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A criatividade do futuro nasce das raízes do presente

A criatividade do futuro nasce das raízes do presente

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Escrito por
Paulo Yanaguizawa
Executive Creative Director

paulo yanaguizawa

Vivemos um tempo em que tudo parece ter saído da mesma fábrica de referências. Sons, vídeos, trends, poses, legendas. O feed virou um espelho infinito, refletindo versões ligeiramente diferentes da mesma ideia.

E o mais curioso é que nem estou falando de inteligência artificial. Estou falando da cultura dos algoritmos, que alimenta e molda o que chamamos de criatividade. É um sistema que nos empurra para o que funciona, o que engaja, o que se repete.

No meio desse mar de semelhanças, o desafio não é mais criar algo novo: é resistir à tentação do ‘mais do mesmo’. Mas podemos, sim, criar nosso futuro baseado na ancestralidade, como nos provoca o líder indígena Ailton Krenak.

Precisamos reconhecer que o futuro já está presente, enraizado nas sabedorias que nos antecedem. Criar olhando para o local, para o que nasce da experiência e da vivência real das pessoas, é um ato de resistência criativa. Não se trata de romantizar o passado, mas de entender que há uma força latente nas comunidades, nas expressões regionais, nas histórias que ainda não foram transformadas em um conteúdo ‘otimizado’.

O poder do que é local


Hoje, com as plataformas digitais, o conceito de nicho deixou de ser sinônimo de pequeno. O que antes era ‘alternativo’, agora move multidões. Liniker é um exemplo disso: alguém que nasceu no chamado nicho e que, com sua verdade, lotou o Anhangabaú. Isso não é nicho: é potência.

Costumamos chamar isso de fandoms. Mas eles não são nada além do que grandes comunidades de pessoas apaixonadas por algo específico. Fãs de K-pop, de novela turca, de pagode retrô, de moda afro-baiana – o que une todos eles é a autenticidade. E é exatamente aí que as marcas precisam estar: não tentando agradar a todos, mas assumindo uma personalidade.

A criatividade relevante vem do encontro entre o que é profundamente local e o que é universalmente humano. É por isso que movimentos como o da Dendezeiro, em Salvador, são tão inspiradores. Eles constroem uma moda radicalmente autêntica, moderna e, ao mesmo tempo, enraizada. Fazem collabs com marcas como Havaianas e Zerezes e, assim, mostram que é possível ser local e global, autêntico e massivo (e tudo ao mesmo tempo).

 

Resistir com alma


Quando falamos em resistência criativa, não estamos falando de discurso. Estamos falando de alma. Tudo o que é apropriado soa vazio. Pode até enganar por um tempo, mas não se sustenta. Um exemplo é o trabalho da Gaby Amarantos no álbum gravado em Jurunas, na periferia de Belém. É uma obra que carrega o território em cada nota, cada imagem, cada respiração. Isso é o oposto da apropriação. É o que só existe quando o criador é parte da história que está contando.

Muitas marcas ainda tentam replicar estéticas e símbolos locais sem incluir as pessoas que realmente fazem parte desses movimentos. O resultado? Campanhas que parecem corretas, mas não emocionam. Porque faltou o essencial: o controle criativo nas mãos de quem tem a vivência.

 

De buzzword a atitude


Por outro lado, ‘resistência criativa’ pode facilmente virar mais uma buzzword bonita de palco. Mas quando uma marca entende o que representa e tem coragem de bancar uma visão de mundo, ela se conecta com públicos gigantescos de forma verdadeira. O alcance, hoje, não vem do grito mais alto, mas da ressonância mais sincera. As colaborações entre marcas e agentes culturais locais são uma ótima forma de exercitar isso. Elas não apenas legitimam o discurso, como geram aprendizados profundos sobre pertencimento, linguagem e propósito.

 

O futuro já está aqui


Por isso, a inspiração na ancestralidade não deve ser tratada como um elemento estético ou caricato. É sobre reconexão. Sobre entender que talvez o futuro não esteja na próxima trend global, mas nas narrativas que brotam das nossas próprias raízes.

Por que buscar a próxima grande tendência mundial quando podemos olhar para o que está florescendo aqui, agora? Zaynara, Léo Foguete, Os Garotin, a cena de Recife, o rap de Manaus, o afrofuturismo de Salvador. O Brasil inteiro pulsa criatividade: e a publicidade precisa parar de tratar isso como ‘regional’. Uma campanha feita no Pará não é regional. É local. É precisa.

Criar com verdade é entender o que move as pessoas onde elas estão. É sair do eixo e enxergar o país em todas as suas camadas, sotaques e expressões. O futuro pode até ser ancestral: mas o presente, sem dúvida, é muito mais interessante quando é local.

 

Artigo originalmente publicado no Clube de Criação

O futuro da criatividade é local. Descubra como a ancestralidade e a autenticidade regional estão vencendo os algoritmos e gerando conexões reais. best creative brand creative AI-generated creative creative

Cinco mudanças operacionais para as quais todo fornecedor da Amazon deve se preparar em 2026

Cinco mudanças operacionais para as quais todo fornecedor da Amazon deve se preparar em 2026

Comércio Comércio, Plataformas de e-commerce, Retail Media 4 minutos de leitura
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Monks

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As expectativas da Amazon em relação aos fornecedores estão aumentando à medida que a plataforma muda de um simples ponto de compra para um parceiro em toda a jornada do cliente. À medida que a Amazon constrói um ecossistema mais integrado e eficiente, espera-se que o desempenho da Central do Fornecedor corresponda ao mesmo nível de disciplina. O front-end do negócio está se tornando mais rápido e mais conectado, e espera-se que os fornecedores eliminem o atrito em suas próprias cadeias de suprimentos para acompanhar o ritmo. A precisão operacional agora tem o mesmo peso que a força do produto ou o desempenho da publicidade.

Aqui estão as cinco realidades operacionais para as quais os fornecedores devem se preparar em 2026.

