quais agências de publicidade atingiram maturidade no uso de IA?

Quais agências de publicidade atingiram maturidade no uso de IA?

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Monks

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Google revela resultados do IA Assessment, que coloca quatro agências brasileiras no patamar mais avançado em entendimento e uso da tecnologia

São Paulo, 11 novembro de 2024 - Grandes agências brasileiras já abraçam a inteligência artificial, realizam treinamentos para a força de trabalho e têm níveis de maturidade digital consistentes, que se refletem em resultados operacionais e de negócios para seus clientes. A avaliação é do AI Assessment, índice do Google que mostra como as agências de publicidade estão se adaptando ao novo momento da inteligência artificial (IA). A Monks está entre os destaques do balanço de final de ano do projeto. Após dez meses de trabalho, apenas quatro agências performaram o último estágio de maturação do índice, o patamar Multimomento

Cada agência foi analisada em relação aos pilares de adoção de inteligência artificial, que incluem fundação de dados ou como as empresas estão capturando dados primários e treinando a IA para alavancar objetivos de negócio; como está ativando a IA, empregando as soluções disponíveis no marketing; e a maturidade das equipes em relação à IA, considerando treinamento e certificação e foi categorizada como Nascente, Emergente, Conectada e Multimomento. 

O desenvolvimento foi notável e houve avanços em todos os patamares. Se no início do projeto a metodologia adotada não considerou nenhuma agência como Multimomento, ao longo de dez meses, a Monks e outras três agências se desenvolveram e foram alçadas ao lugar mais alto do índice. 

Também houve crescimento em relação às agências Conectadas: atualmente, temos nove agências ocupando essa posição. Já em Emergentes, temos cinco. Entre as nascentes, que ocupavam o patamar inicial do índice, temos apenas duas. 

Pensamentos do Monks No último ano, evoluímos de agência de performance para plataforma de serviços criativos de marketing com o compromisso de criar conteúdo e experiências e que valham o tempo das pessoas. Percorremos a jornada - indo do básico ao multimomento - com e para diversos clientes e isso comprova que nossa evolução tem método e é escalável. Este reconhecimento do Google comprova que estamos na direção certa e nos motiva a seguir combinando a tecnologia - aliada na navegação da complexidade e maximização de resultados - com a criatividade humana.
fernando ruocco

"Os resultados mostram que as agências brasileiras estão na vanguarda da inovação e, durante o ano todo, trabalharam para instituir a adoção de práticas digitais mais profundas e refinadas, além de abrirem as portas para as transformações possibilitadas pela inteligência artificial. O Google foi parceiro dessa jornada e ajudou para que esse desenvolvimento acontecesse, colaborando para que as agências continuem sendo protagonistas do mercado”, avalia Aline Moda, Head de Desenvolvimento de Agências do Google.

Somente neste ano, o Google treinou mais de 3 mil profissionais de mídia e dados das 20 maiores agências brasileiras. 

O AI Assessment continua até o final do ano. As agências continuam sendo acompanhadas pela consultoria do Google, em prol do desenvolvimento do mercado. 

 

Conteúdo originalmente publicado nos veículos, propmark, meio&mensagem, poder360, clube de criação e valor econômico

Monks alcança o nível máximo de maturidade em IA no ranking do Google, demonstrando expertise em dados, ferramentas de IA e treinamento de equipes. AI ai solutions agency trends IA

A Era dos Fandoms: Além do hype, como as marcas podem conquistar o universo dos fãs?

A Era dos Fandoms: Além do hype, como as marcas podem conquistar o universo dos fãs?

Cultura Cultura 3 minutos de leitura
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Rafael Fernandes
Senior Marketing Analyst

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Nos dias 24 de outubro e 5 de novembro, realizamos os eventos de lançamento da pesquisa "A Era dos Fandoms", onde adentramos o universo fascinante das comunidades de fãs em uma parceria entre Monks com a floatvibes. Nessa pesquisa, revelamos dados inéditos sobre o comportamento do fã brasileiro e como as marcas podem se conectar com esse público.

Nos eventos, discutimos como os fandoms se tornaram uma força cultural dominante, impulsionando tendências, criando narrativas e movimentando a economia.  Exploramos a mudança da cultura de massa, antes monolítica e sólida, para um cenário fragmentado e fluido, onde os nichos ganham força e se tornam mainstream. Também apresentamos exemplos concretos dessa influência, desde o impacto do filme "Challengers" nas buscas por tênis até a apropriação do termo "BRAT" - cunhado pela cantora pop Charli XCX em seu último álbum - por personalidades como Kamala Harris e Lu da Magalu. Os movimentos culturais demonstram como os fandoms transcendem fronteiras e impactam diferentes esferas da sociedade.

Durante os paineis, trouxemos insights aos convidados presentes, discutindo como as empresas podem se conectar com essas comunidades, criando estratégias eficazes que vão além do marketing tradicional. 

Afinal, na Era dos Fandoms, entender as nuances desse universo é fundamental. 

monks at era dos fandoms event
a era dos fandoms event
a era dos fandoms
monks at era dos fandoms event

Os fandoms em foco
 

A programação, que teve início às 9h com um welcome coffee e networking, contou com paineis conduzidos por especialistas da Monks e da floatvibes, além de uma atração especial que personifica a energia dos fandoms: o influenciador @joow.j, também conhecido como “Porquinho da Paulista” que possui mais de 500k seguidores nas redes sociais. Sua performance "foi um hit" no evento.

porquinho da paulista

O primeiro painel, "Sinapses do Fandom", conduzido por Marina Pires, Managing Director da Monks, apresentou nossa empresa, nossa expertise e a importância da pesquisa sobre os fandoms. Marina traçou conexões entre a atuação da Monks e o universo dos fãs, demonstrando como a compreensão desse cenário é fundamental neste momento para o sucesso das marcas atualmente.

 

person watching a era dos fandoms event
marina pires on the stage

Em seguida, o painel "A Era dos Fandoms" trouxe à tona alguns dos principais resultados do estudo.  André Alves e Lucas Liedke, pesquisadores da floatvibes,  juntamente com Fabiano Carvalho, nosso Diretor de Cultural Research & Insights,  iniciaram a discussão, revelando o comportamento do fã brasileiro, seus hábitos de consumo e a forma como se relacionam com suas paixões.  Essa conversa foi aprofundada na segunda edição do evento, com a participação de André Alves e Nina Grado, Head de Estratégia da floatvibes, e  a contribuição de Mariana Bernardes, Cultural Researcher & Insights da Monks, ao lado de Fabiano Carvalho.

fabiano carvalho
nina floatvibes
lucas liedke floatvibes
mariana bernardes monks

O último painel "So What - Is your brand enough?", conduzido por Quentin Mahé, nosso Head of Strategy & Connections, e Marina Pires, provocou a plateia com a pergunta: "Sua marca é suficiente?" Nele, os dois se aprofundaram nos desafios e oportunidades para as marcas na Era dos Fandoms, explorando como as empresas podem se conectar com esses públicos apaixonados e exigentes.

a era dos fandoms
quentin mahe

Acendemos a Faísca

Nossos eventos deixaram clara a importância de entender o comportamento, as motivações e os hábitos de consumo dos fãs. É por meio da nossa pesquisa que as marcas poderão acessar insights sobre como se conectar com essas comunidades, desenvolvendo estratégias de engajamento eficazes que promovem awareness, fidelização e consumo.

monks at era dos fandoms event
monks at era dos fandoms event
monks at era dos fandoms event
monks at era dos fandoms event

Compreendemos a relevância dos fandoms atualmente e conduzimos essa pesquisa com o objetivo de aprofundar nosso conhecimento sobre o tema, oferecendo soluções estratégicas para nossos clientes. Além disso, acreditamos que, em uma era de atenção fragmentada, os fãs, com sua combinação de consumo e devoção, representam uma oportunidade ímpar para as marcas que buscam se conectar com eles.