1. As negociações anuais com os fornecedores serão mais focadas na margem.

Como a Amazon continua a formalizar os padrões de eficiência e recuperação de custos, espera-se que as negociações anuais com os fornecedores priorizem a estrutura de financiamento, os termos de frete e a lucratividade. Dados de custo claros e defensáveis serão cada vez mais importantes nessas conversas.

O que fazer agora: Crie um modelo de custo para servir. Quantifique o valor que você já oferece, como alta precisão de EDI (Electronic Data Interchange), baixas taxas de defeitos e desempenho consistente dentro do prazo. Essas métricas se traduzem diretamente em economia de custos para a Amazon e o ajudam a defender seus termos. Mudar a conversa de "preço" para "valor total" é essencial.

2. A conformidade de entrada está entrando em uma fase de tolerância zero.

A Amazon está endurecendo as regras de EDI, precisão no nível da caixa e padrões de embalagem. O objetivo é um processo de recebimento totalmente automatizado. Qualquer coisa que exija revisão manual levará a rejeições e estornos.

O que fazer agora: Automatizar a validação em todo o fluxo de trabalho. Cada pedido, etiqueta e ASIN deve ser confirmado antes do envio. Se os seus sistemas não conseguirem detectar os problemas imediatamente, você aumentará o risco de o estoque ser rejeitado na doca, o que interrompe o ritmo das vendas e atrapalha o reabastecimento.

3. As taxas de baixo nível de inventário (LIL) no nível da FNSKU aumentam os riscos.

Em 2026, a Amazon aplicará taxas de LIL no nível individual do FNSKU em vez do ASIN principal, o que significa que cada variação vendida será avaliada individualmente. A venda de uma única SKU popular agora pode gerar taxas mesmo quando o restante da linha estiver totalmente estocado, criando uma nova pressão de margem.

O que fazer agora? Realize uma auditoria de lucratividade em nível de variação. Se um tamanho ou uma cor específica não conseguir manter a estabilidade de estoque exigida pela nova regra, considere removê-la da Central de Fornecedores ou transferi-la para o Direct Fulfillment. As variações de baixa rotatividade não podem mais se esconder atrás dos mais vendidos.

4. Atrasos nos pedidos de compra e pedidos parciais continuarão sendo comuns.

Apesar do impulso mais amplo da Amazon para a eficiência, espera-se que a volatilidade dos pedidos de compra continue em 2026. Pedidos atrasados ou parciais podem criar grandes desconexões entre o planejamento da cadeia de suprimentos e a execução da campanha. Um pedido cortado durante o lançamento de um produto pode transformar seu gasto com publicidade em um investimento desperdiçado.

O que fazer agora? Fortaleça a visibilidade do pedido em tempo real. Você precisa ter uma visão imediata das alterações nos pedidos, do status da remessa e dos prazos de confirmação. Isso permite que suas equipes ajustem os gastos, o ritmo ou as promoções do varejista antes que as ineficiências aumentem.

5. Mudanças tarifárias e de sourcing pressionarão as margens.

A volatilidade do comércio global e o aumento das tarifas, especialmente sobre os produtos da China, continuarão a afetar o custo de desembarque e a lucratividade do fornecedor. Depender de uma única região de sourcing aumenta o risco em um ano em que a Amazon está restringindo suas expectativas financeiras.

O que fazer agora? Adotar uma abordagem de dois caminhos. Explore a diversificação em regiões como o México ou o Vietnã e, ao mesmo tempo, estabilize os custos de curto prazo. A compra a prazo nos primeiros trimestres, a revisão de contratos para cláusulas de repasse de tarifas e o reequilíbrio de seu mix ASIN podem ajudar a proteger a margem ao longo de 2026.

Alinhamento com a direção da Amazon.

Embora as conversas recentes sobre a Amazon tenham se concentrado em melhorias na publicidade, a mensagem mais ampla se aplica a todo o ecossistema. A Amazon está pressionando por menos gargalos e maior disciplina operacional, e os fornecedores que corresponderem a esse rigor estarão mais bem posicionados nas negociações de 2026, no reabastecimento e no crescimento de longo prazo. A oportunidade continua sendo significativa, mas a margem de erro está diminuindo. O sucesso agora depende da conexão de sua visão de marketing com a precisão operacional, para que o talento, a tecnologia e os dados trabalhem juntos e não em silos. Agora é a hora de fortalecer sua base e garantir que os fluxos de trabalho da Central do Fornecedor atendam às crescentes expectativas da Amazon. Entre em contato se quiser ajuda para avaliar sua prontidão para o próximo ano.

Saiba mais sobre as principais mudanças operacionais que estão chegando à Amazon Vendor Central e o que elas significam para as negociações com fornecedores, conformidade e planejamento de estoque. Five Operational Shifts Every Amazon Vendor Should Prepare For in 2026 Learn about the key operational shifts coming to Amazon Vendor Central and what they mean for vendor negotiations, compliance, and inventory planning. amazon amazon ads Amazon Ads Partner amazon announcements vendor central amazon vendors amazon account management Comércio Plataformas de e-commerce Retail Media

Ativamos o Modo Torcida: em> Evento de lançamento da nova fase da pesquisa A Era dos Fandoms.

Ativamos o Modo Torcida: Evento de lançamento da nova fase da pesquisa A Era dos Fandoms.

Cultura Cultura 4 minutos de leitura
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Escrito por
Rafael Fernandes
Senior Marketing Analyst

No último dia 8 de dezembro, reunimos clientes e parceiros no Museu do Futebol para apresentar a “Era dos Fandoms: Modo Torcida”, a nova fase da nossa pesquisa proprietária que investiga como as comunidades de fãs moldam o consumo. Nosso estudo revela uma transformação na cultura nacional, em que embora o futebol continue sendo o mesmo esporte, a experiência migrou da linearidade da TV para a fragmentação do feed.