Os eventos foram apenas o primeiro passo de uma jornada neste universo, acesse o site da pesquisa e se inscreva para saber mais.

Descubra como as marcas podem conquistar este universo na Era dos Fandoms. Conheça nossa pesquisa e acesse insights sobre o comportamento desse público apaixonado. culture advertising and culture behavioral research Cultura

Fã brasileiro gasta R$ 200 por mês com ídolos e marcas, mostra pesquisa inédita. Valor representa cinco vezes o gasto médio da população com cultura

Fã brasileiro gasta R$ 200 por mês com ídolos e marcas, mostra pesquisa inédita. Valor representa cinco vezes o gasto médio da população com cultura

Cultura Cultura 4 minutos de leitura
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Monks

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38% dos brasileiros se enxergam como fãs. Levantamento da Monks e da floatvibes ouviu mais de 600 pessoas para entender o funcionamento de comunidades de fãs.

 

São Paulo, outubro de 2024 – O brasileiro é um fã dedicado. E põe a mão no bolso para provar o sentimento que tem por um ídolo ou uma marca. A cada mês, um fã nacional gasta quase R$ 200 para alimentar a relação que tem com seus ídolos. O número representa cinco vezes o gasto médio mensal dos brasileiros com cultura, que fica em R$ 40, segundo o IBGE. Os dados sobre o universo dos fandoms – comunidades de fãs com culturas e comportamentos coletivos próprios, complexos e multidimensionais – estão em uma pesquisa inédita feita pela Monks – marca operacional do grupo internacional de comunicação S4 Capital – em parceria com o instituto de estudos culturais e comportamentais floatvibes.



 

A pesquisa A Era dos Fandoms entrevistou 622 pessoas no Brasil sobre suas relações com os fandoms e produziu números que permitem uma compreensão mais ampla desses universos. Ao adentrar no mundo dos fandoms, o levantamento busca ajudar as empresas a entenderem melhor os potenciais positivos – e negativos – que essas comunidades trazem.

“A pesquisa mais profunda feita no país sobre fandoms desmistifica os fãs e mostra como o novo padrão de comportamento deles, impulsionado pelas redes sociais, representa grandes oportunidades para as marcas, com um público que combina consumo e devoção”, diz Marina Pires, managing director da Monks Brasil. “Na era dos fandoms em que vivemos, as marcas precisam ter estratégias para como interagir com essas comunidades”.

Os fandoms são, em boa medida, norteados para e pelo consumo. Os próprios números da pesquisa reforçam isso: 53% dos entrevistados entendem que o consumo é fundamental na manutenção da dedicação como fã.



“As lógicas e mecânicas dos fandoms forjaram a internet que a gente conhece hoje, o que faz com que eles tenham um impacto enorme na forma como todos nós nos identificamos, nos relacionamos e consumimos. Nesse sentido, toda marca precisa de uma estratégia de fandoms, seja por engajamento ou pelas tantas oportunidades de criar junto com os fãs.”- André Alves, psicanalista, pesquisador e co-fundador da floatvibes.

A pesquisa entra no detalhe de como os fandoms muitas vezes funcionam quase como religiões, com comportamentos próximos de seitas – o que implica diferentes recomendações para marcas que querem se conectar com esse público. Além de exigentes, os fãs podem também se mobilizar negativamente, como mostra o levantamento: 64% acham que o ódio de um fã pode ser tão potente quanto seu amor. Sem uma estratégia certeira, os fãs rapidamente podem se transformar em haters, causando potenciais danos às marcas.