A emoção da torcida agora é descentralizada, editada e distribuída por novos protagonistas, exigindo uma nova postura do mercado. Foi para responder a esse desafio que Marina Pires, nossa Managing Director, subiu ao palco para apresentar a nossa visão por meio do modelo Real Time Brands. Desenhado para sincronizar marcas com o pulso do momento, integra dados, social listening e criatividade para transformar a comunicação em uma conversa contínua. Afinal, quando o jogo acontece 24/7 nas redes, a relevância de uma marca depende diretamente da sua capacidade de operar na mesma velocidade da cultura

Descobrimos novas identidades como a Torcida Íntima, que consome o esporte de forma privada por meio de cortes e reacts, e o Bagunça Core, um perfil que prioriza o meme e o entretenimento acima do placar final, provando que o desafio para as marcas é a criação de valor dentro dessas novas arquibancadas.

Marina Pires introducing the begining of Monks Event
marina pires presenting

O futebol ainda é o mesmo jogo que aprendemos a amar?

Antes de traçar o perfil das torcidas por futebol, é preciso primeiro entender o momento cultural do esporte. Para isso, Douglas Renosto, pesquisador, introduziu o primeiro capítulo desta nova fase da pesquisa para trazer uma fotografia das transformações da relação do brasileiro com o futebol.


O jogo continua sendo o mesmo, as mesmas regras, o mesmo campo, porém o jeito de se conectar emocionalmente com ele mudou. Hoje, a experiência do futebol se expande para além dos 90 minutos, ela está presente nos reacts, nos memes, na moda, nos bastidores e nas conversas que se espalham pelas redes. Tudo isso, faz com que mesmo quem não acompanhe o futebol conheça pelo menos um pouco da sua cultura e impacto. 


51% dos torcedores brasileiros já acreditam que podem ser grandes fãs mesmo sem ir aos jogos e entre a Geração de 18-24 anos esse número sobe para 64% 


Até pouco tempo atrás a emoção era filtrada por vozes institucionais (narradores, jornalistas e emissoras), agora a conversa não vem apenas da cabine de transmissão, ela é moldada por uma rede de creators-torcedores que interpretam o jogo com autenticidade, humor e proximidade.
 

Douglas Renosto

Identidade de torcedor em expansão

Em consonância com o primeiro capítulo, Mariana Bernardes, nossa Senior Cultural Research & Insights Strategist, também entrou em campo para falar sobre a identidade da torcida, que segue em expansão e se manifesta de várias maneiras: seja nos grupos que herdaram o time da família, na emoção vivida à mesa do bar ou na torcida em âmbito íntimo. Em nossa pesquisa, mapeamos quatro macroformas de vínculo emocional:

  • “Muito além do placar” - Vínculo emocional que não depende somente do resultado.
  • “Torcida íntima” - O torcer que não precisa ser visto para existir.
  • “Neo-fanatismo” - Transformam o torcer em um projeto de intensidade contínua.
  • “Bagunça Core” - Futebol como festa, piada interna e micro-drama compartilhado.
a era dos fandoms modo torcida
mariana bernardes monks

Onde sua marca vive no fandom do futebol?

Existe uma diferença entre estar no futebol e estar com o futebol. A primeira é comprada, a segunda, conquistada. 
2 em cada 3 torcedores acreditam que há mais marcas tentando aparecer do que marcas ajudando o esporte.
Assim como as marcas aprenderam a operar na mecânica da visibilidade (comprar espaços, ocupar telas, projetar alcance) agora precisam aprender a operar na mecânica da relevância, que segue a gramática dos fandoms: escuta, leitura cultural, participação simbólica e conexão afetiva.

Paulo Yanaguizawa, Executive Creative Director da Monks, apresentou cases em que a Monks desenvolveu projetos capazes de criar conexão com as novas arquibancadas, divididas em modos de torcer variados.
 

paulo yanaguizawa
paulo yanaguizawa presenting

Nossas ferramentas para entrar em campo

Para materializar nossa visão, Quentin Mahé, nosso Head of Strategy, apresentou três caminhos para as marcas entrarem em campo e operarem na velocidade da torcida. O primeiro passo são as sessões exclusivas da pesquisa desenhadas para desbloquear o conteúdo completo do estudo e aplicá-lo à realidade de cada marca.

Já para quem precisa de agilidade na execução, apresentamos o Faísca, nossa sprint criativa de 3 dias que reúne um time multidisciplinar e creators para resolver problemas complexos de comunicação e construir presença.

Além destes métodos, Quentin também introduziu a Listen To Your Fans, nossa plataforma proprietária que permite mapear, qualificar e nutrir fandoms por meio de módulos integrados, como o FandomFinder para descobrir nichos e o Fandômetro para medir a temperatura dessas comunidades.

quentin mahe
crowd

Depois dos 90 minutos…

Após o apito final, a nossa conversa se estendeu para a prorrogação em um happy hour no próprio Museu de Futebol para que nossos convidados pudessem debater as novas regras do jogo.

Monks happy hour

Quer escalar seu time para jogar na velocidade da cultura? Cadastre-se agora em nossa landing page para receber o conteúdo da pesquisa e entre em contato pelo e-mail aeradosfandoms@monks.com para agendar sua sessão exclusiva ou ativar a plataforma Listen to Your Fans para sua marca.

O futebol migrou da TV para o feed. Conheça a pesquisa A Era dos Fandoms: Modo Torcida e veja como conectar sua marca aos novos torcedores. advertising and culture culture marketing culture marketing brand awareness brand campaigns Cultura

Um brinde à eficiência • Como o Zé Delivery otimizou a aquisição de usuários fora da alta temporada

  • Cliente

    Zé Delivery

  • Soluções

    PerformanceMídia

Para o Zé Delivery, a maior plataforma de entrega de bebidas do país, o desafio lançado para o segundo trimestre do ano era otimizar os KPIs de aquisição de novos usuários em +30%

Uma métrica que, até então, só havíamos atingido nos picos de consumo mais intensos do calendário brasileiro, como Carnaval e Réveillon, ocasiões de consumo que, tradicionalmente, a venda de bebidas tem altas. Atingir essa meta em um trimestre comum, sem grandes sazonalidades, era uma provocação à nossa performance.

Para continuar entregando bebida rápida, com conveniência e no precinho, e ao mesmo tempo crescer de forma rentável e sustentável, precisávamos evoluir nossa estratégia. Conectar nossa entrega a essa visão significava transformar a aquisição de usuários de um centro de custo, dependente dessas grandes ocasiões, para uma máquina de crescimento eficiente e perene. O objetivo era fazer do “impossível” o nosso novo padrão de excelência.

Desafiamos a sazonalidade com foco na comodidade

Então, como replicar a nossa performance de picos de consumo durante o outono e inverno? A queda no custo de aquisição precisava ser agressiva, e o calendário não estava a nosso favor.

Sabíamos que a mensagem do Zé é a comodidade, levar a bebida à casa do consumidor, de forma rápida e por um preço justo, a resposta então não poderia ser “fazer mais do mesmo”. Precisávamos encontrar novas formas de conectar essa conveniência às ocasiões de consumo que surgem nesses meses mais frios.

Fundamentamos nosso plano em uma análise de dados para redesenhar a estratégia de aquisição em duas frentes, sempre com o objetivo de reforçar nossa proposta de valor.

Primeiro, entendemos que para encontrar novas oportunidades era preciso variar nosso leque de mídia. Além disso, precisávamos elevar nossa performance nos canais tradicionais, testando novos formatos e segmentações para extrair o máximo de cada plataforma.

Porém, a grande virada veio da nossa colaboração, intensificando a aproximação com nossos pontos de contato das principais plataformas de mídia, o que foi essencial para a aplicação de novas soluções que não estavam no radar do mercado, buscando máxima eficiência para levar nossa mensagem ao consumidor certo.

 

Da estratégia à vitrine

A nova orquestração de mídia não ficou só no plano de performance, ela ganhou vida em campanhas que criaram novas ocasiões de consumo. Em um período de baixa demanda, nos apoiamos em datas teoricamente mais fracas, como Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados e Festas Juninas, para criar conversas.

Enquanto nossas campanhas de topo de funil construíram a marca, nossas ações de performance combinavam apelos comerciais, como “frete grátis”, com esses momentos festivos, transformando insights de consumo em conversas e vendas e conectando criativos em tempo real com dados de demanda.

Ao testar novos formatos de vídeo contextualizados, a mídia passou a alimentar a descoberta e a recorrência de usuários, tornando cada campanha mais eficiente e abrindo novas ocasiões de consumo para o app.

Em parceria com

  • Zé Delivery
A nossa parceria com a Monks transformou um objetivo que parecia restrito aos picos do ano em um novo padrão de eficiência para o Zé Delivery. Com foco em uma cultura de dados, teste & learning e orquestração de todo setup da mídia, superamos a meta de otimização fora de sazonalidade, elevando a performance da marca e redefinindo o papel da mídia no nosso crescimento.
client zé delivery

Yohanna Marinho

Head de Mídia & Performance

Servindo o copo cheio

A execução do nosso plano superou todas as expectativas, atingindo o objetivo de otimização em 30% que parecia restrito aos períodos mais aquecidos do ano.

Porém, nosso resultado não foi obra do acaso. A análise que fundamentou o plano previu as ações necessárias com uma taxa de assertividade de 99%, o que destaca nossa capacidade analítica e profundo entendimento do negócio do cliente. Mais do que eficiência, nossa operação redefiniu o papel da mídia dentro das campanhas de Zé Delivery.

Deixamos de apenas veicular mensagens para orquestrar nossos próprios momentos de consumo, unindo criatividade, dados e velocidade de resposta.

Ao final do projeto, o que era uma meta “impossível” se tornou o padrão de performance para a marca e criou um legado de crescimento sustentável com um novo benchmark de eficiência para a aquisição de usuários no maior app de bebidas do país.

 

Quer saber mais sobre performance? Entre em contato

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O futuro das agências está na elasticidade criativa

O futuro das agências está na elasticidade criativa

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Monks

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Guiada por adaptabilidade, tecnologia e cultura, Monks propõe modelo para repensar o papel das agências na conexão entre marcas e pessoas

Qual é o futuro das agências? A pergunta ressurge a cada ciclo, com contornos contemporâneos, à medida que novas dinâmicas culturais e tecnológicas redefinem como as marcas se conectam com as pessoas. Para a Monks, o diferencial está em exercer a elasticidade criativa — ou seja, a capacidade de se adaptar com rapidez, recombinar habilidades e entregar resultados assertivos, em um mercado em transformação.

Esse conceito se apoia em três pilares: criatividade, responsável por guiar o pensamento estratégico; tecnologia, que impulsiona novas formas de criar, segmentar e medir, com apoio de inteligência artificial (IA) e dados; e cultura, que confere relevância e propósito às entregas. “O futuro não é um destino, é uma disciplina: desenhar para a mudança constante. Não diz respeito apenas à eficiência, mas à elasticidade: capacidade de se adaptar, recombinar e evoluir continuamente”, afirma Marina Pires, managing director da Monks no Brasil.

 

Agilidade como novo entregável das marcas

Parte do grupo global S4 Capital, a Monks combina uma operação nativa digital e orientada por dados com cerca de 1.400 colaboradores. Nos últimos anos, a agência vem crescendo de forma exponencial e diversificando seus modelos atendimentos.

A Monks atende clientes como Pringles, Leroy Merlin, Hotmart e RD Saúde em modelo full service — da estratégia à implementação —, que contempla mídia online e off-line. Também atua com marcas como Nubank e Nubank Ultravioleta, com foco em conteúdo e social, e Netflix, em um escopo integrado de mídia.

Para Pires, o diferencial competitivo das agências está mudando. “A agência do futuro é modular, conectada e colaborativa. Não tenta controlar toda a cadeia de valor, cria valor compartilhado”, explica.