A pesquisa também se aprofunda especificamente nos hábitos dos fãs nacionais, e revela que 38% dos brasileiros se enxergam como fãs. Além disso, 71% dos entrevistados entendem os fãs no Brasil como os mais dedicados da internet. Esse engajamento leva muitas pessoas a se sujeitar frequentemente a fatores como filas longas, preços exorbitantes, noites acampadas em frente a estádios e cancelamentos em cima da hora.

“O fã brasileiro está acostumado com o perrengue, o que nos revela duas coisas. A primeira é que as pessoas estão dispostas a ir muito longe para demonstrar sua paixão. A segunda é que há uma oportunidade para as marcas conquistarem esse público com gestos de minimização do perrengue”, diz Fabiano Carvalho, diretor de Pesquisa Cultural & Insights da Monks. De acordo com a pesquisa, 64% dos fãs brasileiros acham que as marcas deveriam promover uma experiência livre de perrengues.

Segundo o levantamento, há quatro principais eixos de mobilização de fãs: esporte, música, audiovisual (filmes e séries) e games. Outros números que se destacam sobre os fãs brasileiros são:

  • 30% dos fãs compram produtos oficiais de edição limitada pelo menos 1 vez por ano
  • 37% acham que a dedicação do fã pode ser medida por quanto dinheiro gasta no objeto/ídolo
  • 35% dos brasileiros entrevistados dizem que as comunidades de fãs são quase como religiões
  • 52% acham que o conteúdo feito por fãs é tão ou mais interessante que o oficial
  • 43% dos entrevistados gostam de consumir produtos e conteúdos feitos por outros fãs
  • 56% dos entrevistados acham que as marcas deveriam se preocupar em oferecer algo inédito para os fãs
  • 36% dos entrevistados acham que marcas deveriam focar em detalhes que só os fãs reconhecem
  • 55% dos entrevistados afirmam que a maior motivação para consumir conteúdos e produtos ligados a seus ídolos é a felicidade de viver experiências relacionadas a eles

O acesso a uma prévia da pesquisa está disponível no site https://hello.monks.com/pesquisa-era-dos-fandoms. O levantamento completo poderá ser adquirido por empresas, que também poderão participar de sprints criativos da Monks, nos quais especialistas indicarão oportunidades a serem destravadas dentro do universo dos fandoms.



Sobre a Monks

Monks é a marca operacional global, data-driven e nativa digital da S4 Capital plc. Em todo o mundo, a empresa concentra mais de 7,550 mil profissionais, sendo 1,4 mil no Brasil, sempre orientados a soluções digital-first. A companhia oferece um portfólio completo de soluções criativas, de conteúdo, mídia, redes sociais e baseadas em dados, aproveitando capabilities da Monks em contar histórias, engajamento de público e marketing de performance para fornecer resultados que ressoam com os consumidores e impulsionam resultado. Entre seus clientes no Brasil figuram Netflix, Magazine Luiza, Google, Vans, Pringles e Domino's.

Sobre floatvibes

floatvibes é um instituto de estudos culturais e pesquisa comportamental fundado por dois psicanalistas, pesquisadores e escritores: André Alves e Lucas Liedke. A float investiga temas como saúde mental, trabalho, consumo, relacionamento, sexualidade, entretenimento, bem-estar, mídias sociais, entre outros. André e Lucas apresentam o podcast Vibes em Análise e, em 2023, publicaram o livro "Vibes em Análise: Psicanálise para escutar as vibrações da cultura contemporânea".



A notícia do lançamento da Pesquisa A Era dos Fandoms gerou repercussão em mais de 40 veículos, dentre eles CNN OnlineFast CompanyG1Meio&MensagemRádio 89FMTV CulturaUOL e Valor Econômico

 

 

38% dos brasileiros se enxergam como fãs. Levantamento da Monks e da floatvibes ouviu mais de 600 pessoas para entender o funcionamento de comunidades de fãs. cultural marketing strategy advertising and culture behavioral research consumer research Cultura

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