 

Comunidades transformam segmentação em pertencimento

Com base na premissa de que o futuro exige times e modelos que se movem junto com a cultura, a Monks desenvolveu o Faísca, metodologia proprietária de sprints criativos voltada à aceleração de soluções para desafios de negócio e comunicação. O formato reúne criadores, estrategistas, pesquisadores e especialistas em tecnologia, e se conecta a um ecossistema diverso que inclui parceiros como a Hypebeast Brasil, referência global em cultura contemporânea e estilo de vida.

Entre os eixos que orientam o trabalho da Monks, os fandoms são uma das frentes mais estratégicas. Enquanto a segmentação tradicional mira indivíduos, a lógica orientada por fãs mobiliza comunidades inteiras. “Marcas que constroem comunidades, não apenas campanhas, ganham rituais, linguagem e lealdade”, diz. “Com o futuro da publicidade baseado em interação, é preciso parar de apenas minerar dados e começar a encenar encontros que transformem comportamentos em experiências compartilhadas”, adiciona.

 

Stranger Things: do invertido ao real

Para Pringles, a Monks desenvolveu um projeto que traduz a nova lógica de relevância: participar ativamente das comunidades que moldam a cultura. No lançamento dos episódios finais, “a batata do mundo invertido” uniu-se à Netflix em uma campanha criada no Brasil e expandida para toda a América Latina. Inspirada nos aprendizados da pesquisa “A Era dos Fandoms”, desenvolvida em parceria entre a agência e a Floatvibes, a ação colocou o fandom da série no centro da narrativa. Foram criados desde easter eggs, com enigmas que valiam prêmios, até a iniciativa “Preços Sinistros”, que ajustará os preços do produto em tempo real, conforme as reações de streamers.

Para Bruno Rocha, diretor de comunicação integrada da Kellanova, companhia global que detém marcas como Pringles, na América Latina, o verdadeiro poder está em transformar fãs em coautores da narrativa: “Pringles sempre buscou estar presente onde a cultura acontece. Com essa campanha, criamos pontos de contato que dialogam diretamente com a paixão das pessoas, posicionando a marca no centro da cultura e do engajamento”.

 

As novas arquibancadas dos fandoms

Com recorte sobre futebol, o segundo capítulo da pesquisa “A Era dos Fandoms” chega em dezembro e aprofunda o olhar sobre o poder cultural das comunidades
 

O futebol é o fandom original do Brasil, anterior às telas, aos likes e às hashtags. Hoje, o craque virou criador de conteúdo e o gol desdobra-se em vídeos, reacts e posts. O futebol segue em movimento: uma conversa viva entre quem joga, quem assiste e quem transforma o esporte em cultura. É a partir dessa lente que nasce “A Era dos Fandoms: Modo Torcida – As Novas Arquibancadas do Futebol”, nova etapa da investigação da Monks sobre o poder cultural dos fãs e suas linguagens de pertencimento.

“A maioria ainda trata o fandom como tendência, não como estrutura, e opera desconectada das comunidades. Em um cenário de mídia otimizado para volume, o fandom é otimizado para valor”, explica Marina Pires, managing director da Monks no Brasil.

Entre agora e a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, o campo de pesquisa ouvirá torcedores e especialistas em esporte, cultura e criatividade, combinando metodologias quantitativas e qualitativas, para gerar insights profundos e inspiradores.


 

Guiada por adaptabilidade, tecnologia e cultura, Monks propõe modelo para repensar o papel das agências na conexão entre marcas e pessoas

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2026 é agora: estratégias de mídia, 4S do consumidor, brandformance e IA para otimizar resultados em 2026.

2026 é agora: estratégias de mídia, 4S do consumidor, brandformance e IA para otimizar resultados em 2026.

Branding Branding, Inteligência Artifical, Performance 4 minutos de leitura
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Escrito por
Fernanda Lujan
Marketing Specialist

Monks & Google: 2026 é agora

No dia 06 de novembro de 2025, a Monks e o Google sediaram um encontro estratégico: 2026 é Agora. O evento reuniu líderes de mercado para apresentar uma visão macro de estratégias de mídia e performance, com o objetivo de preparar as marcas para os desafios e oportunidades do próximo ano. Com a presença de lideranças da Leroy Merlin, Opella, Ademicon, Ultragaz, Track&Field, Magalu e Uninter, a tarde foi dedicada a discussões sobre como otimizar recursos, margens e impacto de marca em um cenário de constante transformação.

O pontapé inicial foi dado por Pedro Milanezi, Diretor de Operações da Monks, que contextualizou o desafio central do mercado atual:

Pensamentos do Monks Estamos em um cenário de volatilidade econômica e a estratégia antiga não serve mais. Focar apenas no fundo do funil leva à saturação, ao aumento do CPA e à diminuição do ROAS no longo prazo. Hoje, o desafio não é apenas capturar a demanda, mas sim criá-la.

O fim do funil: entendendo os comportamentos 4S

Outro tópico que antecedeu as rodas de conversa foi o fim funil de marketing tradicional, que já não reflete a jornada complexa do consumidor. 

Uma pesquisa do Google com o Boston Consulting Group (BCG) publicada em janeiro de 2025 revelou que o processo de decisão atual é definido por quatro comportamentos-chave — os 4S — que remodelam a forma como as pessoas descobrem e se engajam com as marcas.

 

1. Streaming

O streaming vai além de filmes e música, abrangendo um consumo contínuo e personalizado de conteúdo no YouTube, TVs conectadas e podcasts. As experiências se tornaram interativas, permitindo que os consumidores transitem de forma fluida da descoberta à decisão. Para se destacar, o foco deve ser em sequenciamento de conteúdo, personalização guiada por IA e narrativas interativas.


2. Scrolling

Navegar por feeds nas redes sociais é a vitrine do mundo moderno. Mesmo sem intenção de compra, o anúncio certo pode despertar o interesse em segundos. Para capturar a atenção, é essencial investir em criativos otimizados com visuais envolventes e personalização orientada por IA.


3. Search

A busca evoluiu. Ferramentas como Gemini, Google Lens e a busca multimodal permitem uma exploração conversacional e visual. Os consumidores esperam respostas intuitivas e em tempo real, e as marcas precisam otimizar sua presença para múltiplos ecossistemas de busca, utilizando soluções de IA como a correspondência ampla e os lances inteligentes.


4. Shopping

A jornada de compra se tornou não-linear, com decisões de impulso acontecendo em diversos pontos de contato. A chave é integrar a experiência de compra em todos os canais relevantes, usando recomendações baseadas em IA e CTAs estratégicos para impulsionar a conversão em qualquer estágio. 

 

Diretrizes estratégicas para 2026: a visão dos especialistas 

Para traduzir a teoria em prática, reunimos grandes players do mercado em painéis de discussão. A primeira mesa redonda, com Tadeu Arvelos (Leroy Merlin), Paolla Minotelli (Opella) e Guilherme Carrasco (Ademicon), debateu como reestruturar a jornada do consumidor diante da atenção fragmentada, os aprendizados decisivos para 2026 e o impacto de grandes eventos, como a Copa do Mundo. 

Paolla Minotelli, Head of Media & Digital na Opella, afirma que a dica mais importante para construir uma estratégia efetiva para 2026 é ter consistência de planejamento, mas garantir a fluidez operacional. 

Em seguida, o painel de Brandformance, com Fernanda Pessoa (Ultragaz) e Liliam Siqueira (Track&Field), aprofundou a discussão sobre a sinergia entre construção de marca e performance. O debate reforçou a importância de unificar as agendas para reduzir o CAC e aumentar o LTV, demonstrando como uma estratégia integrada é fundamental para o crescimento sustentável.

 

A revolução da IA na mídia e marketing 

Consolidando a posição da Monks na vanguarda da inovação, o último painel abordou a aplicação prática da Inteligência Artificial. Destacamos nossas credenciais como Agência Multimomento, certificação máxima do Google no AI Assessment, e nossa ferramenta proprietária, o Monks.Flow, que automatiza e otimiza fluxos de trabalho em marketing. 

Com a participação de Felipe Cohen (Magalu) e Mario Henrique Thomé (Uninter), discutimos como a IA generativa está redesenhando a experiência do cliente no varejo e na educação. Os especialistas compartilharam como suas empresas estão se estruturando para liderar essa mudança e quais habilidades se tornam essenciais para os times de marketing, reforçando que o talento humano continua sendo o diferencial insubstituível. 

Mario Henrique Thomé, Diretor de Aquisição na Uninter, garante que estar preparado para adversidades e mudanças, sem esquecer de olhar para a inteligência artificial, é o caminho ideal não somente para a estratégia de marketing, mas também para uma boa estratégia de produto.

O evento "2026 é agora" foi mais do que uma troca de ideias; foi um chamado à ação. Ficou claro que a era de apenas capturar demanda chegou ao fim e que o crescimento sustentável exige a criação de demanda com inteligência e criatividade. As estratégias, tecnologias e cases apresentados não são visões de um futuro distante, mas ferramentas para serem aplicadas hoje. O planejamento para 2026 começa agora, e nós estamos prontos para transformar essa visão em resultados concretos ao seu lado.

 

Resumo do evento 2026 é Agora: estratégias de mídia, 4S do consumidor, brandformance e IA para otimizar resultados em 2026. Performance Inteligência Artifical Branding

Criado pelo Google • Transformando o lançamento de um produto em uma experiência viva

  • Cliente

    Google

  • Soluções

    ExperiênciaAtivações de marcaEstratégia & Produção Experimental

MBG

Como o Google criou um lançamento de produto centrado no ser humano, voltado para o entretenimento e imersivo.

O Google, líder global em tecnologia, reconheceu que o manual tradicional de lançamento de produtos estava cansado e viu uma oportunidade de conectar novas tecnologias com a vida cotidiana das pessoas de uma forma mais significativa. Para seu evento Made by Google 2025, o Google estabeleceu uma nova visão para o lançamento, centrada em um formato voltado para o ser humano e para o entretenimento. Para dar vida ao componente de demonstração de produtos dessa estratégia, o Google nos contratou como seu parceiro de experiência para reimaginar fundamentalmente a área de demonstração do evento. Nossa solução foi projetar e construir um sandbox imersivo, uma coleção de estações interativas que permitiram aos convidados experimentar os novos produtos em cenários autênticos do mundo real.

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Demos vida a novos produtos por meio de cenas interativas do mundo real.

Em apenas seis semanas, nossa equipe entregou um sandbox de produto imersivo e totalmente realizado. Nosso escopo incluía o gerenciamento de todas as operações de front-of-house, gráficos e pessoal, mas o ponto central do nosso trabalho foi a concepção, o design e a fabricação de cinco demonstrações interativas exclusivas. Deixamos de colocar os produtos em pedestais e, em vez disso, criamos "mini-cenas" distintas que espelhavam ambientes do mundo real. Por exemplo, criamos um café intimista em Nova York para demonstrar os recursos de câmera com pouca luz do telefone Pixel e uma loja de discos para destacar um novo recurso de descoberta de músicas. Essa estratégia fez com que a tecnologia parecesse acessível e intuitiva, convidando os convidados a descobrir seus recursos por meio de uma exploração prática e divertida.

As cenas imersivas se tornaram um mecanismo poderoso para conteúdo social autêntico.

O design interativo do sandbox também serviu como um poderoso mecanismo de conteúdo. As cenas imersivas do mundo real forneceram o cenário perfeito para que os talentos e criadores de primeira linha que participaram do evento produzissem conteúdo autêntico e envolvente relatando suas experiências. Isso gerou um fluxo constante de conteúdo gerado pelo usuário que estendeu a experiência prática a milhões de seguidores em casa, transformando uma instalação física em um momento digital global.

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Essa estratégia resultou em um envolvimento mais profundo e em uma defesa mais autêntica da marca.

O sucesso dessa estratégia ficou imediatamente evidente no envolvimento do público. Enquanto os participantes de eventos anteriores poderiam passar apenas alguns minutos em uma sala de demonstração, agora eles permaneciam por longos períodos para interagir com os produtos. Esse aumento significativo no tempo de permanência, combinado com as vozes influentes que compartilhavam suas experiências genuínas, teve um poderoso efeito cascata. As histórias autênticas e práticas de talentos e da imprensa deram à cobertura dos produtos um impacto narrativo muito maior. Nosso trabalho provou que, ao projetar experiências em que as pessoas podem descobrir o que um produto pode fazer por elas, um momento de lançamento pode ser transformado em um patrimônio de marca sustentável.

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Resultados

  • O número de espectadores aumentou mais de sete vezes em relação ao ano anterior.
  • Aumento drástico no tempo de permanência dos participantes, passando de minutos para horas.
  • Entrega bem-sucedida de uma produção totalmente imersiva e em grande escala em apenas seis semanas.
  • Geração de cobertura altamente autêntica da imprensa e dos criadores.

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Precision marketing

Precision marketing

Marketing Orchestration Marketing Orchestration 3 minutos de leitura
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Escrito por
Luiz Fernando Ruocco
SVP, Perfomance

Precision Marketing

Da teoria ao impacto real nos negócios
 

A instabilidade econômica global tem afetado profundamente o mercado publicitário — e talvez mais do que imaginamos. Um dos reflexos mais visíveis é o aumento contínuo nos custos de mídia, apontado por um relatório recente da WFA (World Federation of Advertisers) como uma tendência persistente para os próximos anos.

Diante desse cenário, o que se observa é uma mudança de comportamento por parte dos anunciantes: cortes estratégicos nos investimentos de topo de funil e foco redobrado em performance de curto prazo. Em outras palavras, menos campanhas voltadas à construção de marca e mais atenção à conversão imediata. Uma analogia útil: o fundo de funil é o que paga as contas no dia a dia; o topo é o que garante o bônus no fim do ano.

Esse movimento impulsiona a busca por estratégias mais eficientes, que maximizem cada centavo investido. É aí que entra o precision marketing, uma abordagem centrada em alocar esforços e recursos nos canais, formatos e públicos que oferecem maior retorno, com base em dados concretos e análises preditivas.

 

Do conceito à prática

Apesar de parecer novo, o precision marketing não é só uma buzzword. Ele exige uma profunda revisão dos processos internos e do mindset das equipes. E, para funcionar, depende de ferramentas que ajudem a entender o impacto real de cada ação, e não só o clique final.

Uma dessas ferramentas é o Marketing Mix Modeling (MMM), uma metodologia analítica que avalia simultaneamente o desempenho de diferentes canais e iniciativas para identificar a contribuição de cada um no resultado final. Ao contrário dos modelos de atribuição de último clique, o MMM oferece uma visão mais ampla, considerando toda a jornada do consumidor.

Mas é importante entender suas limitações. O MMM não entrega respostas milimetricamente exatas por plataforma. Seu papel é o de uma bússola, não de um GPS. Podemos compará-lo ao PIB: você pode não saber todos os detalhes do cálculo, mas se ele aponta para cima, há uma indicação positiva de desempenho.

 

ROI não é tudo

Focar apenas no ROI final pode ser uma armadilha. O trabalho do precision marketing não é otimizar só o investimento, a impressão ou o alcance isoladamente, mas melhorar o desempenho do sistema como um todo. O ROI é o resultado, mas o caminho até ele é feito de ajustes finos, testes, integrações e muita colaboração entre áreas.

Esse novo marketing exige que toda a equipe (e, mais do que isso, toda a empresa) esteja alinhada com uma cultura orientada à otimização contínua. Uma engrenagem fora do lugar pode comprometer todo o processo. Por isso, não se trata apenas de tecnologia ou métricas, mas de cultura organizacional.

 

O futuro da eficiência

O precision marketing desloca o centro da criatividade: sai do ego do criativo ou do diretor de marketing e vai para o comportamento do consumidor. Mais do que criar peças brilhantes, trata-se de entender onde, como e quando impactar o público de forma eficaz.

À medida que a pressão por resultados aumenta e o custo da mídia segue em alta, as marcas que conseguirem combinar inteligência analítica com agilidade operacional e foco no usuário sairão na frente. A nova era do marketing exige menos achismo e mais precisão — e, principalmente, um novo jeito de pensar.


 


 

Com o custo de mídia em alta, o foco é performance. Entenda o que é Precision Marketing e como ele usa dados para gerar impacto real nos negócios. precision targeting Orchestration partner Marketing Orchestration

De search engine a search everywhere: o futuro da busca

De search engine a search everywhere: o futuro da busca

IA IA, Soluções de experiência de pesquisa 3 minutos de leitura
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Escrito por
Luiz Fernando Ruocco
SVP, Perfomance

header seo ao geo

Ao contrário do que dizem por aí, o SEO não morreu: ele apenas mudou de nome (e de casa)

 

GEO, AEO ou SEO: qual o futuro? Mas, ao contrário do que dizem por aí, o SEO não morreu: ele apenas mudou de nome (e de casa). De ‘Search Engine Optimization’, passou a ser ‘Search Everywhere Optimization’.

Isso porque, para muitos usuários, os modelos de linguagem (LLMs) estão se tornando um ponto de partida mais eficaz do que os mecanismos de busca tradicionais, sobretudo quando a tarefa exige clareza, contexto ou uma interação mais próxima de uma conversa.

Essa mudança no comportamento dos usuários alimentou especulações intensas. Vimos um frenesi midiático, uma corrida de ouro especulativa, mas a realidade é que o trabalho de otimização da presença de marca em jornadas de busca deve acontecer independentemente de qual ferramenta os usuários estão usando.

Muitas empresas estão vendo seu tráfego orgânico decrescer bastante, principalmente para buscas informacionais. A forma como os consumidores interagem com as ferramentas de busca está mudando e é de interesse mútuo que as fricções e os cliques desnecessários sejam minimizados.

De fato, aprender a otimizar para buscas baseadas em IA já é uma competência indispensável para profissionais de marketing, empresários e especialistas em SEO. Isso envolve novas habilidades, métodos de acompanhamento, relatórios e atualização constante.

Mas, por enquanto, isso não (necessariamente) implica em uma mudança completa na estratégia de comunicação e de SEO. Grande parte das boas práticas de SEO continua valendo para GEO (Generative Engine Optimization) e AEO (Answer Engine Optimization), novas siglas famosas do mercado.

Busca no ChatGPT, assim como buscávamos no Facebook?
Em redes sociais como Facebook e Instagram, os usuários recebem conteúdos de forma mais passiva – sejam das páginas que essas pessoas seguem ou recomendações do algoritmo.

No Google e, de forma mais recente, no TikTok, as pessoas são mais ativas: elas digitam o que querem saber para que a plataforma indique conteúdos relacionados com o tópico de interesse. As pessoas também fazem isso em grandes marketplaces, como Amazon e Mercado Livre, o que representa uma grande competição para o Google Shopping.

Já nas ferramentas de LLM e outros chatbots de AI, as coisas são diferentes. É importante entender que cada ferramenta gera um valor específico para o usuário: ou seja, a busca que uma pessoa faz no ChatGPT nem sempre é a mesma que ela faria no Google ou no TikTok. Por isso, a estratégia de posicionamento em cada canal deve ser trabalhada de forma específica.

‘Leis do SEO’ continuam valendo
Tais plataformas de IA têm evoluído de forma extremamente rápida – assim como a sua adoção. Ainda não é (e nem deve ser) possível dizer, exatamente, quais são suas fontes favoritas ou o que funcionará a longo prazo.

Mas algumas das conhecidas ‘leis do SEO’ continuarão valendo: construir conteúdo de qualidade, construir conteúdo bem estruturado, ter páginas tecnicamente adequadas para serem rastreadas por robôs são algumas delas.

Além disso, também é importante configurar um ambiente de monitoramento de marca que consiga lhe dar informações com relação à sua visibilidade dentro das LLMs. Existem diversas ferramentas no mercado que podem ajudar sua marca nessa missão.

A minha dica (no momento) é: não despriorize esse tópico. Se o fizer, pode ficar muito para trás. Por outro lado, não acredite e saia fazendo absolutamente tudo o que falam.

Muitos ‘experts do GEO’ estão surgindo para capitalizar através do medo e da incerteza que tomaram conta do mundo do marketing com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa.
Faça o que sempre deve ser feito: questione de onde vem conselhos radicais, dê mais atenção àqueles que já são referência no mercado de busca e reflita antes de agir.

 


 

O SEO morreu? Não, ele evoluiu. Entenda o que são GEO e AEO e como a IA está mudando a busca, mas mantendo as boas práticas de otimização. SEO optimization Generative Engine Optimisation (GEO) Engine Optimisation (EO) Answer Engine Optimization Soluções de experiência de pesquisa IA

O valor de pensar devagar em um mundo acelerado

O valor de pensar devagar em um mundo acelerado

IA IA 2 minutos de leitura
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Escrito por
Marina Pires
Managing Director, Brazil

Marina Pires

Diante de máquinas que respondem tudo em segundos, refletir e decidir melhor é o verdadeiro diferencial humano

 

Recentemente, em um evento em São Paulo, o psicólogo Jonathan Haidt lançou uma provocação que ainda ecoa: será que estamos abrindo mão de refletir, justo quando a tecnologia nos força a responder tudo no ato?  

O curioso é que, no meio dessa pressa, a pergunta certa voltou a ter valor e pode ser um bom ponto de partida. A explosão de ferramentas de inteligência artificial generativa, como o Gemini, trouxe de volta algo essencial: o valor da boa pergunta.  

A pergunta bem feita, que andava em coma na correria do dia a dia, virou protagonista. Os cursos de ‘como criar bons prompts’, famosos na internet, nada mais são do que treinamentos para pensar antes de pedir, algo que deveríamos fazer de forma natural.

Nas últimas décadas, a exigência de respostas imediatas nos condicionou a reagir em vez de refletir. Mensagerias, que deveriam conectar, viraram máquinas de resposta automática.  

O contato ficou mais ágil, mas nossa escuta (e nossa análise) ficou mais rasa. E, sem pausa para pensar, perdemos o contraponto, a perspectiva, a profundidade.

Quando tudo é urgente, o tempo de pesquisa encurta, a decisão encurta, a mensuração encurta. Com isso, a reflexão some.  

Perdemos a chance de sentar com a ambivalência, de sustentar duas ideias opostas antes de escolher uma. Em reuniões, quem ainda se arrisca a discordar? Quantas vezes engolimos uma opinião para não atrasar a pauta?

Evitar o exercício desse músculo da ambiguidade nos faz ficar cada vez mais superficiais, em um mundo que a IA se torna cada vez mais perspicaz.  

Perguntar é mais relevante do que nunca
Essa pressão por resposta imediata é uma armadilha, mas também uma oportunidade: em um mundo cada vez mais automatizado, quem reflete com rigor se diferencia.  

Para times criativos, é quase um manifesto: contrapor, tensionar ideias, fazer perguntas incômodas é mais relevante do que nunca.

Quais as condições para um futuro mais inteligente?  

Nesse momento em que precisamos valorizar as boas perguntas, ficam algumas questões:

– e se a gente aceitasse conviver mais tempo com contradições antes de escolher um caminho?

– e se abrir espaço para momentos em que ‘pensar devagar’ não fosse luxo, e, sim, parte do processo?

– e se um silêncio intencional pudesse valer mais do que uma resposta na ponta da língua?

– e se criar ambientes onde o contraponto é bem vindo fosse o que realmente faz diferença?

No fim, não se trata de voltar a um passado mais lento, mas de construir um presente mais lúcido.

Perguntar melhor, refletir melhor, decidir melhor: esse é o verdadeiro diferencial humano, em um mundo de máquinas que respondem tudo em segundos. 


 

No mundo das respostas imediatas da IA, o diferencial humano é saber perguntar. Entenda como a reflexão e os bons prompts definem o futuro. AI artificial intelligence human capital AI-generated creative IA

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